Cerca de 90% das doenças do coração podem ser evitadas, o que torna a prevenção primária a chave para diminuir os riscos de morrer em decorrência de doenças cardiovasculares — a primeira causa de morte do país, segundo dados do Ministério da Saúde e da Organização Mundial da Saúde (OMS), atualizados em 2025.
De acordo com o cardiologista Thiago Marinho, do Hospital Mater Dei Goiânia, ter hábitos de vida saudáveis é um passo muito importante para a redução do risco de eventos cardiovasculares, como infarto e AVC. “A alimentação balanceada, de preferência acompanhada com o profissional da nutrição, e a realização de exercício físico de rotina já cumprem um papel muito importante na redução do risco de infartos“, garante.
Outros fatores como um sono de qualidade de sete a nova horas todas as noites, manejo do estress e controle dos fatores de risco com acompanhamento também atua na melhora a saúde cardiovascular.
Check-up em dia ajuda no diagnóstico precoce de doenças cardiovasculares
Outra medida de prevenção é o check-up anual, que pode diagnosticar a evolução do quadro ainda no estágios iniciais. Quanto ao ao melhor momento para começar, o cardiologista aponta que não existe uma idade consensual para o início de exames — tudo vai depender do perfil do paciente.
“O momento do início depende muito do paciente, se ele já tem alguma mobilidade, se tem história na família de doenças com pressão alta, colesterol, infarto, AVC, se ele tem um peso adequado ou está com sobrepeso…”, exemplifica.
A recomendação do médico é que pacientes a partir da idade adulta, mas principalmente após os 30 anos, passem a acompanhar rotineiramente um cardiologista. “O período para a realização das consultas, em geral, é anualmente ou a cada dois anos”, destaca.
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