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Saúde

Confira os 6 principais exames que as mulheres devem fazer

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O indicado é ir pelo menos uma vez ao ano para saber se está tudo bem com a sua saúde sexual e reprodutiva

Você se recorda quando foi a última vez que se consultou com o seu ginecologista? Segundo pesquisa divulgada em fevereiro deste ano pela Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), em parceria com o Datafolha, pelo menos cinco milhões das mulheres brasileiras não têm o hábito de ir ao ginecologista-obstetra. Dessas, quatro milhões nunca procuraram esse atendimento e outras 16,2 milhões não passam por consulta há mais de um ano.

Segundo a ginecologista e obstetra de São Paulo, Dra. Maria Elisa Noriler, muitas doenças podem não apresentar sintomas, o que se faz necessária uma consulta com o especialista para uma avaliação completa, incluindo possíveis alterações ou irregularidades no organismo. “O ideal é que a primeira ida ao ginecologista seja realizada a partir da primeira menstruação, e que depois elas aconteçam pelo menos uma vez ao ano. Nessas consultas de rotina, além da avaliação médica, é comum também orientar a paciente sobre métodos contraceptivos, prevenção de doenças, sintomas e cuidados na TPM, dúvidas sobre relação sexual e outros assuntos”, explica a especialista.

Já a solicitação de exames pode depender da idade, fatores de risco, se já foram diagnosticadas alterações e também devido às queixas que a paciente possa apresentar. Conheça alguns dos principais exames que auxiliam na prevenção de doenças de acordo com a ginecologista:

Papanicolau: A realização desse exame é importante para detectar HPV, câncer do colo de útero e diversas DSTs. Devem realizar anualmente o procedimento as mulheres que têm entre 25 e 65 anos e que já tiveram relações sexuais.

Mamografia: Este exame, que tem como finalidade estudar o tecido mamário, é o principal meio para detectar lesões benignas e cânceres, que geralmente se apresentam como nódulos ou calcificações. Mulheres acima dos 40 anos devem fazer o exame anualmente ou quando o médico julgar necessário, de acordo com a inclusão da paciente no grupo de risco.

Ultrassom pélvico: Este exame avalia os órgãos genitais internos da mulher (ovários, útero e trompas) e serve para detectar doenças, acompanhar a gestação e controlar a ovulação em episódios de infertilidade.

Colposcopia: É realizada para analisar a vulva, a vagina e o colo do útero, com o objetivo de identificar inflamações ou doenças como o HPV e o câncer. Normalmente, é solicitada em caso de alteração no papanicolau.

Ultrassom de tireoide: Ajuda a detectar nódulos na região e a evitar possíveis disfunções e doenças que podem prejudicar a produção dos hormônios essenciais para a saúde da mulher.

Densitometria óssea: Indicado para mulheres que já passaram pela menopausa, este exame serve para medir a densidade dos ossos e a possível perda de massa óssea, além de atuar na prevenção e no diagnóstico da osteoporose.

“Cuidados preventivos são as melhores medidas para manter a saúde da mulher em dia e devem ser realizados mesmo que elas estejam se sentindo saudáveis. Doenças descobertas no início, geralmente, têm maiores chances de cura e, por isso, é tão importante visitar o médico regularmente”, finaliza a ginecologista.

Por Notícias ao Minuto

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Saúde

Cedro-PE: Prefeitura Municipal, através da Secretaria de Saúde, realiza atividade de exames com usuários da Academia da Cidade e da Saúde

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A Prefeitura do Cedro, através da Secretaria de Saúde, realizou nessa terça-feira, 19 de março, uma atividade de exames com os usuários da Academia da Cidade e da Saúde. Os usuários passaram por uma avaliação para que a equipe saiba quais os melhores exercícios oferecer para a boa saúde de todos os usuários da academia.

O Programa conta com um corpo de profissionais de educador físico, fisioterapeuta e instrutor para atender as centenas de pessoas que fazem uso do equipamento todos os dias.

Galeria de fotos:

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Publicado por Prefeitura do Cedro – PE em Terça-feira, 19 de março de 2019

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Saúde

Vacina ainda é o método mais eficaz na erradicação de epidemias

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Infecções que estavam esquecidas no tempo voltam a assolar e, com ela, a polêmica da eficácia e a relação entre riscos e benefícios da vacinação. Há quem defenda que o fato de algumas patologias estarem erradicadas se torna desnecessário a vacinação, além de expor crianças saudáveis a um vírus atenuado ou vírus morto.  Além disso, se o vírus foi erradicado, estimular o sistema imunológico para se defender de uma doença que, teoricamente, não reaparecerá é perda de tempo e a um custo que não é pequeno. Essa é uma defesa da comunidade científica que voltou a ser debatido entre os estudiosos, principalmente com o movimento antivacina, que vem ganhando adeptos no Brasil.

Mesmo com opiniões contrárias à vacinação, sua eficácia tem sido comprovada na erradicação de muitas doenças. Segundo dados da Organização das Nações Unidas (OMS), a febre amarela mata um em cada três afetados, sendo considerado um número altíssimo, porém, apenas um em cada 500 mil pessoas morre por efeitos adversos da vacinação. De acordo com o ortopedista, Rui Eduardo, só esses dados deveriam ser o suficiente para calar o grupo antivacina, mas não é o que acontece.

“A vacina foi um dos maiores achados na busca da saúde e aumento da longevidade da humanidade. Juntamente com a água tratada e os avanços na conservação de alimentos e desenvolvimento da agroindústria, a vacinação é um dos pilares que tornou possível o aumento da altura da população, da longevidade, e de seus parâmetros intelectuais e de saúde”, relata.

A Europa, exemplo de medicina preventiva, vive um surto de Sarampo com 35 mortes, mais de 21 mil afetados pela doença, um número 400% maior que o ano passado, em 15 dos 53 países do continente. Ainda de acordo com o Dr. Rui, o efeito rebanho é o possível causador de eventuais surtos. Cerca de 3% das crianças não comparecem ou não recebem a vacinação durante a campanha, porém 97% não adquirem e, portanto, não prolifera a doença, os 3% são protegidos.

“O problema é que outros três por cento surgirão na próxima campanha e assim sucessivamente até que haja uma grande percentagem de não vacinados”, conclui. Outra maneira de contágio são os fluxos migratórios que no Brasil ocorreram com a entrada indiscriminada de venezuelanos por Roraima.

(Por PE notícias)

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Saúde

Vacina vira vítima do seu próprio sucesso em Pernambuco

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Com a diminuição dos riscos de transmissão de algumas doenças (algumas até já erradicadas no Brasil, como a poliomielite), a população passa a se preocupar mais com mensagens equivocadas sobre a imunização do que com a importância de se proteger. Esse é um dos fatores que levam à criação dos movimentos antivacina, que lamentavelmente crescem em todo o mundo e trazem prejuízos irreversíveis à saúde pública. O fenômeno não tem base científica e compartilha reflexões capazes de aniquilar os ganhos que o Brasil alcançou com a vacinação. 

“Nunca devemos baixar a guarda. Os patógenos (organismos, como vírus e bactérias, capazes de levar a enfermidades) estão ao nosso redor. Se a cobertura não for boa, corremos o risco de ver casos de doenças que já foram responsáveis por milhares de complicações e mortes”, frisa a infectopediatra Ângela Rocha, chefe do Setor de Infectologia Pediátrica do Hospital Universitário Oswaldo Cruz (Huoc), em Santo Amaro, área central do Recife. “Estou no serviço desde 1973 e já acompanhei doenças que eram muitos comuns, como difteria. Houve uma época em que o setor atendia anualmente mais de 200 casos da doença, hoje controlada graças à imunização”, diz a médica. 

Em Pernambuco, o último caso de difteria aconteceu no ano passado: um jovem de 18 anos, residente em Salgueiro, no Sertão, teve a infecção. Em 2017, não houve casos e, em 2016, uma bebê menor de 1 ano, moradora de São Lourenço da Mata, no Grande Recife, teve a doença. Como o Brasil apresentou redução na incidência da enfermidade por causa da ampliação das coberturas vacinais, a difteria se tornou rara. 

A taxa atual para difteria, no entanto, requer cautela em Pernambuco. Em 2018, a cobertura vacinal, que deveria ser de 95%, ficou em 89,5% entre os menores de 1 ano. Um detalhe é que a vacina também protege contra coqueluche e tétano. Assim, quem não está imunizado fica susceptível às três doenças.

“As vacinas são mesmo vítimas do seu próprio sucesso. Com as aplicações rotineiras nos anos 1990 e 2000, tivemos praticamente controle das doenças que eram vistas com muita frequência, como sarampo e pólio. A imunização também diminuiu bastante a incidência das doenças meningocócicas. Não temos mais epidemias dessa enfermidade como há anos. Então, isso passa uma falsa segurança para as famílias, que deixam de se proteger porque não veem mais casos”, salienta o pediatra Eduardo Jorge da Fonseca Lima, que não se cansa de lutar contra o antivacinismo.

“Não duvido da segurança e da eficácia das vacinas. Minha filha Luana fez 5 meses e já trouxe ao posto para tomar a segunda dose da meningocócica C”, conta a psicóloga Sylvia Luna, 28 anos

“Tenho a caderneta da infância, que registra todas as vacinas que já tomei. Vim ao posto tomar tríplice viral e hepatite B”, diz a estudante do curso técnico de enfermagem Olga Barros, 21 anos.

(Por PE notícias)

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