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Deputado dos EUA propõe lei para barrar importações brasileiras

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Peter DeFazio apresentou projeto de lei na Câmara dos Estados Unidos para proibir a importação de produtos brasileiros

deputado democrata Peter DeFazio apresentou projeto de lei na Câmara dos Estados Unidos, nesta terça-feira, 10, para proibir a importação de produtos brasileiros como carne e soja, em resposta ao aumento das queimadas na Amazônia. O texto também prevê a proibição de uma negociação de livre-comércio entre EUA e Brasil.

O projeto de lei do congressista fala em proibir ainda importações de produtos como couro, açúcar, milho e tabaco do Brasil. Em nota publicada no site do deputado, o democrata critica presidentes do Brasil, Jair Bolsonaro, e dos EUA, Donald Trump.

“O presidente Jair Bolsonaro acredita que pode agir impunemente e acelerar a destruição da floresta amazônica, e ele precisa saber que há consequências reais por suas ações imprudentes”, disse. O parlamentar alega ainda que o desmatamento na Amazônia pode ter efeitos significativos nas chuvas nos EUA e afetar a produção americana.

No mesmo dia, outros deputados americanos discutiram em uma audiência pública a política ambiental do governo Bolsonaro, no Comitê de Relações Exteriores da Câmara. Os parlamentares sinalizaram, no entanto, que negociações de um acordo comercial entre os dois países não devem ser barradas pela crise ambiental.

O governo de Donald Trump tem sido o mais importante aliado de Bolsonaro no debate internacional sobre a situação da Amazônia.

Senadores democratas chegaram a enviar uma carta ao representante de comércio americano pedindo a suspensão de tratativas comerciais com o Brasil até que a situação das queimadas na Amazônia fosse solucionada. A ideia é que um futuro acordo facilite trâmites, aumente a relação comercial e investimentos.

O chanceler brasileiro Ernesto Araújo tem reunião no Departamento de Estado, em Washington, nesta semana, quando deve tratar do tema. A ideia de um acordo de comércio tem sido desenhada pelos dois lados, mas ainda não ganhou caráter oficial. Os EUA costumam comunicar o Congresso quando dão início formal às tratativas para um acordo.

No debate desta terça-feira, no entanto, mesmo entre democratas – oposição ao governo Trump -, não houve sinalização de que a questão ambiental possa ser um impeditivo para um futuro acordo com o Brasil.

O deputado democrata Albio Sires disse não ver a imposição de condições ao acordo como a saída para os americanos exercerem pressão sobre o Brasil. “Vamos trabalhar juntos, vamos encontrar uma solução, o que podemos fazer juntos para isso. Nesse momento, essa não é uma boa abordagem”, afirmou.

Outro democrata, Dean Phillips disse a jornalistas que ainda não tem posição formada sobre a necessidade de incluir condições a respeito de política ambiental para aprovação de um possível acordo. “Há desafios no uso desses instrumentos, mas temos que olhar todas as opções”, afirmou.

Apesar disso, a colunista do jornal O Estado de S. Paulo e economista Monica de Bolle, uma das especialistas ouvidas pelos deputados, pondera que acordos recentes firmados na gestão do republicano Donald Trump incluíram previsões sobre proteção ao meio ambiente. É o caso do USMCA – o novo Nafta, renegociado entre Estados Unidos, Canadá e México.

“Tanto do lado republicano quanto do lado democrata existe uma preocupação grande com essas questões de meio ambiente e, sendo assim, qualquer acordo que venha a ser firmado com o Brasil, seja um acordo de facilitação de comércio ou algo mais ambicioso, vai conter essas normativas, essas exigências. Isso é comércio no século 21”, disse Monica.

Por Estadão Conteúdo

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O presidente dos EUA aumentará a lista de cidadãos impedidos de entrar no País

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Donald Trump anunciou em Davos, na Suíça, onde é realizado o Fórum Econômico Mundial, que irá impedir a entrada de alguns cidadãos nos Estados Unidos.

O presidente não quis revelar quais os países que haverá o impedimento. Mas a imprensa adiantou o assunto e revelou quais são os países.

Serão eles:  Bielorússia, Eritreia, Quirguistão, Birmânia, Nigéria, Sudão e a Tanzânia. Serão esses 8 países que  estão impedidos de entrar nos Estados Unidos.

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Trump é um “palhaço” que vai “espetar um punhal envenenado” no Irã

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O Ayatollah Ali Khamenei disse que o presidente dos Estados Unidos finge apoiar o povo iraniano e considerou o ataque às bases com soldados norte-americanos no Iraque um “golpe à imagem da América”

Na primeira oração de sexta-feira que o líder supremo iraniano, o Ayatollah Ali Khamenei, fez no Teerã desde 2012, não faltaram as farpas lançadas a Donald Trump e aos Estados Unidos na sequência da escalada de tensão entre Teerã e Washington que marcou as últimas semanas.

Khamenei afirmou que Trump é um “palhaço” que apenas finge apoiar o povo iraniano. O líder supremo destacou que o presidente norte-americano vai “espetar um punhal envenenado” nas costas do Irã. 

Durante a oração também não faltou uma referência à retaliação iraniana depois das forças norte-americanas terem assassinado o general Qassem Soleimani, que o líder supremo considerou ter sido um ato “covarde”. 

Khamenei disse que os ataques com mísseis a bases com soldados dos Estados Unidos no Iraque foi um “golpe à imagem da América” como uma superpotência.

Inicialmente, não houve qualquer informação de que os ataques iranianos tivessem ferido soldados norte-americanos. No entanto, o comando central das forças armadas dos Estados Unidos revelou através de um comunicado que onze soldados ficaram feridos após o ataque à base de Ain al-Assad, “com sintomas de concussão devido às explosões”.

Depois do ataque à base de Ain al-Assad, Donald Trump garantiu numa conferência de imprensa que nenhum “americano ficou ferido”. 

Sobre o ataque acidental ao avião da Ukraine International Airlines, que provocou a morte às 176 pessoas que seguiam a bordo, a maioria iranianos, Khamenei salientou que se tratou de um “acidente amargo” que entristeceu tanto o Irão como deixou os seus inimigos felizes. 

Depois do governo de Teerã ter assumido que abateu acidentalmente o avião ucraniano, registraram-se vários protestos na capital iraniana. O principal visado dos manifestantes foi o líder supremo Khamenei.

O Ayatollah Ali Khamenei ocupa a posição mais importante na hierarquia da República Islâmica do Irão desde 1989.

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EUA eleva alerta de segurança para viagens ao Brasil

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O Departamento de Estado dos Estados Unidos elevou o nível de alerta para turistas americanos que viajam para o Brasil. De acordo com o órgão, a medida foi tomada devido ao aumento do risco de crimes principalmente em favelas, nas cidades-satélites de Brasília e em áreas de fronteira. O alerta de segurança para o Brasil é nível 2 (em que é preciso cautela) em uma escala de um a quatro, mas nas áreas especificadas sobe para nível 4 (em que não é aconselhável a viagem).

Comunicado divulgado hoje aconselha aos turistas a não visitarem “empreendimentos informais de habitação (comumente referidos no Brasil como favelas, vilas, comunidades e/ ou conglomerados) a qualquer hora do dia devido a crimes”.

Sobre as favelas, o alerta informa que “nem as empresas de turismo nem a polícia podem garantir sua segurança ao entrar nessas comunidades”. E ressalta que mesmo nas comunidades que a polícia ou os governos locais consideram seguros, “a situação pode mudar rapidamente e sem aviso prévio”.

Ainda segundo o comunicado americano, os turistas também precisam ter cautela nas áreas próximas, “pois ocasionalmente os combates entre gangues e os confrontos com a polícia ultrapassam os limites dessas comunidades”.

Segundo o órgão, também não é aconselhado a ida de turistas para as cidades-satélites de Ceilândia, Santa Maria, São Sebastião e Paranoá durante o horário noturno.

O conselho também vale para quase toda a região de fronteira do Brasil: “quaisquer áreas a menos de 150 km/ 100 milhas das fronteiras terrestres do Brasil com Venezuela, Colômbia, Peru, Bolívia, Guiana, Suriname, Guiana Francesa e Paraguai”. O alerta só não vale para o Parque Nacional de Foz do Iguaçu ou ao Parque Nacional do Pantanal, como ressalta a nota.

Ainda de acordo com o órgão do governo americano, “crimes violentos, como assassinato, assalto à mão armada e roubo de carros, são comuns em áreas urbanas, dia e noite. A atividade de gangues e o crime organizado é generalizada. Assaltos são comuns. Os funcionários do governo dos EUA são desencorajados a usar ônibus públicos municipais em todas as partes do Brasil devido ao risco elevado de assalto e agressão a qualquer hora do dia e, especialmente, à noite”.   

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