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Crianças terão pulseiras de identificação no réveillon do Rio

Iniciativa da prefeitura visa garantir segurança e facilitar reencontros em meio à multidão esperada.

Prefeitura do Rio distribuirá pulseiras de identificação para crianças no Réveillon, visando segurança e rápido reencontro familiar em caso de desencontro.

Rio de Janeiro reforça a segurança para o Réveillon com a implementação de um sistema de identificação para crianças. A prefeitura da cidade, visando a proteção dos menores, distribuirá pulseiras de identificação para aqueles que comparecerem aos festejos da virada do ano, acompanhados de pais ou responsáveis, nos diversos palcos espalhados pela capital fluminense.

A iniciativa, sob a coordenação da Secretaria Municipal de Assistência Social (SMAS), possui um caráter eminentemente preventivo. Seu principal objetivo é agilizar a localização e o reencontro de famílias em situações de desencontro, um risco comum em eventos de grande porte. Equipes itinerantes de educadores sociais serão responsáveis pela distribuição das pulseiras, atuando tanto em pontos de atendimento fixos quanto em circulação nas proximidades dos palcos.

Abrangência e Rede de Proteção

As ações de identificação serão abrangentes, cobrindo os 13 palcos montados para as celebrações do Réveillon em toda a cidade. Destacam-se os três palcos em Copacabana, onde a expectativa é receber mais de 2,5 milhões de pessoas.

Além da icônica praia, a medida se estenderá a outros dez pontos estratégicos, incluindo Praia do Flamengo, Ilha de Paquetá, Ilha do Governador, Ramos, Penha, Parque Madureira, Parque Realengo, Parque Oeste, Pedra de Guaratiba e Sepetiba, garantindo cobertura em diversas regiões.

Para assegurar a proteção integral de crianças e adolescentes, todos os conselhos tutelares do município estarão em regime de plantão durante o período do Réveillon. Os conselheiros desempenham um papel crucial na garantia dos direitos previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), intervindo em casos de violação ou ameaça, como violência, abuso, negligência ou abandono.

Em situações de desencontro ou outras emergências envolvendo menores, os conselhos tutelares aplicarão medidas de proteção adequadas, encaminhando os casos ao Judiciário ou Ministério Público quando necessário. Essa atuação visa primordialmente garantir a segurança e o bem-estar dos jovens, reforçando a rede de apoio e proteção durante um dos maiores eventos do calendário carioca.

A colaboração entre SMAS, educadores sociais e conselheiros tutelares é fundamental para um Réveillon seguro para as famílias.

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