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Saúde

Campanha de Multivacinação para menores de 15 anos encerra nesta terça-feira

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A Campanha de Multivacinação para Atualização da Caderneta de Vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos termina nesta terça-feira (30). De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE), a estratégia, criada pelo Ministério da Saúde, é para ampliação das coberturas vacinais para prevenção contra o aparecimento de novos casos de algumas doenças imunopreveníveis como poliomielite, hepatites A e B, tríplice viral, rotavírus humano e dTp, entre outras. Em Pernambuco, as coberturas vacinais permanecem abaixo da meta mínima estimada, entre 80 a 95%.

“É muito importante a população ter em mente que os imunizantes disponíveis nessa campanha nacional já fazem parte do esquema básico desses públicos, sendo assim, as vacinas para doenças como poliomielite, tríplice viral, meningocócia e pneumicócica, dtp, entre outras, estão disponíveis nas salas de vacinação durante todo o ano. Então, se você tem filho ou filha ou é responsável por uma criança ou adolescente menor de 15 anos, é importante buscar as mais de 2,4 mil salas de vacinação do Estado, munidos da caderneta de vacinação, para que o profissional analise e veja se esse indivíduo precisa de alguma dose de vacina”, reforça a superintendente de Imunizações do Estado, Ana Catarina de Melo.

COBERTURAS
Atualmente no Estado, a cobertura vacinal para os imunizantes direcionados para o público menor de 1 ano de idade está estabelecida desta maneira: BCG (73,59%), pneumocócica (68,71%), pentavalente (66,91%), poliomielite (66,67%), meningocócica (65,47%) e rotavírus humano (65,10%).

Para os maiores de 1 ano de idade, a situação segue o mesmo perfil: hepatite A (62,94%), tríplice viral – D1 e D2 (72,26% e 44,07%), meningococo C (66,37%), pneumocócica (66,15%), poliomielite – 1º reforço (52,04%) e 2ª reforço (40,13%), dTp – 1º reforço (57,61%) e 2ª reforço (47,28%) e varicela (63,91%).

“A vacinação é um importante instrumento de proteção contra diversas doenças. Durante a pandemia provocada pela Covid-19, muitas pessoas deixaram de buscar os serviços de saúde para imunização, proporcionando assim a criação de bolsões de pessoas não vacinadas contra essas doenças consideradas imunopreviníveis. Enquanto sociedade, precisamos estar vigilantes e promover a proteção individual e coletiva e ajudar a impedir a circulação dessas doenças na nossa população infanto-juvenil”, destaca o secretário estadual de Saúde, André Longo.
PÚBLICOS
Para as crianças abaixo de 7 anos, as unidades disponibilizam os seguintes imunizantes: BCG, hepatite B, pentavalente, poliomielite, rotavírus, pneumocócica 10, meningocócica C, febre amarela, tríplice viral, varicela, hepatite A e DTP. A partir dos 7 anos, até os menores de 15, podem ser feitas as doses da hepatite B, febre amarela, meningocócica ACWY, HPV e varicela.

Adolescentes que já tomaram a vacina da Covid-19 podem receber vacinas contra as outras doenças de maneira simultânea ou em qualquer intervalo entre as doses de imunobiológicos diferentes. A autorização sobre a co-administração de vacinas da Covid-19 e demais vacinas do calendário vacinal foi concedida pelo Ministério da Saúde no último mês de outubro.

Por:Diario de Pernambuco

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Saúde

Pernambuco já aplicou 15.628.084 doses de vacinas contra a Covid-19

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Até está sexta-feira (21/01), Pernambuco já aplicou 15.628.084 doses de vacinas contra a Covid-19. Dessas, 7.398.092 foram primeiras doses e 6.338.083 segundas doses. Além disso, 173.101 pernambucanos tomaram o imunizante de dose única e outros 1.718.808 receberam a dose de reforço.

Também foram confirmados, 2.266 novos casos da Covid-19. Ao todo, o Estado soma 663.854 confirmações. O boletim ainda registra 4 óbitos, ocorridos entre os dias 05/05/2021 e 18/01/2022, totalizando 20.574 mortes pela doença.

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Saúde

Meia dose de AstraZeneca pode ser usada como reforço, diz pesquisa

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Os resultados foram apresentados para a Fiocruz, que produz a vacina da AstraZeneca no Brasil, e para a Opas (Organização Pan-Americana da Saúde).

Resultados finais de um estudo realizado na cidade de Viana (ES) indicam que meia dose da vacina da AstraZeneca/Oxford contra a Covid-19 é efetiva e poderá ser usada também como dose de reforço.

A pesquisa mostrou que, no esquema primário, quando são feitas as duas primeiras aplicações do imunizante, a meia dose teve efetividade semelhante à dose padrão para prevenção de 70% de casos novos da doença e não ocorreu nenhum óbito e nenhuma internação após a imunização completa.

O projeto Viana Vacinada é coordenado pelo Hucam-Ufes (Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes, da Universidade Federal do Espírito Santo), que integra a rede Ebserh (Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares), em parceria com a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz).

Os resultados foram apresentados para a Fiocruz, que produz a vacina da AstraZeneca no Brasil, e para a Opas (Organização Pan-Americana da Saúde).

Nesta sexta-feira (21), será levado para a Ctai (Câmara Técnica de Assessoramento em Imunização da Covid-19), que auxilia o Ministério da Saúde nas políticas públicas de enfrentamento da pandemia.

O estudo mostrou ainda que a meia dose foi capaz de induzir a produção de anticorpos neutralizantes em 99,8% dos participantes, resultado semelhante ao alcançado no esquema com a dose padrão.

Em participantes que não tiveram Covid nem receberam nenhuma vacina antes, a produção de anticorpos foi maior do que das pessoas que tomaram uma dose padrão.

Além disso, os eventos adversos observados foram leves, e a frequência geral foi semelhante com meia dose ou dose padrão. No entanto, a duração dos efeitos colaterais foi menor no grupo que recebeu meia dose.

No estudo, a vacinação com meia dose ocorreu no dia 13 de junho de 2021 e alcançou 20.685 participantes, de 18 a 49 anos de idade. A segunda etapa de imunização foi no dia 8 de agosto. Viana tem 80,7 mil habitantes.

Do total de vacinados, 558 foram selecionados para serem monitorados com coleta de amostras sanguíneas para avaliação da produção de anticorpos neutralizantes e celulares.

Valéria Valim, médica coordenadora da pesquisa, disse que os estudos poderão subsidiar as autoridades sanitárias do Brasil e do mundo para dobrar a capacidade de imunização com a vacina da AstraZeneca.

“O resultado da pesquisa está sendo apresentado e indica que a meia dose pode ser usada como dose de reforço. Caso as autoridades tenham esse entendimento com base na pesquisa, a meia dose pode ser inserida na bula. Isso pode expandir a vacinação em países mais pobres, por exemplo”, disse.

A Conep (Comissão Nacional de Ética em Pesquisa), diante dos resultados apresentados, autorizou que a população de Viana de 18 a 49 anos receba reforço com meia dose. Podem receber meia dose quem participou do estudo e também quem recebeu dose padrão de AstraZeneca, Coronavac ou Pfizer.

A pesquisa foi patrocinada pelo Icepi (Instituto Capixaba de Ensino, Pesquisa e Inovação em Saúde), da Secretaria Estadual de Saúde do Espírito Santo, com o apoio da Opas, do Ministério da Saúde e da prefeitura municipal de Viana.

O Espírito Santo começou uma outra pesquisa na sexta-feira (14) para testar a eficácia da Coronavac em crianças e adolescentes. Serão 1.280 participantes de 3 a 17 anos de idade.

Conhecido como Projeto Curumim (criança em tupi), ele irá verificar ainda a segurança e a produção de anticorpos e células de defesa nas crianças e nos adolescentes.

Para isso, os participantes serão divididos em dois grupos: os que recebem a vacina Coronavac e os que recebem a vacina da Pfizer. As crianças menores de 5 anos somente serão imunizadas com o primeiro fármaco.

O objetivo é comparar a eficácia e a segurança da vacina Coronavac em crianças e adolescentes, tendo como base o imunizante da Pfizer.

As duas vacinas são aprovadas pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). A Pfizer está liberada para crianças a partir de 5 anos e a Coronavac, para crianças a partir de 6 anos.

Os participantes serão acompanhados por um ano pela equipe de pesquisa, composta por médicos pediatras, infectologistas, pneumologistas, pesquisadores e enfermeiros especializados em vacinas em crianças e adultos.

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Saúde

Pernambuco já aplicou 15.565.876 doses de vacinas contra a Covid-19

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Até está quinta-feira (20/01), Pernambuco já aplicou 15.565.876 doses de vacinas contra a Covid-19. Dessas, 7.385.362 foram primeiras doses e 6.334.243 segundas doses. Além disso, 173.101 pernambucanos tomaram o imunizante de dose única e outros 1.673.170 receberam a dose de reforço.

Também foram confirmados, 2.230 novos casos da Covid-19. Ao todo, o Estado soma 661.558 confirmações. O boletim ainda registra 4 óbitos, ocorridos entre os dias 07/04/2021 e 18/01/2022, totalizando 20.570 mortes pela doença.

 

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