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Brasil

Com alimentos em queda, inflação dos mais pobres é a menor da história

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De acordo com IPCA, comer ficou mais barato no país

inflação para as famílias mais pobres recuou para o menor nível da história de Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (INPCA), também conhecido como IPCA. Em 2017, o indicador que mede a variação de preços para esse grupo ficou em 2,07%; para a média do País, o número foi ligeiramente maior, ficou em 2,95%.

A queda de preços de alimentos importantes na mesa dos brasileiros colaborou para que o ano fosse melhor para essas famílias. Arroz, carne, frutas e muitos outros itens ficaram mais baratos em 2017. O fenômeno foi observado, por exemplo, no quilo do feijão-carioca, que chegou a custar quase R$ 10 em 2016. No ano passado, o alimento ficou 46,06% mais barato. Já o feijão-preto teve redução de 36,09%. Com informações do Portal Brasil.

Por Notícias ao Minuto

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Brasil

Fluxo em lojas físicas sobe 194% em junho; em shoppings, alta de 126%

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No comparativo com junho do ano anterior, porém, o fluxo caiu 75,94% nos shopping centers e 70,94% nas lojas físicas.

Com a abertura do comércio em várias cidades do país, os shoppings já puderam sentir os primeirso resutaldos. No comparativo de junho com maio deste ano, houve aumento de 194% na movimentação das lojas físicas e de 126% nos shopping centers de todo o País. No comparativo com junho do ano anterior, porém, o fluxo caiu 75,94% nos shopping centers e 70,94% nas lojas físicas.

Os dados são do Índice de Performance do Varejo (IPV), realizado em conjunto pela FX Retail Analytics, pela F360º, plataforma de gestão de varejo para franquias, pequenos e médios varejistas, em parceria com a Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC).

Na análise regional, comparando os resultados de maio com abril deste ano, as lojas físicas do Norte tiveram o maior aumento de fluxo, com 322,86%, seguidas por Sudeste, com 248,72%, e Nordeste, 174,57%. As regiões Sul e Centro-Oeste, que tiveram o maior índice no mês passado, também registraram aumentos, de 23,78% e 71,8%, respectivamente.

Entre os shopping centers, o melhor desempenho de fluxo de pessoas foi da região Nordeste, com alta de 536,14%. Os centros do Sudeste cresceram 385,78% e os do Norte, 130,63%. A região Sul, que já havia flexibilizado o comércio no mês anterior, cresceu 30,32%. Os centros de compras da região Centro-Oeste não entraram no levantamento.

Por Estadão Conteúdo

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Brasil

Auxílio emergencial elevou padrão de vida em 23 milhões de domicílios

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Mais de 93% da renda dos lares mais pobres veio do benefício

Em três meses de vigência, o auxílio emergencial de R$ 600 (R$ 1,2 mil para mães solteiras) elevou o padrão de vida em mais de 23 milhões de lares brasileiros, revelou relatório divulgado, hoje (8), pela Secretaria de Política Econômica do Ministério da Economia. Nos domicílios mais pobres, mais de 93% da renda vem do benefício social.

A secretaria publicou nota informativa em que usa dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD – Covid-19) para analisar a abrangência, a focalização e o efeito sobre a distribuição de renda do auxílio emergencial.

De acordo com o texto, a medida conseguiu atender aos objetivos ao se concentrar nos trabalhadores informais e nos indivíduos, tanto os que estão sem ocupação como fora da força de trabalho, em especial, nas faixas mais baixas da distribuição de renda.

Segundo a análise, a medida é fortemente concentrada nos 30% mais pobres da população brasileira, apesar de denúncias apuradas pela Controladoria-Geral da União (CGU) de que pessoas que não teriam direito ao auxílio recebem o benefício. Nos cerca de 23 milhões de domicílios com elevação do padrão de vida, informou o relatório, o auxílio emergencial permitiu que os moradores saíssem do nível habitual de renda a padrões que superam os limites de extrema pobreza e de pobreza.

“O auxílio emergencial conseguiu atingir plenamente os seus objetivos. O foco na população mais pobre e nos trabalhadores informais merece destaque. Muitas famílias tiveram sua vida melhorada pelo auxílio, permitindo a adoção de práticas voltadas à prevenção contra a Covid-19 e a elevação do seu padrão de consumo”, informou o Ministério da Economia em comunicado. Da Agência Brasil

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Brasil

Bolsonaro diz que nenhum país preservou vidas e empregos como o Brasil

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Ele acrescentou que “o combate ao vírus não poderia ter um efeito colateral pior do que o próprio vírus”.

Presidente Jair Bolsonaro garantiu hoje que nenhum país do mundo preservou vidas e empregos como o Brasil sem espalhar o pânico na população, durante a pandemia provocada pelo novo coronavírus.

“Nenhum país do mundo fez como o Brasil. Preservamos vidas e empregos sem espalhar pânico, o que também leva à depressão e à morte”, escreveu Bolsonaro em sua conta na rede social Twitter.

Ele acrescentou que “o combate ao vírus não poderia ter um efeito colateral pior do que o próprio vírus”, insistindo nas críticas às medidas de distanciamento social impostas pelos governos regionais para tentar impedir a proliferação da pandemia.

As considerações de Bolsonaro ignoram o fato de o país ser o segundo do mundo com o maior número de vítimas e casos confirmados da covid-19, apenas atrás dos Estados Unidos, continuando a posicionar-se como um dos focos globais da pandemia na América Latina.

Bolsonaro, de 65 anos, tem negado a gravidade da pandemia e está trabalhando remotamente no Palácio da Alvorada, sua residência oficial, desde terça-feira, depois de anunciar que foi infectado com o novo coronavírus.

O Presidente é um dos poucos líderes mundiais que considera que a covid-19 é uma simples “gripe” que não oferece perigo, exceto para a população com mais de 65 anos ou para quem sofre de doenças crônicas.

Por esse motivo ele sempre censurou as medidas de isolamento social impostas pelas autoridades regionais desde a chegada da pandemia ao país, que impedem que as pessoas saiam para “ganhar a vida” e que “o Brasil avance”.

Na sua mensagem de hoje, Bolsonaro destacou que o Governo central criou meios para preservar empregos e que não se dedica apenas a “retardar o contágio”, como fizeram alguns líderes regionais.

“O nosso Governo atendeu a todos com recursos e meios necessários. Mais ainda, criamos meios para preservar empregos e auxiliamos com cinco parcelas de R$ 600,00 um universo de 60 milhões de informais/invisíveis [prestadores de serviço em contrato de trabalho]”.

Na segunda-feira, o Presidente passou por outro teste de diagnóstico ao novo coronavírus, o quarto desde o início da crise de saúde, e o resultado foi positivo.

Embora permaneça isolado no Palácio da Alvorada, Bolsonaro continua a governar e disse estar melhor após iniciar tratamento com cloroquina, substância cuja eficácia contra a covid-19 não foi cientificamente comprovada e que tem sérios efeitos colaterais.

“Para aqueles que vão contra a hidroxicloroquina, mas não dão outras alternativas, lamento informar que sou muito bom em usá-la e com a graça de Deus vou viver ainda mais”, garantiu na mesma mensagem divulgada nas redes sociais.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 544 mil mortos e infectou mais de 11,85 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Por Noticias ao Minuto

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