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Saúde

Covid-19: Rouquidão e outras quatro mudanças que podem afetar a voz

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De acordo com os dados fornecidos pelo aplicativo COVID Symptom, cada vez mais pessoas relatam experienciar mudanças na voz como consequência do coronavírus SARSCoV-2, informa um artigo publicado no jornal Times of India.

Dados de milhões de utilizadores do app revelam ainda que a rouquidão pode ser um sintoma da Covid-19.

Os investigadores por detrás do aplicativo apontam que uma voz rouca é um sintoma invulgar da doença pandêmica, mas que não pode ser ignorado. Visto que inúmeros profissionais de saúde no Reino Unido relataram igualmente sofrerem de rouquidão após terem sido infectados pelo novo coronavírus.

E embora uma voz rouca seja uma mudança primária na fala, esta pode variar de pessoa para pessoa. Alguns podem notar que a sua voz se tornou mais áspera, mais profunda, menos audível ou subitamente ter um timbre diferente de voz, indica o estudo.

Segundo os investigadores: “sabemos que o vírus da Covid-19 afeta os tecidos no nosso sistema respiratório dos quais a caixa de voz (laringe) faz parte”.

“Tal explica porque algumas pessoas têm uma voz rouca durante a infecção“, acrescentam.

“Embora não seja um preditor particularmente forte da Covid-19, se tem uma voz rouca inexplicável, acreditamos que deve fazer um teste apenas para ter a certeza”.

Leia Também: Covid-19 eleva risco de morte em 60% até seis meses após infecção

Por:Lifestyle ao Minuto

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Saúde

Pernambuco já aplicou 3.452.131 doses da vacina contra a Covid-19

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Até esta segunda-feira (14/06), Pernambuco já aplicou 3.452.131 doses da vacina contra a Covid-19, das quais 2.450.776 foram primeiras doses. No total, 1.001.355 pessoas finalizaram o esquema. Confira:

‍Trabalhadores da saúde – 291.462 (1ª dose) e 216.507 (2ª dose)
 Povos indígenas aldeados – 25.925 (1ª dose) e 25.587 (2ª dose)
‍ Comunidades Quilombolas – 42.402 (1ª dose) e 1.318 (2ª dose)
 Pessoas de 50 a 59 anos – 197.356 (1ª dose)
Pessoas de 40 a 49 anos – 19.102 (1ª dose)
 Idosos institucionalizados – 7.649 (1ª dose) e 5.647 (2ª dose)
 Idosos (60 a 69 anos) – 632.399 (1ª dose) e 275.443 (2ª dose)
 Idosos (70 a 79 anos) – 396.854 (1ª dose) e 321.399 (2ª dose)
 Idosos (80 anos e mais) – 201.275 (1ª dose) e 148.978 (2ª dose)
 Pessoas com deficiência institucionalizadas – 1.429 (1ª dose) e 1.181 (2ª dose)
Trabalhadores das forças de segurança e salvamento – 17.699 (1ª dose) e 5.295 (2ª dose)
 Pessoas com comorbidades – 358.628 (1ª dose)
 Pessoas com deficiência permanente – 24.231 (1ª dose)
Gestantes e puérperas – 46.237 (1ª dose)
‍ Trabalhadores de serviços essenciais – 186.888 (1ª dose)
Pessoas em situação de rua – 710 (1ª dose)
 Pessoas privadas de liberdade – 530 (1ª dose)

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Saúde

Envio de 3 milhões de doses de vacinas da Janssen ao Brasil será adiado, diz Saúde

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A entrega de 3 milhões de doses de vacinas da Janssen, prevista para ocorrer nesta terça-feira (15), foi adiada. A informação foi confirmada pelo Ministério da Saúde.

Em nota, a pasta confirma a suspensão temporária do envio e diz que aguarda nova previsão de entrega.

“A pasta aguarda confirmação da data por parte do laboratório, mas a expectativa é de que as doses cheguem ainda esta semana ao país em três remessas”, informa a pasta.

Ainda não há informação sobre o motivo da suspensão. O jornal Folha de S.Paulo questionou a Janssen, mas ainda não teve retorno.

(Por Notícias ao Minuto)

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Saúde

Vacina Novavax tem mais de 90% de eficácia, inclusive contra variantes

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A vacina anticovid-19 da Novavax tem uma eficácia de mais de 90%, inclusive contra as variantes do coronavírus – é o que afirma o laboratório americano, nesta segunda-feira (14), após um estudo em grande escala nos Estados Unidos.
A vacina “demonstrou uma proteção de 100% contra doenças moderadas e graves, e uma eficácia de 90,4% em geral”, disse a companhia em um comunicado.
Ainda de acordo com a nota, “o estudo foi feito com 29.960 participantes em 119 lugares de Estados Unidos e México para avaliar eficácia, segurança e imunogenicidade”.
A empresa com sede em Maryland disse que pretende solicitar a aprovação regulatória até o terceiro trimestre de 2021. Depois de obtê-la, planeja fabricar 100 milhões de doses por mês até o final do terceiro trimestre, e 150 milhões de doses por mês, até o final do ano.
“Hoje, a Novavax está um passo mais perto de abordar a necessidade crítica e persistente de saúde pública mundial por vacinas covid-19 adicionais”, afirmou o CEO da empresa, Stanley Erck.
“A Novavax continua trabalhando com um senso de urgência para completar nossas solicitações de autorização regulatória e oferecer esta vacina, construída sobre uma plataforma bem conhecida e comprovada, para um mundo que ainda tem uma grande necessidade de vacinas”.
Embora alguns países ricos tenham avançado na vacinação de suas populações, persiste a preocupação de que muitos outros estão sendo deixados à margem da campanha mundial de inoculação.
As taxas de vacinação nos países mais pobres do mundo estão muito atrás das registradas nas potências industrializadas do G7 e em outras nações ricas. Considerando-se as doses administradas até o momento, o desequilíbrio entre o G7 e os países de baixa renda, conforme definição do Banco Mundial, é de 73 para um.
Ao contrário de algumas das vacinas que já estão sendo aplicadas, o imunizante da Novavax, conhecido formalmente como NVX-CoV2373, não precisa ser mantido em temperaturas ultrabaixas.
A empresa disse que fica “armazenada e estável entre 2°C e 8°C, permitindo o uso dos canais da cadeia de fornecimento de vacinas existentes para sua distribuição”. Isso significa, pelo menos em tese, que estas vacinas devem ser transportadas e administradas mais facilmente em países com infraestruturas sanitárias menos desenvolvidas.
Por:Diario de Pernambuco

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