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Caiado critica tarifa dos EUA e alerta para riscos ao agronegócio

Ronaldo Caiado, ex-governador de Goiás e pré-candidato à Presidência, manifestou preocupação com a proposta de tarifa de 25% SOBRE produtos brasileiros, alertando que isso...

O ex-governador de Goiás e pré-candidato à Presidência, Ronaldo Caiado (PSD), utilizou sua conta no X para expressar preocupações acerca da proposta de tarifa de 25% SOBRE produtos brasileiros, sugerida pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, do Partido Republicano. Em sua postagem, Caiado advertiu que tal medida pode devastar o agronegócio, setor vital para a economia do BRASIL.

Além da tarifa dos EUA, Caiado mencionou que a China impôs uma taxação de 55% SOBRE produtos brasileiros e que a União Europeia vetou a compra de carne do BRASIL. O ex-governador criticou a ausência de uma resposta efetiva do governo brasileiro, afirmando que as reações até agora foram apenas paliativas diante dos "ataques ao agro".

O político também se dirigiu ao pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL-RJ), ressaltando que sua postura foi apenas de solicitar um adiamento da tarifa, em vez de pedir a sua revogação. Caiado declarou: "Para ele, o agro pode quebrar, desde que depois do voto". Essa crítica reflete uma insatisfação com a forma como a questão está sendo tratada por alguns representantes políticos.

Informações da mídia indicam que Flávio Bolsonaro pediu apenas o adiamento da tarifa contra o BRASIL. Contudo, um documento enviado pelo senador ao USTR (Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos) em julho de 2026 sugere uma abordagem mais abrangente, propondo a suspensão da implementação das TARIFAS, que devem entrar em vigor em 15 de julho de 2026, e a abertura de negociações imediatas após esse prazo, que coincidirá com o período eleitoral.

A decisão da China de implementar a tarifa foi anunciada pelo Ministério do Comércio em 31 de dezembro de 2025, afetando outros países exportadores, como Argentina, Uruguai e Estados Unidos. A medida foi oficialmente colocada em prática em 1º de janeiro de 2026, após uma investigação que apontou que as importações estavam prejudicando a indústria local de carnes.

Por sua vez, a União Europeia oficializou o veto à compra de carne do BRASIL em 5 de junho, alegando a falta de comprovação de que o país restringe o uso de certos antimicrobianos e antibióticos na criação de animais. Essa decisão impacta também outros produtos de origem animal, como peixe, mel e ovos, e começará a valer a partir de 3 de setembro de 2026.

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