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Brasil

Concursos no Ceará somam mais de 500 vagas; confira os editais

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Quatro concursos no Ceará ofertam quase 600 vagas e pagam salários que variam de R$ 988 a R$ 13.150. O concurso para o Censo 2020 do IBGE tem 2,6 mil vagas, sendo 127 para o Ceará. As inscrições de todos eles estão abertas. Confira as informações.

Prefeitura de Quixeramobim

No sertão Central, a Prefeitura de Quixeramobim divulgou edital de concurso público com 400 vagas, sendo 184 para contratação imediata e as demais para o cadastro de reserva. Os salários chegam a R$ 8 mil para as vagas de nível médio, e as inscrições podem ser feitas até 7 de outubro.

Prefeitura de Banabuiú

A Prefeitura de Banabuiú tem o edital com os melhores salários de um concurso com inscrições abertas no Ceará no momento. Os salários podem chegar a R$ 13.150 para os cargos de nível superior. As inscrições podem ser feitas até 25 de outubro, e as provas estão agendadas para novembro.

Prefeitura de Sobral

Em Sobral, na região Norte do Ceará, o concurso público municipal tem 18 vagas para vagas efetivas n Secretaria do Trabalho e Desenvolvimento Econômico (STDE) e no Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE). Os salários variam entre R$ 1,4 mil e R$ 4.160,40.

UFC

A Universidade Federal do Ceará (UFC) anunciou edital para concurso público com 26 vagas, entre níveis médio e superior. Os salários chegam a R$ 4,6 mil e há colocações para os campi de Fortaleza, Crateús, Russas e Quixadá.

Concursos em outros estados

Em todo o país, pelo menos 180 órgãos de todo o país estão com inscrições abertas para preencher quase 20,5 mil vagas em concursos públicos. Há oportunidades para todos os níveis de escolaridade.

Confira todas as oportunidades.

Por G1 CE

 

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Brasil

Mapeamento de combate à Covid-19 destaca municípios com boas práticas, inclusive em PE

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Além dessas, outras ideias estão em curso e podem servir de inspiração ou até mesmo serem replicadas por outras cidades

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Suspensão de aulas, de eventos para grandes públicos e de serviços públicos não essenciais têm sido as iniciativas mais presentes até o momento nos municípios brasileiros para combater a Covid-19.

Além dessas, outras ideias estão em curso e podem servir de inspiração ou até mesmo serem replicadas por outras cidades. É o que indica um levantamento de boas práticas dos governos municipais realizado pela Agenda Pública, organização especialista no aprimoramento de serviços públicos e integrante da Rede Folha de Empreendedores Socioambientais.

As iniciativas catalogadas até o momento podem ser acessadas no site (https://www.agendapublica.org.br/).

“Medidas que trazem previsibilidade e são comunicadas de forma transparente consequentemente acalmam os cidadãos”, diz o cientista político Sergio Andrade, diretor e fundador da Agenda Pública. “Existem ações simples, inteligentes e coordenadas nos municípios que se tornaram essenciais para conter a disseminação do coronavírus.”

Entre as ações diferenciadas implantadas pelas cidades, foi destacada uma feita pela cidade São Bento do Una (PE), com cerca de 60 mil habitantes.

Foram criados grupos de Whatsapp gerenciados pela prefeitura para fomentar o comércio local durante a pandemia. Além de divulgar empreendimentos, a ação evita que a população saia do isolamento social, fazendo entregas em casa. Os grupos abrangem comércios de primeira necessidade, como alimentos e medicamentos, mas também demais mercadorias.

Em Santos (SP), há o Comitê de Contingência para Enfrentamento do Coronavírus, que discute ações com hospitais, secretarias e ativos econômicos. Idosos que moram sozinhos são monitorados pelo Televida, programa de assistência a distância que conta com pulseira com botão de emergência e dispositivo ligado ao telefone. Ao pressionar o botão, aciona-se o sistema de viva-voz que faz contato com a central médica.

E a pequena cidade de Itarana (ES), com pouco mais de 10 mil habitantes, criou o Disque Aglomeração, canal de denúncia de violação às medidas restritivas.

No mapeamento, a Agenda Pública destaca a importância das gestões locais estarem atentas às seguintes questões: acompanhar a agenda nacional e estadual de medidas de suporte econômico aos cidadãos e às próprias cidades, de modo a incluir o município nessas agendas; acompanhar a agenda de organizações da sociedade civil que estejam mobilizando esforços de apoio a pequenos negócios locais e trabalhadores autônomos, por exemplo; incluir secretarias relacionadas ao tema (como trabalho, desenvolvimento econômico e assistência social) nos gabinetes de crise e planejamento de ações relativas ao momento; garantir plena comunicação de todas as decisões, ações e suportes.

A redução de incertezas e a garantia de algum nível de previsibilidade em meio à crise podem conter parte dos seus efeitos negativos e gerar respostas efetivas.

“Também abrimos espaço para os gestores que tiverem indicações de ações para reativação da economia local que sirvam de inspiração e possam ser replicadas em outros municípios”, reforça Sergio Andrade. Para contribuir com o mapeamento colaborativo, basta acessar o site.Já os Guias de Ações para Gestores Públicos reúnem uma série de informações que ajudam os líderes dos municípios em temas como transparência, compras públicas, auxílio emergencial e como criar e utilizar um plenário virtual para que as decisões sejam mantidas.

“Nossa equipe desenvolveu materiais a partir de leis relacionadas a esses temas com diretrizes sobre como os governantes devem agir nesse cenário adverso da pandemia”, afirma Andrade.

Com informações do Folhapress

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Brasil

Brasil supera Espanha e se torna 5º país com mais mortes por covid-19

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Os outros quatro países com mais mortes são EUA (102 mil), Reino Unido (38,2 mil), Itália (33,2 mil) e França (28,7 mil).

O Brasil registrou 1.124 novas mortes por coronavírus em 24 horas e, com um total de 27.878 óbitos desde o início da pandemia, agora é o quinto país com mais mortes ao superar a Espanha.

O país europeu anotou um total de 27.121 mortes. O país foi um dos mais afetados pela crise da Covid-19. O governo decretou um confinamento estrito durante mais de dois meses, que, com a desaceleração de casos e óbitos, começou a ser suavizado há duas semanas.

Os outros quatro países com mais mortes são EUA (102 mil), Reino Unido (38,2 mil), Itália (33,2 mil) e França (28,7 mil).

Também foram registrados 26.928 novos casos no Brasil em um dia, um recorde, segundo dados do Ministério da Saúde. O total é de 465.166.

Em número de casos, o Brasil é o segundo país mais afetado, de acordo com a Universidade Johns Hopkins (EUA). Em números absolutos, fica atrás apenas dos Estados Unidos, que têm 1,7 milhão de casos.

O Ministério da Saúde, no entanto, admite que o número real de casos no Brasil tende a ser maior, já que ainda há testes represados em alguns locais e possibilidade de subnotificação.

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Brasil

Queda do PIB brasileiro no 1º tri é menos intensa que de outros países

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Entre as principais economias mundiais, a China foi a que registrou a maior queda no PIB trimestral, de 9,8%

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A economia brasileira teve um recuo de 1,5% no primeiro trimestre deste ano, segundo dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta sexta-feira (29). A retração é menos intensa do que a de países europeus, como Alemanha, França, Itália e Portugal, e fica abaixo também da China, que teve o maior recuo até agora, de 9,8%.

O três primeiros meses do ano foram marcados pelo início de medidas de distanciamento social em grande parte do mundo, com o objetivo de conter a propagação do novo coronavírus. No Brasil, as medidas foram adotadas a partir da última quinzena do trimestre. Antes disso, o impacto da pandemia em outros países já trazia reflexos sobre a economia brasileira.

Entre as principais economias mundiais, a China foi a que registrou a maior queda no PIB trimestral, de 9,8%. O país asiático foi o primeiro foco do novo coronavírus.

Na Zona do Euro, segundo foco da crise internacional, houve retração de 3,3%. Até mesmo a Suécia, país que não adotou o isolamento, viu o PIB encolher no período (-0,3%).

Países nos quais a circulação do vírus começou mais tarde, como o Brasil, foram menos atingidos economicamente. Nos EUA, o PIB recuou 1,2% no trimestre.

Segundo dados compilados pela OCDE, entre as 50 economias mais relevantes, apenas duas registraram crescimento no trimestre. A Finlândia cresceu apenas 0,1%. O Chile avançou 3% no período, mas seu resultado se deve à base de comparação, pois a economia chilena teve o pior desempenho para o quarto trimestre de 2019 entre os países selecionados.

O PIB é uma medida da produção de bens e serviços do país em um determinado período, e o seu aumento é utilizado como sinônimo de crescimento da economia.

O Brasil vem de um período de três anos de fraco crescimento econômico. A expectativa dos analistas é que, no segundo trimestre deste ano, marcado por dois meses quase completos de isolamento social na maior parte do país, a economia apresente retração ainda maior.

Isso porque, nos primeiros três meses do ano, apenas a segunda quinzena de março foi afetada pelo distanciamento social. O período anterior foi mais impactado pela paralisação de outros países e a consequente quebra no fornecimento de produtos pelos parceiros comerciais.

De acordo com análise publicada pelo economista Marcel Balassiano, da área de Economia Aplicada do Ibre (Instituto Brasileiro de Economia da FGV), 82% dos países acompanhados pelo FMI (Fundo Monetário Internacional) devem apresentar desempenho melhor da economia do que o Brasil no biênio 2020/2021.

Segundo a Economist Intelligence Unit, o Brasil deve ser a economia mais afetada pela Covid-19 em uma amostra de 19 países, quando se compara a previsão para o PIB em 2020 antes e depois da pandemia.

POR NICOLA PAMPLONA E EDUARDO CUCOLO

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