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Esporte

Conmebol divulga resultados de testes de Covid-19 durante primeira rodada da Copa América

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Às vésperas do início da segunda rodada da fase de grupos da Copa América 2021, a Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) divulgou um balanço de testes realizados para a realização da rodada inaugural do torneio continental. Segundo o documento, 5.458 testes do tipo RT-PCR foram realizados entre todos os profissionais envolvidos. Deste total, 5.393 foram registrados como negativos, enquanto 65 mostraram-se positivos para a Covid-19.
Antes mesmo da bola começar a rolar pelas sedes da Copa América, a Conmebol divulgou uma série de diretrizes a serem seguidas para evitar a disseminação do vírus durante o torneio. Mesmo assim, diversos casos foram registrados nas delegações e também em profissionais envolvidos na organização do evento. Segundo a confederação sul-americana, dos 65 casos positivos, 46 correspondem a colaboradores dos estádios, staff da própria Conmebol e equipe de arbitragem. Conforme documentado, os outros 19 correspondem aos membros das delegações participantes: jogadores e comissão técnica.
Ao fim da divulgação dos dados, a Conmebol disse que “está comprometida com a estrita aplicação do Protocolo de Recomendações Médicas para treinamentos, viagens e competições durante da Copa América 2021, respeitando as medidas sanitárias nele estipuladas”. A entidade assegurou que também está em constante comunicação com as autoridades sanitárias brasileiras, Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e o Centro de Informações Estratégicas em Vigilância Sanitária (CIEVS).
A entidade reforçou que segue firme com seu plano de vacinação contra a Covid-19 para os integrantes da família do futebol”. No entanto, jogadores, principalmente da Seleção Brasileira, se mostraram contra a realização do torneio no país. E na última terça-feira (15/6), o atacante boliviano, Marcelo Moreno, utilizou as redes sociais para fazer uma crítica à Conmebol em meio aos registros positivos da doença entre os envolvidos no torneio. Na postagem, o jogador do Cruzeiro desabafou: “Obrigado a vocês da Conmebol por isso. A culpa é totalmente de vocês. Se morre uma pessoa, o que vocês vão fazer? O que importa é somente o dinheiro, a vida do jogador não vale nada?”. (Por Diário de Pernambuco)

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Esporte

Mayra Aguiar conquista o bronze no judô e faz história com 3 medalhas olímpicas

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A judoca Mayra Aguiar fez história nesta quinta-feira ao conquistar em Tóquio a terceira medalha em três edições seguidas dos Jogos Olímpicos. Bronze em Londres-2012 e Rio-2016, a gaúcha, de 29 anos, repetiu o feito agora no Japão na categoria até 78 kg e se tornou a primeira atleta do País a faturar três medalhas em esportes individuais na Olimpíada.

Na luta que lhe garantiu o seu lugar no pódio, Mayra Aguiar bateu a sul-coreana Hyunji Yoon com um ippon. Assim, confirmou o porquê é uma das judocas mais fortes e experientes do Time Brasil. “Estou bem emocionada Acho que é a conquista mais importante pra mim”, resumiu ela, aos prantos, após o combate.

O bronze de Mayra tem a marca da superação. Não à toa, ela chorou muito em cima do tatame. Na reta final de preparação para a Olimpíada de Tóquio, a judoca teve uma séria lesão ligamentar no joelho esquerdo e precisou ser operada. Havia o risco de ela ficar de fora da Olimpíada, mas a judoca voltou a tempo de garantir sua presença nos Jogos.

Mayra recuperou o ritmo perdido por causa da lesão e conseguiu mostrar o talento que já a levou a ser bicampeã mundial.

O caminho de Mayra rumo ao pódio nos Jogos Olímpicos de Tóquio começou com um ippon contra a israelense Inbar Lanir. Ela estreou direto nas oitavas de final por ser uma das cabeças de chave. Na luta seguinte, no entanto, ela acabou perdendo par Anna-Maria Wagner, da Alemanha, número 3 do mundo, em um duelo muito truncado, decidido no golden score.

A disputa da repescagem contra Aleksandra Babintseva, do Comitê Olímpico Russo, foi bastante equilibrada também. A adversária, porém, recebe três shidos (punições) por fugir do combate e Mayra foi declarada vencedora.

Foi o segundo bronze do judô brasileiro nos Jogos de Tóquio. Antes, Daniel Cargnin subiu ao pódio na categoria até 66 kg.

Por:Notícia ao Minuto

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Esporte

Richarlison decide, e Brasil se classifica em 1º no futebol nas Olimpíadas

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 Em um jogo difícil por causa da retranca do adversário, a seleção brasileira venceu a Arábia Saudita por 3 a 1 pelo torneio de futebol masculino das Olimpíadas de Tóquio. Os gols foram de Matheus Cunha e Richarlison (2). O atacante do Everton, da Inglaterra, chegou à artilharia da competição, com 5 gols.

Com o resultado, terminou o Grupo D na primeira posição e agora aguarda adversário, que virá do Grupo C da competição. O jogo será no próximo sábado, às 7h, em Saitama.

A seleção brasileira havia estreado com vitória contra a Alemanha, por 4 a 2. Na partida seguinte, empatou com Costa do Marfim por 0 a 0. Já Arábia Saudita tinha perdido seus dois jogos anteriores no Grupo D e entrou em campo já eliminada da competição.

No outro jogo da chave, a Costa do Marfim empatou com a Alemanha por 1 a 1. O empate favoreceu a seleção africana, que se classificou para as quartas de final na segunda posição do Grupo D.

O técnico Saad Al Shehri, armou a Arábia Saudita no 5-4-1, uma retranca que tentava conter o ímpeto ofensivo da seleção brasileira. O Brasil, por sua vez, manteve o esquema 4-3-3, com Matheus Henrique substituindo Douglas Luiz, expulso na partida anterior, contra a Costa do Marfim.

A equipe brasileira, de fato, tinha bastante dificuldade de passar pela marcação saudita. Mas a bola parada colocou o Brasil em vantagem. Em cobrança de escanteio feita por Claudinho, Matheus Cunha desencantou. Depois de perder várias oportunidades, principalmente na estreia contra a Alemanha, o centroavante desviou de cabeça para colocar a seleção brasileira na frente aos 13 minutos.

Com a vantagem, a equipe se acomodou. A Arábia Saudita não parecia ameaçar, mas chegou ao empate aos 26 minutos graças à falha da defesa brasileira. Após cobrança de falta, o zagueiro Al Amri, sem marcação, desviou de cabeça, sem chance de defesa para o goleiro Santos.

Na segunda etapa, o técnico André Jardine tirou Antony, apagado no primeiro tempo, e colocou Malcom, tentando melhorar a movimentação do ataque da seleção brasileira. Com o congestionamento de defensores sauditas na entrada da área, o Brasil tinha muita dificuldade de penetração.

Em um rara oportunidade, aos 20 minutos, Matheus Cunha finalizou para a boa defesa de Al Bukhari. No rebote, com o gol escancarado, o atacante voltou a perder boa oportunidade, chutando na trave.

A Arábia Saudita também abusava das faltas. Na cobrança de uma delas, Daniel Alves cruzou, a zaga afastou mal e Bruno Guimarães deu passe de cabeça para Richarlison também cabecear para o gol.

Já nos acréscimos, aos 47 minutos, Richarlison recebeu cruzamento na área e só tocou para o gol vazio. Era o gol que matava o jogo e colocava o atacante como artilheiro da competição, com 5 gols.

ARÁBIA SAUDITA

Al-Bukhari; Abdulhamid, Al-Amri, Khalifa Al-Dawsari (Al-Ghannam, aos 43/2ºT), Hindi e Al-Shahrani; Ali Al-Hassan (Mukhtar, aos 15/2ºT) , Al-Faraj (Al-Omran, aos 43/2ºT), Sami Al-Naji (Ghareeb, aos 15/2ºT) e Salem Al-Dawsari; Al-Hamddan (Al-Brikan, aos 30/2ºT). T.: Saad Al-Shehri

BRASIL

Santos; Daniel Alves, Nino, Diego Carlos e Guilherme Arana (Abner, aos 43/2ºT); Bruno Guimarães (Gabriel Menino, aos 38/2ºT), Matheus Henrique e Claudinho (Reinier, aos 25/2ºT); Antony (Malcom, no intervalo), Matheus Cunha (Gabriel Martinelli, aos 38/2ºT) e Richarlison. T.: André Jardine

Local: Estádio Saitama, em Saitama (Japão)
Árbitro: Bamlak Tessema (Etiópia)
Cartões amarelos: Al-Shahrani, Khalifa Al-Dawsari (Arábia Saudita); Guilherme Arana, Gabriel Martinelli, Daniel Alves (Brasil)
Gols: Matheus Cunha, aos 13/1ºT (0-1), Al-Amri, aos 26/1ºT (1-1), Richarlison, aos 30/2ºT (1-2), Richarlison, aos 47/2ºT (1-3).

Por:esporte ao minuto

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Esporte

Gabriel Medina se cala após derrota e não celebra ouro com Ítalo

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Gabriel Medina saiu em silêncio da praia de Tsurigasaki, a 100 km de Tóquio, após perder a disputa pela medalha de bronze nesta terça-feira (27). Derrotado pelo australiano Owen Wright, o brasileiro deu uma rápida declaração à TV Globo, mas não quis falar com os outros jornalistas do país que o esperavam na praia.

Ele também não apareceu na praia quando Ítalo Ferreira ganhou a medalha de ouro. As outras brasileiras do torneio, Silvana Lima e Tatiana Weston-Webb, que também haviam sido eliminadas, foram receber Ítalo após ele sair do mar.

Em entrevista coletiva depois do pódio, o potiguar confirmou que ainda não havia falado com Medina, nem para consolá-lo nem pra receber os parabéns.

“Não cheguei a conversar com ele ainda, mas o Gabriel é uma excelente pessoa, um moleque que faz a diferença no circuito, um cara que puxa o nível da galera”, disse Ítalo. “A gente podia fazer a final junto, mas o Kanoa [Igarashi] ganhou a bateria. Acho que ali no final o Gabriel relaxou um pouco. Mas faz parte. Hoje eu representei.”

Medina era uma das principais esperanças de medalha do Brasil e saiu bastante decepcionado da praia. Ele não foi mais visto em público após sua segunda derrota.

Um funcionário do Comitê Olímpico Brasileiro ainda tentou convencer Medina a se pronunciar à imprensa brasileira, mas o bicampeão mundial preferiu não falar. Ele escreveu uma mensagem aos seguidores no Instagram logo após perder a semifinal.

À TV Globo, detentora dos direitos de transmissão das Olimpíadas, Medina comentou a diferença pequena na pontuação de sua bateria, que acabou favorecendo seu adversário.

“Surfei bem, mas infelizmente não deu. Agora é voltar para casa e descansar. É triste quando isso acontece [dúvida na pontuação dos juízes]. Muita gente mandou mensagem. É difícil passar o ano treinando e se esforçando, chegando nisso. A minha parte eu fiz. Agora é continuar trabalhando. Tem coisas que não dá para entender, mas é assim”, disse. (Por Esporte ao Minuto)

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