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Esporte

CBF cria mecanismo para impedir ‘clubes de aluguel’ no futebol brasileiro

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Para vetar esse tipo de negociação, a CBF incluiu no seu regulamento essa proibição do registro sem finalidade desportiva.

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) alterou o seu Regulamento de Registro e Transferência para tentar impedir a prática conhecida como clubes de aluguel. A ideia é proibir as chamadas “transferência ponte”, que são aquelas, que, de acordo com o documento, envolvem “o registro do atleta em um clube intermediário sem finalidade desportiva, visando a obtenção de vantagem, direta ou indireta”.

Foi o caso, por exemplo, da transferência do zagueiro Iago Maidana, do Criciúma para o São Paulo. O defensor foi inicialmente registrado no Monte Cristo, da terceira divisão do Campeonato Goiano, e dois dias depois foi negociado com o São Paulo. O Tombense, que atualmente está na elite do Campeonato Mineiro, também detém os direitos federativos de diversos jogadores de alto nível que nunca jogaram pelo clube.

Para vetar esse tipo de negociação, a CBF incluiu no seu regulamento essa proibição do registro sem finalidade desportiva, presumindo que isso acontece em cinco situações, sendo duas mais usuais: quando há duas transferências definitivas em menos de três meses ou transferência definitiva seguida de empréstimo sem que o atleta jogue partidas oficiais.

Há diversos casos de jogadores que chegam e deixam um clube sem atuar por questões puramente técnicas, a CBF determina que cabe à Câmara Nacional de Resolução de Disputas (CNRD) fazer a avaliação objetiva de cada caso, levando em consideração, entre outras coisas, a idade do atleta, o número de partidas disputadas em cada clube e a remuneração recebida.

Além disso, outra nova cláusula determina que “somente será permitido o registro de contratos de atletas profissionais aos clubes que participem de competições profissionais reconhecidas pela CBF e/ou federações estaduais”

Esporte

Alan Ruschel se despede da Chapecoense com desabafo: “Não preciso da piedade de ninguém”

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O lateral-esquerdo Alan Ruschel se despediu da Chapecoense. O destino do jogador é o Goiás, onde atuará por empréstimo até o término do Campeonato Brasileiro. O contrato dele com o Verdão do Oeste, no entanto, se encerra apenas em dezembro de 2020.
Indicado pelo técnico Ney Franco, atualmente no Esmeraldino e que até pouco tempo estava na Chape, o jogador desabafou na despedida. Entre outras coisas, Ruschel destacou que é o momento “de provar que não depende da piedade de ninguém”, uma vez que é um dos três jogadores sobreviventes do acidente aéreo com a delegação alviverde na Colômbia, em novembro de 2016, junto com o zagueiro Neto e o goleiro Jakson Follmann.
– Um desafio que tinha na minha vida era voltar a jogar em alto nível. Graças a Deus eu retomei isso, que era o mais importante. Agora é um novo desafio que eu busquei, acho que primeiro para provar para mim mesmo que não dependo da piedade de ninguém. E mostrar para o Brasil que muitos não enxergam e pensam que estou na Chapecoense por favor do clube. Acho que só quem está aqui sabe que não é. Me dediquei para voltar. Minha ida para o Goiás é para mostrar para Brasil que voltei a jogar em alto nível. Tanto que o treinador lá passou aqui e viu que eu posso ajudar.
Aos 29 anos, Ruschel não baixou o tom do discurso durante a rápida conversa com a imprensa no CT da Água Amarela. O lateral falou da opção de trocar a Chape pelo Goiás.
– Difícil sair, fiz jogos importante pelo clube. Ajudei o clube a subir para a Série A do Brasileiro, tive participação na Sul-Americana, fui campeão, estive junto na tragédia aérea. Momento difícil, mas primeiro para provar para mim que posso e que consegui. Infelizmente, para algumas pessoas, as coisas tomam uma outra proporção. Minha ida para lá é para calar a boca de alguns que falam bobagem, falam coisas que não devem. Se algum momento incomodei alguém aqui, não foi por não trabalhar. Pelo contrário, saio de cabeça erguida por ter feito meu melhor aqui dentro – completou. (Por GE)

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Esporte

Nova treinadora De Yaya mescla juventude com experiência na convocação da Seleção Feminina de Futebol

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Formiga tinha 17 anos quando estreou na seleção feminina brasileira. Hoje, aos 41, sete Copas do Mundo e seis Olimpíadas depois, ela é a decana da primeira convocação da técnica Pia Sundhage. No entanto, ainda que tenha mantido a base da última Copa do Mundo, com outros nomes experientes como a craque Marta e a zagueira Monica, uma nova geração começa a pedir passagem no futebol feminino brasileiro.
A principal novidade da lista anunciada nesta terça é a volante Yaya, do São Paulo, que também chega à seleção aos 17 anos. Artilheria do Brasileiro da primeira divisão, com 18 gols, a atacante Millene, do Corinthians, de 24 anos, também chamou a atenção da treinadora atuando nos gramados do país.
Um equilíbrio entre veteranas e jovens que Pia Sundhage acredita ser o ideal para este início de trabalho, visando à primeira competição oficial, os Jogos Olímpicos de Tóquio-2020.
– Seria um erro se eu só escolhesse as mais jovens, apenas porque a gente precisa de muitas mudanças. Seria brusco demais. Vamos fazer mudanças pequenas – afirmou a treinadora na entrevista coletiva após anunciar a convocação.
– No futuro, teremos uma mescla ainda maior, mas neste primeiro momento quero dar às jogadoras um novo início.

Para a treinadora, a presença da estreante Yaya vai motivar as jovens jogadoras brasileiras.
– É uma mensagem que passo para Yaya e para as outras jogadoras. Vão pensar: “Se ela conseguiu, eu também posso conseguir”.
Para incentivar a renovação do futebol feminino brasileiro, a CBF vai lançar uma competição sub-16 com 12 equipes, mas os detalhes ainda não foram anunciados. Já as seleções de base, enfim, voltaram a ter comissões técnicas após meses sem comando.
Seleções sub-20 e sub-17, enfim, voltam a ter comando
Jonas Urias, ex-Sport e Centro Olímpico, é o novo técnico da seleção feminina sub-20, com Jessica de Lima de auxiliar. Na Sub-17, a ex-jogadora da seleção Simone Jatobá será a treinadora, auxiliada por Lindsay Camila e tendo a ex-goleira da seleção Maravilha como preparadora de goleiras.
– É importante desenvolver as categorias de base de forma integrada, trabalhando a técnica e mudando a realidade tática. Vou dedicar tempo para viajar com os times sub-20 e sub-17 quando puder – observou Pia Sundhage. (Por GE)

 

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Esporte

Série B: Jogadores do Figueirense se recusam a entrar em campo por salários atrasados e perde por WO em jogo contra o Cuiabá

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Os jogadores do Figueirense cumpriram a ameaça e não entraram em campo para enfrentar o Cuiabá na noite desta terça-feira, na Arena Pantanal, em jogo válido pela 17ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. O motivo é o protesto pelos salários atrasados. Com isso, o Cuiabá venceu por W.O. (placar de 3 a 0), ficando com os três pontos da partida.

Segundo Cristiano Dresch, vice-presidente do Cuiabá, os torcedores que pagaram pelo ingresso poderão fazer a troca para o jogo seguinte do time como mandante na Arena Pantanal, contra o Botafogo-SP, na sexta-feira.

Por volta das 20h20, com 50 minutos de atraso em relação ao cronograma inicial, os jogadores do Figueirense deixaram o hotel em direção à Arena Pantanal. No vestiário, permaneceram por 40 minutos, enquanto os atletas do Cuiabá realizaram o aquecimento no gramado. Na sequência, voltaram ao veículo e foram embora, sem dar entrevistas.
O árbitro da partida, Pathrice Wallace Corrêa Maia, seguiu o protocolo e aguardou 30 minutos, mas os jogadores da equipe catarinense não foram ao gramado. Maia, então, determinou o fim da partida. O caso será relatado na súmula.

A paralisação do elenco do Figueirense começou na tarde da última sexta, quando os jogadores não se reapresentaram após a derrota por 1 a 0 para a Ponte Preta. A atitude se repetiu no fim de semana.

No domingo, por meio de nota, a diretoria afirmou que quitaria o salário CLT de julho e os dois meses de direitos de imagens em atraso no próximo dia 28 de agosto. Na sequência, os atletas rebateram o comunicado e exigiram o pagamento até esta terça – se não recebessem, não entrariam em campo, como de fato ocorreu.

O Figueirense agora fica sujeito a punições em duas frentes: pela CBF e pelo STJD. Como foi o primeiro W.O. do time, a punição será a derrota na tabela (por 3 a 0) e multas. Em caso de reincidência, o clube fica sujeito a ser excluído da competição.

Imediatamente, a CBF aplica as punições previstas no RGC(Regulamento Geral das Competições). (Por GE)

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