Conecte-se Conosco

Esporte

Com Marta e Formiga, Seleção Brasileira estreia nesta quarta nas Olimpíadas

Publicado

em

Acabou a espera pelos primeiros Jogos Olímpicos da história adiados, por causa da pandemia de covid-19. A Cerimônia de Abertura de Tóquio será na sexta-feira, às 8h. Mas algumas disputas começam antes. O ponto de partida será o jogo de softbol entre Austrália e Japão, hoje, às 21h. A estreia do Brasil será em um esporte que o país tem mais familiaridade: o futebol. A Seleção feminina enfrenta a China, amanhã, às 5h, no primeiro desafio rumo ao inédito ouro para coroar duas lendas da modalidade: Marta e Formiga.
Miraildes Maciel Mota, a Formiga, atuou na estreia do futebol feminino no maior evento esportivo do mundo, em Atlanta, em 1996. Desde então, a meia esteve em todas as edições, chegando à sétima participação dela, em Tóquio, aos 43 anos. Nem ela mesma acreditava que chegaria tão longe em tão alto nível. A aposentadoria da amarelinha havia sido anunciada para depois dos Jogos do Rio-2016, quando o Brasil contou com estádios lotados, mas acabou eliminado pela Suécia comandada por Pia Sundhage, nas semifinais.
Em Tóquio, Marta terá, mais uma vez, a responsabilidade de vestir a camisa 10. Consagrada como uma das maiores atletas da modalidade, a brasileira eleita seis vezes a melhor do mundo tenta a medalha pela sexta vez. Bateu na trave duas vezes com a prata. Em Tóquio, aos 35 anos, lutará pela redenção. “Sabemos das dificuldades, mas representar o Brasil em uma Olimpíada é sempre uma responsabilidade grande. Uma medalha de ouro vai ser importante para a evolução do esporte”, comentou.
De algoz, Pia tornou-se um marco do momento de maior visibilidade do futebol feminino no Brasil. Em 2019, a sueca foi a primeira estrangeira a comandar uma Seleção Brasileira, após a eliminação do país nas oitavas de final da Copa do Mundo. A Era Pia começou com mudanças estruturais na Confederação Brasileira de Futebol (CBF). A equipe passou a contar com uma Coordenadora de Competições, cargo ocupado por Aline Pellegrino, e a ex-jogadora Duda Luizelli assumiu a função de Coordenadora de Seleções.
Aquela equipe brasileira comandada por Oswaldo Fumeiro Alvarez, o Vadão, tinha uma comissão formada apenas por homens. Por exigência da Fifa, três anos depois, a Seleção passou a contar com uma mulher na comissão técnica e uma na comissão médica na Copa do Mundo de 2019. Em Tóquio, o grupo por trás das jogadoras é formado por seis mulheres e sete homens. Uma relação mais igualitária, que também é sentida no bolso das atletas. Desde 2020, a CBF passou a pagar o mesmo valor pelas diárias por convocações e a mesma porcentagem em premiações para os times feminino e masculino.
Números dão esperança
Em campo, os números da Era Pia alimentam esperança de uma equipe competitiva. Foram 18 jogos que renderam 11 vitórias, cinco empates e apenas duas derrotas. Neles, a equipe marcou 49 gols e sofreu oito. O maior crescimento foi defensivo, com uma organização ajustada. Até chegar às 22 jogadoras que atuarão em Tóquio, Pia convocou 61. Também tiveram as discordâncias, a mais polêmica foi o corte da atacante Cristiane da lista final.
Mas Pia conhece como ninguém a dinâmica dos Jogos. A treinadora esteve nas três últimas finais da competição, sendo bicampeã com os Estados Unidos e medalhista de prata com a Suécia. “Temos uma arma na mão, uma técnica muito experiente. Ela conhece bem o que é jogar essa competição e enfrentar grandes equipes. Estamos em ótimas mãos”, descreveu a atacante Debinha.
Tem uma lembrança, porém, que o Brasil não quer mudar. A primeira adversária em Tóquio será a China, a mesma que as brasileiras venceram, por 3 x 0, na abertura das Olimpíadas do Rio, diante de 27.618 torcedores no Nilton Santos. Em Tóquio, não haverá público devido à pandemia. Mas a Seleção tentará manter uma invencibilidade em estreias de Jogos Olímpicos que dura desde 1996. Apesar de ser uma das grandes forças mundiais pela história construída na modalidade, a seleção chinesa vive uma nova safra, mas enfrentou desfalques importantes neste ciclo olímpico.
Brasil e China integram o Grupo F, ao lado de Holanda e Zâmbia. As duas melhores equipes de cada grupo se classificam para as quartas de final. As duas melhores terceiras colocadas no geral também avançam de fase, mas, na chave do Brasil, isso pode acarretar um cruzamento com Estados Unidos logo no primeiro jogo eliminatório. As americanas são as grandes favoritas ao título olímpico.
Por:diario de pernambuco

Seja sempre o primeiro a saber. Baixe os nossos aplicativos gratuito.

Siga-nos em nossas redes sociais FacebookTwitter e InstagramVocê também pode ajudar a fazer o nosso Blog, nos enviando sugestão de pauta, fotos e vídeos para nossa a redação do Blog do Silva Lima por e-mail [email protected] ou WhatsApp (87) 9 9937-6606 ou 9 9101-6973.

Esporte

Após medalha de Rayssa,deputado quer crianças de 13 anos trabalhando

Publicado

em

Depois da vitória da skatista Rayssa Leal, de 13 anos, nas Olimpíadas de Tóquio, o deputado federal Sóstenes Cavalcante (DEM-RJ) usou as redes sociais, nesta segunda-feira (26/7), para apoiar o trabalho infantil. “As crianças brasileiras de 13 anos não podem trabalhar, mas a skatista Rayssa Leal ganhou a medalha de prata nas Olimpíadas… Ué! É pra pensar… Parabéns à nossa medalhista olímpica! E revisão do Estatuto da Criança e Adolescente já!”, escreveu. No Brasil, são consideradas trabalho infantil e, portanto, proibidas: atividades econômicas e de sobrevivência, remuneradas ou não, praticadas por crianças ou adolescentes com menos de 16 anos, com exceção da condição de aprendiz, a partir dos 14 anos. Dados do IBGE, apontam que cerca de 2,5 milhões de crianças e adolescentes entre 5 e 17 anos trabalham no país. As atividades mais comuns são o trabalho doméstico, agricultura, construção civil, lixões e tráfico de drogas. “Art. 60. É proibido qualquer trabalho a menores de 14 anos de idade. Eu defendo a revisão desse artigo no Estatuto da Criança e Adolescente. Se atentem para a palavra QUALQUER no texto da lei”, finalizou o deputado.

Foto: Will Shutter/Câmara dos Deputados e Jeff Pachoud/AFP

Por Diário de Pernambuco

Seja sempre o primeiro a saber. Baixe os nossos aplicativos gratuito.

Siga-nos em nossas redes sociais FacebookTwitter e InstagramVocê também pode ajudar a fazer o nosso Blog, nos enviando sugestão de pauta, fotos e vídeos para nossa a redação do Blog do Silva Lima por e-mail [email protected] ou WhatsApp (87) 9 9937-6606 ou 9 9101-6973.

Continue lendo

Esporte

Brasil sofre mas bate Argentina no vôlei masculino

Publicado

em

Na manhã desta segunda-feira (26), o Brasil enfrentou a Argentina no vôlei masculino e acabou superando os adversários após jogo bastante intenso.

Os hermanos lideraram os dois primeiros sets, mas no terceiro e quarto set o Brasil virou o jogo e liderou a partida. O set da vitória foi bastante apertado (16/14) marcando a vitória da seleção brasileira.

Durante a partida, a pequena participação de Douglas causou alvoroço nas redes sociais, já que o atleta entrou em quadra, marcou ponto e foi homenageado com a música de Pabllo Vittar ‘Zap Zum’ na quadra em Tóquio. A canção da Drag Queen é uma das mais tocadas das Olimpíadas. (Por Esporte ao minuto)

Seja sempre o primeiro a saber. Baixe os nossos aplicativos gratuito.

Siga-nos em nossas redes sociais FacebookTwitter e InstagramVocê também pode ajudar a fazer o nosso Blog, nos enviando sugestão de pauta, fotos e vídeos para nossa a redação do Blog do Silva Lima por e-mail [email protected] ou WhatsApp (87) 9 9937-6606 ou 9 9101-6973.

Continue lendo

Esporte

Skatista Rayssa Leal faz história e conquista prata nas Olimpíadas aos 13 anos

Publicado

em

A skatista Rayssa Leal, 13, gravou seu nome na história do esporte e dos Jogos Olímpicos nesta segunda-feira (26), com a medalha de prata na categoria street das Olimpíadas de Tóquio-2020.

Essa é a primeira vez que o skate é disputado nos Jogos, e o Brasil já havia saído com uma medalha no primeiro dia do street, a prata de Kelvin Hoefler neste domingo (25). As provas da categoria park serão realizadas em 4 e 5 de agosto.

Se antes havia a expectativa de um pódio duplo ou até triplo, já que o Brasil tinha algumas das principais participantes da prova, coube a Rayssa a responsabilidade de buscar a medalha sozinha, após as surpreendentes eliminações de Pâmela Rosa e Leticia Bufoni nas eliminatórias.

Rayssa Leal, fenômeno do esporte aos 13 anos, é a participante mais nova do Brasil na história dos Jogos e agora também a mais nova medalhista do país.

Natural de Imperatriz (MA), ela ganhou projeção nas redes sociais aos 6, com um vídeo em que aparecia acertando manobras vestida com uma fantasia da personagem Sininho. Isso lhe rendeu o apelido de Fadinha, que a acompanha até hoje.

Nos últimos anos, a atleta de 1,47 m de altura e 35 kg se tornou um dos principais nomes do street no mundo. Foi vice-campeã mundial em 2019 e chegou bem cotada para as Olimpíadas.

O surgimento dela e de outras adolescentes com destaque no skate alimentou o debate sobre a criação de um limite mínimo de idade para participar dos Jogos, algo que já ocorre em outros esportes, como a ginástica artística. O tema deve ser discutido para a próxima edição, em Paris-2024.

No Japão, Rayssa está acompanhada da mãe, Lilian, que tem acesso à Vila Olímpica. Nos últimos dias, ela viralizou ao chamar a lenda Tony Hawk de “tio”, interagir com famosos nas redes sociais e ser adotada com carinho pela torcida brasileira.

Ela, que costuma definir sua relação com o esporte como uma “brincadeira com responsabilidade”, de fato conseguiu encarar a pressão da estreia olímpica de maneira leve e concluiu da forma como está acostumada: sorrindo e com uma medalha no pescoço.

Por:esporte ao minuto

Seja sempre o primeiro a saber. Baixe os nossos aplicativos gratuito.

Siga-nos em nossas redes sociais FacebookTwitter e InstagramVocê também pode ajudar a fazer o nosso Blog, nos enviando sugestão de pauta, fotos e vídeos para nossa a redação do Blog do Silva Lima por e-mail [email protected] ou WhatsApp (87) 9 9937-6606 ou 9 9101-6973.

Continue lendo
Propaganda

Trending