Desde 1974, a Adidas vestiu 150 seleções na Copa do Mundo, liderando o fornecimento de uniformes. Para 2026, a marca estará presente em 30% das equipes classificadas, superando a concorrente Nike, que vestiu 76 seleções.
O ministro do STF, Alexandre de Moraes, deu um prazo de 24 horas para que Jair Bolsonaro explique a apreensão de uma arma registrada em seu nome. O incidente ocorreu durante uma abordagem policial em Brasília.
A Anvisa formou um grupo de trabalho para avaliar a segurança da vacina Butantan-DV contra a dengue, com foco em eventos adversos. O colegiado contará com especialistas e apoio do PNI.
A Agência Nacional de Aviação Civil investiga se um helicóptero envolvido em colisão no Recreio dos Bandeirantes realizava transporte aéreo clandestino. A agência recebeu denúncias em 2025 e incluiu a aeronave em monitoramento.
Na pauta de votações do Plenário desta terça-feira, estão em destaque a Criação da Universidade Federal do Esporte e a classificação de cursos como formação continuada para profissionais da educação básica.
A Operação Panóptico, deflagrada pelo Gaeco do Paraná, resultou no cumprimento de 559 mandados judiciais em diversos estados, visando desarticular o PCC. A ação envolveu cerca de mil agentes e apreensões significativas de drogas.
Durante evento em São Paulo, Fernando Haddad afirmou que os governadores foram responsáveis pela criação da chamada ‘taxa das blusinhas’, que impõe um imposto de 20% sobre compras internacionais até US$ 50. O ex-ministro fez suas declarações após a assinatura de uma medida provisória que zera essa taxa.
Em um anúncio na Truth Social, Donald Trump afirmou que o Irã concordou em não desenvolver armas nucleares. A declaração ocorre em meio a um acordo preliminar de cessar-fogo entre os EUA e o Irã, mediado pelo Paquistão.
Felipe Linares de Oliveira Dell Aquilla, conhecido como Don, foi preso pelo ICE em 5 de junho. Ele é apontado como ex-comandante do PCC e CV e é alvo de mandado internacional.
A emergência humanitária no Sudão, iniciada em abril de 2023, evidencia a discrepância entre a gravidade da crise e a escassa atenção da mídia. Com 400 mil mortos e 12 milhões de deslocados, o conflito entre as Forças Armadas Sudanesas e as Forças de Apoio Rápido é considerado uma das maiores crises do mundo.