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Saúde

Conhece bem o seu corpo? Nunca ignore estes oito sinais de câncer

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Conhecer o próprio corpo é um aspecto importante para o diagnóstico precoce

Segundo os dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), no ano passado, registaram-se, em todo o mundo, 18 milhões de novos casos de câncer.

A prevenção e detecção precoce do cancêr são importantes no combate à doença, mas ainda há sintomas que passam despercebidos. Tais como: 

  1. Perda de peso e de apetite: Numa fase inicial da doença, alguns tumores não dão sintomas específicos, como é o caso de alguns tipos de cancro do pâncreas ou do pulmão. A perda de peso e de apetite são dos primeiros sinais que podem levar a um diagnóstico. Por isso, se está a emagrecer sem dieta ou exercício físico, consulte um médico. 
  2. Fadiga/anemia: O cansaço e a sonolência podem ter causas muito distintas, mas no caso de se tratar de uma anemia não deve perder tempo a ir ao médico. Apesar de associada a doenças benignas ou lacunas na alimentação, a anemia é também um sintoma comum de cancro do estômago e tumores do intestino ou do sangue. 
  3. Sangue nas fezes: É um sintoma comum e bastante valorizado nos tumores gastricos, do intestino e do recto. Mas as pessoas não estão familiarizadas com as diferentes formas que pode assumir: as partículas podem ser tão pequenas que não são visíveis, pode haver sangue vermelho vivo  e o sangue escuro quase imperceptível. É importante estar atento. 
  4. Tosse prolongada: No caso do cancro do pulmão, o aspecto mais valorizado é o sangue na expetoração. Na realidade, ter uma tosse seca e irritativa que não passa é razão suficiente para procurar um médico. 
  5. Líquido no mamilo: Até no cancro da mama, sobre qual há bastante informação, existem lacunas que poderão ser importantes em alguns casos. As mulheres estão alertadas para a importância de vigiar nódulos/caroços na mama e axila, mas estão menos informadas em relação ao  líquido no mamilo (uma escorrência ou secreção) ou a inversão do mesmo. Estas secreções não devem ser desvalorizadas. 
  6. Incontinência urinária: Quando falamos em cancro da bexiga, o sangue na urina é um sintoma muito valorizado. A incontinência, por outro lado, passa despercebida por ser considerada algo normal para a idade (por exemplo). 
  7. Dor pélvica: A dor pélvica persistente é um dos sintomas menos valorizados nos tumores ginecológicos – útero (corpo e colo), ovário e vulva. 
  8. Gengivite: As gengivites são um sintoma muito comum num subtipo de leucemia aguda, e infecções recorrentes. 

Por Notícias ao Minuto

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Saúde

30% dos casos de câncer no Brasil são de pele

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Uma mancha na pele que só cresce. Às vezes coça, sangra, não cicatriza. Estes são alguns dos sintomas que podem indicar câncer de pele, o tipo mais comum de câncer no Brasil e em todo o mundo. A doença costuma surgir com mais frequência nas áreas que são mais expostas à radiação ultravioleta, como face, mãos e tronco.

Nesta semana, o presidente Jair Bolsonaro realizou procedimento dermatológico no Hospital da Força Aérea Brasileira (HFAB) para investigar a possibilidade de câncer de pele. “Foi rotina”, disse Bolsonaro.

Dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca) revelam que o câncer de pele corresponde a cerca de 30% de todos os tumores malignos registrados no Brasil. Os três tipos de câncer de pele mais comuns são o carcinoma basocelular, carcinoma de células escamosas e o melanoma maligno. O diagnóstico da doença vai variar desde uma mancha simples que nunca evolui até o quadro de tumor mais agressivo, que pode levar à morte. Mesmo casos menos agressivos demandam tratamento. “Se não forem tratados, podem crescer muito e até destruir o tecido ao redor”, diz o oncologista Antonio Carlos Buzaid, do Instituto Vencer o Câncer.

Detecção

O câncer de pele é detectável por meio de um exame clínico feito pelo dermatologista. Também é feita uma dermatoscopia, que consegue analisar pontos que identificam o câncer de pele. “E, para fechar o diagnóstico, precisamos fazer uma exérese (cirurgia para retirar parte de um órgão) dessa lesão e análise”, explica Maria Paula Del Nero, da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD). A metástase é mais comum no melanoma. “Se for melanoma, que é o tipo mais agressivo de câncer, o paciente terá de fazer uma retirada ampla da pele ao redor da lesão”, diz Maria Paula. Dependendo do tipo de câncer, é preciso acompanhar a lesão por alguns anos.

Para prevenir o câncer de pele, especialistas recomendam o uso de filtro solar em todas as áreas que podem ser expostas ao sol, como rosto, couro cabeludo, braços e pernas. O próprio paciente pode perceber alguma mancha suspeita no corpo e buscar atendimento. Desde 2014, a campanha Dezembro Laranja, da SBD, busca mostrar a importância da prevenção e do diagnóstico precoce.

A DOENÇA

Incidência

É o câncer mais frequente no Brasil e no mundo. É mais comum em pessoas com mais de 40 anos e é considerado raro em crianças e pessoas negras. Causado principalmente pela exposição excessiva ao sol.

Tipos

Há os casos de câncer de pele melanoma, que têm origem nas células produtoras da melanina, e não melanoma, o mais comum.

Sintomas

Manchas que coçam, sinais ou pintas que mudam de tamanho, forma ou cor, feridas que não cicatrizam em quatro semanas. O tipo não melanoma tem alta chance de cura.

Prevenção

Uso de filtro solar em todas as áreas do corpo que podem ser expostas ao sol.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Saúde

Projeto liderado por brasileira mapeará genoma de 15 mil pessoas

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Mapeamento permitirá prevenir e tratar doenças

O projeto DNA do Brasil, liderado por uma cientista brasileira, vai identificar as principais características genéticas dos brasileiros para que seja possível prevenir e tratar doenças, além de mapear os ancestrais da população. A inciativa, lançada nesta semana, será o primeiro projeto de sequenciamento de DNA em larga escala no país e vai inserir o Brasil no mapa mundial dos estudos genômicos.

“Nosso projeto quer fazer um panorama geral da população brasileira como um todo, com um número grande de brasileiros para que a gente possa fazer pesquisas mais aprofundadas tanto sobre a saúde, a genética da nossa saúde, quanto também sobre a nossa origem, de como a gente se formou a partir desses grupos populacionais originais” disse a professora Lygia da Veiga Pereira, da Universidade de São Paulo (USP), que lidera o projeto, sobre os dois eixos do estudo genômico. Até o momento, menos de 0,5% das pesquisas realizadas no mundo contemplaram a população brasileira.-

No que diz respeito à saúde, Lygia explicou que o sequenciamento do DNA dos brasileiros vai possibilitar “entender quais são as variações genéticas que estão associadas ao nosso risco de desenvolver doenças comuns. O grande desafio da genética do século XXI é entender a genética da predisposição para doenças como diabetes, doença cardiovascular, Alzheimer, asma, depressão, que são doenças comuns. A gente não conhece bem a genética dessas doenças porque é complexa, ela é o resultado de centenas de alterações genéticas, mais o meio ambiente”, explicou Lygia.

Por meio do projeto, será possível identificar genes associados a doenças e genes associados a características morfológicas – que se referem à forma do organismo. Além da detecção da doença, a interpretação dos testes genéticos vai permitir, segundo a pesquisadora, identificar a predisposição às doenças, respostas a medicamentos e levar ao desenvolvimento de novas terapias.

Banco de dados público

Além de desvendar as características do DNA dos brasileiros, o projeto também tem o objetivo de montar um banco público com dados genéticos da população brasileira que ficará disponível para pesquisadores de todo o mundo que tenham interesse em estudos da genética da população do Brasil. “Esse banco de dados vai poder ser explorado e garimpado para a gente fazer muita descoberta, tanto do ponto de vista de saúde, como de evolução e até histórico”, disse.

O projeto pretende mapear o genoma de 15 mil pessoas, com idades entre 35 e 74 anos, que já integram a amostra do Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto (Elsa), a maior pesquisa epidemiológica do país, financiada pelo Ministério da Saúde e Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações. O Elsa abrange moradores dos estados da Bahia, de Minas Gerais, do Espírito Santo, Rio de Janeiro, de São Paulo e do Rio Grande do Sul.

Essas 15 mil pessoas têm sido acompanhadas clinicamente desde 2008 e agora as informações genéticas serão agregadas a esse banco de dados, conforme elas forem assinando o termo de consentimento para participação desse novo projeto. O sigilo delas está garantido, segundo Lygia.-

Existe uma série de mecanismos para gente poder trabalhar com esses dados, mas de forma absolutamente anônima. A gente precisa ter segurança sobre a privacidade das pessoas e ao mesmo tempo poder usar esses dados para poder fazer descobertas, descobertas que vão impactar a saúde do brasileiro”, disse ela.

Para o professor Paulo Lotufo, da Faculdade de Medicina da USP e que está à frente do Elsa em São Paulo, “o projeto permitiu destacar as doenças cardiovasculares e diabetes na agenda da pesquisa epidemiológica no país. E, esse novo passo a ser dado com o DNA do Brasil nos permitirá contribuir ainda mais para a saúde da população”.

Primeira etapa

Os recursos para sequenciar o genoma completo dos primeiros três mil brasileiros – que correspondem à primeira etapa do projeto – foram garantidos pela empresa Dasa. A reportagem da Agência Brasil visitou o Centro de Diagnósticos em Genômica da empresa, na capital paulista, onde serão feitos os sequenciamentos.

“Atualmente a gente consegue fazer o processamento de cerca de 40 genomas completos a cada dois ou três dias, é uma alta capacidade que vai permitir que a gente sequencie as primeiras três mil amostras em seis meses e depois completar todas as 15 mil em até dois anos”, disse Gustavo Campana, diretor-médico da Dasa.

Campana explicou que, com a evolução da tecnologia, houve uma queda no custo de sequenciamento de um genoma completo. “Por exemplo, no projeto Genoma Humano [na década de 1990], um único genoma demorou 13 anos e custou mais de R$ 3 bilhões. Hoje nós conseguimos sequenciar um genoma em torno de 36 a 48 horas por cerca de US$ 1 mil”.

Para o sequenciamento dos 12 mil genomas restante, há uma proposta em andamento que depende da captação de recursos pelo projeto. O diretor da Dasa contou que, apesar de os valores das negociações serem confidenciais, a empresa tem uma proposta para realizar o restante do sequenciamento em valor abaixo do que havia sido proposto por outros laboratórios. Uma das propostas chegou a orçar em US$ 650 dólares cada genoma completo sequenciado.

Além da Dasa, outras empresas privadas estão envolvidas para realização do projeto: a Illumina, que vai fornecer os insumos para o sequenciamento; e a Google Cloud, que vai processar os dados de sequenciamento em sua nuvem, permitindo análises e cruzamento de dados em escala.

Após a conclusão dos primeiros 3 mil genomas, no prazo previsto de seis meses, o banco de dados já estará disponível para uso pelos pesquisadores. “A gente vai saber exatamente aquela população que tem alto risco de diabetes, por exemplo, ou alto risco de enfartar, então você pode fazer terapêuticas mais precoces e faz prevenção e até alteração de hábitos de vida. Então na vida de um indivíduo, no futuro, isso vai ter um impacto muito grande para deixar as pessoas mais saudáveis e não desenvolver as doenças crônicas”, finalizou Campana. (Por Camila Boehm)

Procedimento de extração de DNA
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Procedimento de extração de DNA

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Saúde

Seis fatos que provavelmente não sabe sobre o cancêr da pele

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Relativamente ao cancêr da pele, o melanoma é composto por melanocitos malignos, e são tumores frequentemente castanhos ou pretos

Quando as células normais da pele envelhecem ou são danificadas, morrem naturalmente. Quando as células perdem este mecanismo de controlo e sofrem alterações no seu genoma (ADN), tornam-se células de cancêr.Relativamente ao cancêr da pele, o melanoma é composto por melanocitos malignos, e são tumores frequentemente castanhos ou pretos. O melanoma é o tipo de câncer de pele mais perigoso, por apresentar maior capacidade de metastização, espalhando-se com facilidade pelas veias sanguíneas e linfáticas presentes na derme a outras partes do corpo, segundo dados divulgados na página online da rede de hospitais privados CUF.

e no início do século XX o melanoma era considerado raro, atualmente a sua incidência tem aumentado em 4-8% por ano.

Os fatores que propiciam o aparecimento de cancêr da pele incluem exposição excessiva ao sol, a cor da pele, sardas e a existência de um histórico familiar da doença.

Em declarações à revista Women’s Health, o médico Luiz Guilherme Castro, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, no Brasil, tirou mais algumas dúvidas sobre o tema:

Tudo sobre cancêr da pele

1. A principal forma de prevenção do cancêr da pele não melanoma é evitar a exposição ao sol sem proteção

Mais de 90% dos casos de diagnósticos de cancêr da pele não melanoma são reflexo da exposição aos raios ultravioletas de forma inadequada. Clinicamente o tumor é mais frequente em locais que são expostos ao sol de forma crónica como face, tronco e pernas.

2. Apenas a proteção na pele não basta: lembre-se de proteger os lábios

O cuidado com os lábios vai muito além da estética. Luiz Guilherme explica que além de evitar o aparecimento de fissuras na pele sensível, que podem levar a contração de bactérias, o uso de protetor solar labial previne o aparecimento de rugas precoces e de cancro. “Por ser tratar de uma área delicada do nosso corpo e que sofre com grande exposição ao sol, assim como todo o rosto, é necessário atenção redobrada”, afirma o dermatologista.

3. cancêr da pele: o tratamento é, na sua grande maioria, cirúrgico 

O tratamento mais usado para tratar os casos de cancêr da pele é a cirurgia. Eventualmente, também é possível usar outros métodos, como terapia fotodinâmica, radioterapia ou até quimioterápicos em forma de pomada. A escolha do melhor método de tratamento é feita por um médico especialista que levará em conta o tipo da lesão, o subtipo do cancro, o tamanho do tumor, assim como as particularidades de cada paciente.

4. Pessoas de pele, cabelos e olhos claros têm um maior risco de desenvolver a doença

Luiz Guilherme explica que, por terem menos pigmento na pele, estas pessoas contam com uma menor proteção contra as radiações UV, e, por consequência, têm um risco mais elevado de desenvolver o tumor.

Além disso, peles claras, que produzem menos melanina, são mais suscetíveis a queimaduras provocadas pelos raios UVB do sol. Durante dias nublados a pele recebe a radiação UVA, que embora seja menos perigosa, é uma grande responsável pelo envelhecimento da pele. 

5. Os tipos de cancêr da pele melanoma têm pouca relação com a exposição solar

Um dos tipos mais graves de cancêr da pele, responsável por cerca de 5% dos casos da doença, os melanomas têm uma relação menos direta com a exposição solar. Grande parte dos casos de melanoma cutâneo aparecem em áreas não expostas cronicamente ao sol, como dedos, couro cabeludo, nádegas, etc. É importante ressaltar ainda que, muitos casos de melanoma, têm mais relação com mutações genéticas do que exposição ao sol.

Os principais fatores de risco para o tumor são: histórico familiar, ter pele e olhos claros, cabelos ruivos ou loiros, ou ser albino. 

6. Os carcinomas costumam manifestar-se como feridas que não cicatrizam. Já os melanomas manifestam-se como sinais, lesões pretas

Para identificar um sinal suspeito, os especialistas recomendam o uso da regra denominada ABCDE, que consiste na observação de cinco aspectos diferentes:

Assimetria: sinais que não são simétricos;

Bordas: quando as bordas apresentam irregularidades no seu formato;

Cor: variação da tonalidade dos sinais e mudança de tonalidade de um sinal já existente;

Diâmetro: sinais com diâmetro maior que 5mm;

Evolução: sinais que se modificam em qualquer aspecto como cor ou tamanho. 

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