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Mundo

Covid-19: França ultrapassa barreira dos 28 mil mortos

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Em 24 horas, foram registradas mais 483 vítimas mortais associadas ao novo coronavírus no país

O Ministério da Saúde francês anunciou, este domingo, que foram registrados, de ontem para hoje, mais 483 óbitos associados à Covid-19 no país, traduzindo-se no número mais elevado de mortes no país desde 23 de abril. 

Este aumento exponencial do número de mortos face ao dia anterior (96) ficou a dever-se , segundo a tutela, à correção do número de vítimas mortais nos lares.

França ultrapassou, assim, hoje a barreira das 28 mil vítimas mortais (28.108), sendo que 17.466 pessoas morreram em unidades hospitalares e as 10.642 restantes vítimas perderam a vida em lares. 

No que diz respeito ao número de infectados no país, foram identificados mais 120 novos casos, elevando o número total de infecções do novo vírus para 142.411. 

Há ainda 19.361 pessoas hospitalizadas, sendo que destes doentes 2.087 encontram-se internados em Unidades de Cuidados Intensivos. 

Desde o início da pandemia que 61.213 pessoas já recuperaram da doença. 

França é atualmente o quarto país no mundo com mais mortos devido ao novo coronavírus a seguir aos Estados Unidos da América (88.730 mortos), Reino Unido (34.636 mortos) e Itália (31.908 mortos).

A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia já provocou perto de 312 mil mortos e infectou mais de 4,6 milhões de pessoas em 196 países e territórios.

Mais de 1,6 milhões de doentes foram considerados curados. A doença é transmitida por um novo coronavírus detectado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Por Notícias ao Minuto

 

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Mundo

TSJ da Venezuela reconhece aliado de Maduro presidente do Parlamento

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Luis Parra é o nono presidente do Parlamento do país

Tribunal Supremo de Justiça (TSJ) da Venezuela declarou válido ato da Assembleia Nacional que definiu Luis Parra como presidente do Parlamento. No dia 6 de janeiro deste ano, Luis Parra foi eleito por congressistas pró-governo em uma sessão questionada pela oposição. No mesmo dia, fora do Congresso, o líder oposicionista Juan Guaidó também foi reeleito para o cargo, em uma votação nominal e presencial, pelos votos de 100 deputados, mais do que os 84 necessários para a sua recondução ao posto. Com a decisão do tribunal, a eleição de Guaidó fica sem efeito.

A sentença nº 0065-2020 diz que “fica proibida a instalação de um Parlamento paralelo ou virtual”, alegando que “ela não tem nenhum efeito jurídico”, estabelece que “toda pessoa pública ou privada que preste ou ceda espaço para isso será considerado em desacato e qualquer ato exercido como tal será nulo”.

Guaidó vinha presidindo as sessões da Assembleia por videoconferência, após o surgimento da pandemia do novo coronavírus.

O parecer também determinou o envio de “uma cópia autenticada do processo e a decisão ao Ministério Público, para os correspondentes fins legais em relação às ações do cidadão Juan Gerardo Guaidó Márquez”.

Luis Parra, que era da oposição a Maduro, foi acusado de participar de um esquema de corrupção em 2018. Em dezembro de 2019, foi expulso de seu partido, o Primeiro Justiça, devido a essas denúncias. Em seguida, aliou-se a Maduro, que reconheceu a sua eleição em 6 de janeiro de 2020.

Parra afirma ter sido eleito com votos de 81 deputados presentes naquele dia, assegurando que durante a sessão “havia sempre a presença dos deputados, o que qualificava o quórum parlamentar”. No entanto, as atas com os nomes dos parlamentares presentes naquele dia nunca foram divulgadas e desapareceram.

De acordo com Guaidó e seus aliados, a sessão que elegeu Parra foi realizada sem quórum, sem votação e sequer foi declarada aberta. A posse de Parra aconteceu sem a presença de grande parte dos deputados que se opõem a Nicolás Maduro, incluindo Juan Guaidó, que à época denunciou ter sido impedido de entrar no Parlamento.

Opositor ferrenho do regime de Nicolás Maduro, Juan Guaidó se autoproclamou, em janeiro de 2019, presidente do Parlamento. Por afirmar que o governo de Maduro é ilegítimo, caberia a ele, como presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, o papel de presidente interino do país. Guaidó foi reconhecido por mais de 50 países, inclusive pelo Grupo de Lima, do qual o Brasil faz parte. Em janeiro deste ano, ao tentar a reeleição, Guaidó e parlamentares da oposição foram impedidos pelas forças do governo venezuelano a entrar na Assembleia. Do lado de fora do Parlamento, Juan Guaidó foi reeleito presidente da Assembleia Nacional pelos votos de 100 deputados, mais do que os 84 necessários para a sua recondução ao posto.

A Venezuela ficou então, tecnicamente, com dois presidentes da assembleia, ambos realizando sessões paralelas desde janeiro deste ano – Luis Parra, reconhecido pelo governo, e Juan Guaidó, reconhecido pela oposição. A decisão do Supremo Tribunal, divulgada ontem (26), reconhece Parra e significa uma derrota para Guaidó. Com informações da Agência Brasil

Por Notícias ao Minuto

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Mundo

Homem morre nos EUA após policial ajoelhar em seu pescoço

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A morte ocorreu na noite de segunda-feira, na cidade de Minneapolis, após uma discussão com os policiais

As autoridades norte-americanas e do estado do Minnesota estão investigando a morte de um homem negro depois de um vídeo ter mostrado um polícia branco se ajoelhando no pescoço da vítima durante a detenção.

A morte ocorreu na noite de segunda-feira, na cidade de Minneapolis, após uma discussão com os policiais. O incidente foi captado em vídeo por testemunhas e difundido nas redes sociais e mostra a vítima mortal pedindo ajuda por várias vezes e a reclamando que não conseguia respirar.

“Durante cinco minutos vemos como um agente branco apertou o joelho no pescoço de um homem negro. Cinco minutos. Quando se ouve alguém pedindo socorro, supomos que é preciso ajudá-lo. Este agente falhou no sentido humano mais básico. O que aconteceu foi simplesmente horrível”, afirmou o presidente da Câmara de Minneapolis, Jacob Frey, em conferência de imprensa.

O chefe da polícia de Minneapolis, Medaria Arradondo, presente nessa mesma conferência, afirmou haver “políticas em vigor para colocar alguém sob controle” e que uma “completa investigação interna” vai ser feita para apurar o que aconteceu e como essas políticas foram aplicadas.

No vídeo ouve-se o homem a reclamar que pescoço está sendo apertado, implorando por água e dizendo ao agente repetidamente que não consegue respirar. Ouve-se também a voz de uma mulher que diz que a vítima está sangrando e outra testemunha insultando o agente, exclamando que o homem não estava resistindo à detenção.

Os polícias foram chamados por volta das 20:00 locais de segunda-feira para investigar uma denúncia de falsificação de produto, segundo o porta-voz da polícia, John Elder. Os agentes encontraram o homem, que acreditam estar na casa dos 40 anos, correspondente à descrição do suspeito, dentro do carro.

“Foi ordenado a sair do carro. Depois de sair, ele resistiu fisicamente aos polícias. Os agentes conseguiram algemá-lo e notaram que ele parecia estar sofrendo de problemas médicos”, prosseguiu Elder.

O homem, ainda não identificado, foi levado de ambulância para o Centro Médico do Condado de Hennepin onde morreu pouco depois, segundo a polícia. O nome do polícia visto se ajoelhando no pescoço do homem não foi ainda divulgado.

O Departamento de Apreensão Criminal do Minnesota (BCA) juntou-se ao Departamento Federal de Investigação (FBI) no inquérito.

Todas as imagens das câmaras usadas foram entregues ao BCA, que investiga a maior parte dos tiroteios policiais e mortes sob custódia. Os agentes envolvidos foram colocados em baixa administrativa remunerada, de acordo com o protocolo do departamento.

Em declarações ao jornal Star Tribune, a ativista Nekima Levy-Armstrong disse que ver as imagens compartilhadas nas redes sociais a deixou “enojada” e que este era mais um exemplo de brutalidade policial contra os afro-americanos.

“O que quer que o homem possa ter feito, não deveria ter acabado numa sentença de morte. O que começou como um suposto incidente econômico terminou novamente na morte de um homem negro”, apontou.

Nos últimos anos, a polícia de Minneapolis tem estado sob escrutínio por conflitos mortais com os cidadãos.

Uma mulher branca, Justine Rusczcyk Damon, morreu em 2017, quando foi atingida no estômago por um polícia que respondeu a uma chamada de emergência. O agente, negro, foi condenado por homicídio e está a cumprir uma pena de 12 anos.

Por Notícias ao Minuto

 

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Montenegro diz estar ‘livre do coronavírus’ após 20 dias sem contágios

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O país de 650.000 habitantes não registra um novo contágio por coronavírus desde 04 de maio

Montenegro declarou-se hoje um “país livre de coronavírus” ao considerar que venceu a pandemia da covid-19 no seu território, que não registra agora oficialmente nenhum caso de infecção após 20 dias consecutivos de provas com resultados negativos.

“Somos o último país europeu que registoru um ‘primeiro caso’ da covid-19 e o primeiro que conseguiu erradicar o vírus!”, declarou em comunicado oficial o ministro da Saúde, Kenan Hrapovic.

Segundo o Instituto de saúde pública montenegrino, o país de 650.000 habitantes não registra um novo contágio por coronavírus desde 04 de maio, com um total de 324 casos contabilizados desde a detecção do primeiro, em 17 de março.

No domingo foram examinadas 140 pessoas e sem resultados positivos, com as autoridades concluindo que neste momento, no país, “não existe nenhum caso ativo de infecção” pelo coronavírus.

O Instituto de saúde anunciou que caso a ausência de novos contágios se prolongue durante num período de 28 dias, o Montenegro proclamará oficialmente o fim da epidemia em 02 de junho.

Hrapovic agradeceu ao médicos e pessoal sanitário, e ainda à população, pelo seu comportamento que facilitou esta evolução favorável.

A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou quase 345 mil mortos e infectou mais de 5,4 milhões de pessoas em 196 países e territórios.

Mais de 2,1 milhões de doentes foram considerados curados.

Por Notícias ao Minuto

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