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Cultura

Dia Nacional do Samba celebra ritmo que expressa a cultura brasileira

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Inicialmente restrita a Salvador, com o passar dos anos, a data passou a ser comemorada em todo o Brasil

Comemorado em todo o País, o Dia do Samba, celebrado neste domingo (2), é homenageado por estudiosos e artistas. A data foi criada pelo vereador baiano Luís Monteiro da Costa e sancionada pelo então prefeito de Salvador, Virgildásio Senna, no ano de 1963. A ideia foi homenagear a primeira visita a Salvador do compositor mineiro Ary Barroso, em 1940.

Ary era querido da população local por conta da canção Na Baixa do Sapateiro, que cita o famoso bairro da capital baiana. Gravada em 1938 por Carmen Miranda, a música alcançou sucesso internacional. Inicialmente restrita a Salvador, com o passar dos anos, a data passou a ser comemorada em todo o Brasil.

Celebrações

O Museu do Samba, no Rio de Janeiro, celebra a data com programação especial até 9 de dezembro. Neste domingo (2), a instituição terá um estande na FLISAMBA 2018 – Festa Literária do Samba e Resistência Cultural, no Clube Renascença, evento que reúne samba, literatura, gastronomia e cinema.  O Museu de Arte do Rio está com a exposição O Rio do Samba: resistência e reinvenção em cartaz.

Já em Salvador, várias são as comemorações, que vão desde a Caminhada do Samba, com blocos e trios elétricos, a shows em diversos pontos da cidade, como o Centro Histórico e Rio Vermelho.

Ancestralidade

Com raízes na ancestralidade e matrizes culturais africanas no Brasil, a origem do samba veio nos batuques, que eram também uma espécie de comunicação ritual e religiosa. Em meados do século XIX, os batuques começam a se misturar com outros ritmos famosos à época e, aos poucos, foram se delineando os aspectos do samba.

No início do século XX, o samba já estava presente em diversos estados como Bahia e Minas Gerais. O gênero musical também foi se firmando, dominante em subúrbios e morros do Rio de Janeiro. Em 27 de novembro de 1916, o sambista Donga – Joaquim Maria dos Santos (1890-1974) – registrou a música “Pelo telefone”, conhecida como o primeiro samba registrado em gravadoras. A partir da década de 1930, o samba foi se tornando a música nacional, uma das principais expressões culturais do País. Com informações do Portal Brasil.

Por Notícias ao Minuto

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Cultura

Ao lado de DiCaprio, Brad Pitt diz que se negou a atuar em ‘Titanic’

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Ao lado de Leonardo DiCaprio, Brad Pitt brinca que se negou a atuar em ‘Titanic’

LOS ANGELES, EUA (FOLHAPRESS) – Um dos principais temas de “Era Uma Vez em… Hollywood”, novo filme de Quentin Tarantino, é o que diferencia um grande astro de um ator comum. No caso de Rick Dalton, personagem de Leonardo DiCaprio, é o fato de nunca ter estrelado um filme de sucesso como “Sete Homens e Um Destino”, de 1960, que, do lado de cá das telas, catapultou Steve McQueen.

“Eu recusei ‘Titanic'”, brinca Brad Pitt, que faz o papel de Cliff Booth, dublê e fiel escudeiro de Dalton no longa de Tarantino, se referindo, claro, ao papel que transformou DiCaprio em ícone. “Não basta só ter talento ou algo assim, mas estar no lugar certo e na hora certa”, rebate o verdadeiro protagonista de “Titanic”.

Durante 30 minutos de entrevista, dois dos maiores astros de Hollywood mostraram a química percebida por Tarantino. Enquanto Pitt não perdia uma chance de tirar sarro do amigo, DiCaprio dava respostas sérias e eloquentes.

Os dois atores começaram a carreira de maneira parecida, em papéis menores de séries de TV. A dupla chegou a trabalhar na sitcom “Tudo em Família”, mas em anos diferentes. Depois disso, nunca mais. “Conversamos sobre alguns papéis, mas não consigo me lembrar de nenhum específico”, diz DiCaprio. “Na nossa comunidade, trabalhamos durante o ano e torcemos para nos encontrar na temporada de premiações ou alguma festa de caridade”, afirma Pitt.

Eis que surgiu Tarantino. No passado, o diretor deu a Pitt o papel do líder do esquadrão antinazista de “Bastardos Inglórios”. Para DiCaprio, criou o vilão racista de “Django Livre”. Em “Era Uma Vez em… Hollywood”, finalmente dividem a tela, experiência que DiCaprio chama de “especial”.

“O que guardo com carinho é essa apreciação que Quentin tem por artistas que não resistiram à prova do tempo, que eu não conheceria, mas que ele consegue explicar a razão de serem tão talentosos”, diz. “Guardo com carinho nossos jantares à luz de velas depois das filmagens”, brinca Pitt.

Talvez a única hora em que os dois tratam um assunto com a mesma seriedade é ao falar do chefe, Tarantino, um dos nomes mais fortes do cinema americano autoral hoje. “Era Uma Vez em… Hollywood” já ultrapassou a marca dos US$ 100 milhões nos cinemas dos Estados Unidos. “É estranho, porque não acho que alguém possa definir o que Quentin faz”, diz DiCaprio, que já trabalhou com Martin Scorsese, Christopher Nolan e James Cameron. “Eu, pelo menos, ainda não consegui. É um processo divertido e original”, completa Pitt, também dono de um extenso currículo com cineastas como Terrence Malick, David Fincher e os irmãos Coen. “Obviamente, há o aspecto de conto de fadas, mas também a obsessão de Quentin por pesquisa”, diz DiCaprio. “Quando ele sair daqui mais tarde, vai assistir a uns três filmes. A mente dele é assustadora.”

Segundo Pitt, “Tarantino virou um adjetivo em Hollywood” e diz que ele fala sério ao anunciar que vai se a aposentar depois do próximo filme. “É uma decisão estudada. Ele analisou os diretores de que gosta e chegou à conclusão de que há um momento da carreira em que se perde o contato com a cultura vigente. Ele está comprometido em terminar depois do décimo longa, mas isso não significa aposentadoria total. Ele tem planos para séries, livros e peças. Quentin não vai desaparecer.”

Pitt fala com conhecimento de quem carrega um Oscar como produtor por “12 Anos de Escravidão”, mas também por ter sido um dos primeiros a fazer acordos de produção com a Neftlix -a empresa investiu cerca de US$ 60 milhões no seu original “War Machine”, há dois anos. “Mais e mais pessoas estão recebendo oportunidades no streaming, e isso é incrível”, afirma.

“É o futuro. Acho que a experiência de ir ao cinema para ver um filme na estreia é como ir a um show e isso sempre existirá”, diz DiCaprio. “O único lado ruim é a quantidade de conteúdo que inunda as pessoas. Antigamente, falávamos durante anos sobre um filme. Agora, passamos para o seguinte em poucos minutos.”

Ele afirma, contudo, que a TV está produzindo obras revolucionárias. “Essa série, ‘Euphoria’, é magnífica.”

Por Folhapress

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Cultura

Globo compra direitos de ‘Todo Mundo Odeia o Chris’, sucesso da Record

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A série é baseada na vida real do humorista Chris Rock

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A Globo comprou os direitos de exibição das quatro temporadas da sitcom Todo Mundo Odeia o Chris. O produto será exibido apenas na plataforma de streaming do canal, a Globoplay. Na TV aberta, os direitos continuam sendo da Record.

A série, baseada na vida real do humorista Chris Rock, estreou em 2005 e foi encerrada há dez anos, em 2009. Na comédia, Tyler James Williams interpreta o adolescente Chris, que sofre bullying na escola e vive situações inesperadas com sua família.

Os inesquecíveis bordões da mãe, Rochelle (Tichina Arnold), marcaram época. O pai Julius (Terry Crews), a irmã Tonya (Imani Hakim), o irmão Drew (Tequan Richmond) e o único amiguinho de Chris, Greg (Vincent Martella), completavam o elenco da série.

Exibida na Record desde 2006, a série costuma ter bons índices de audiência. Na época de ouro, chegou a marcar média de dez pontos. Após ficar 2018 fora do ar, voltou neste ano alcançando média de 5 pontos.

Por Folhapress

  

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Cultura

‘O Rei Leão’ já é maior estreia do cinema na história

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O filme arrecadou mais de US$ 90 mi fora dos EUA

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Já em cartaz no Brasil, a nova versão de “O Rei Leão” chega aos cinemas americanos nesta sexta-feira (19) com uma arrecadação de US$ 94,5 milhões (mais de R$ 350 milhões). O longa já é sucesso na China e abre como o maior lançamento da história. 

“O Rei Leão” estará em 4.725 salas ao redor do mundo. Um recorde, segundo a revista americana Mojo. Esse número supera a estreia de “Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2” (2011), que abriu em pouco mais de 4.300 salas e rendeu US$ 169 milhões (mais de R$ 630 milhões) no primeiro fim de semana, e, ainda, outro título da Disney, o live-action “A Bela e a Fera” (2017), que abriu em 4.210 salas.Já em cartaz na China, onde já rendeu US$ 54 milhões (mais de R$ 200 milhões), o filme também já estava em cartaz na França, Alemanha, Holanda, Austrália, Nova Zelândia e outros, como o Brasil, fazendo a arrecadação chegar aos US$ 94,5 milhões nesta quinta-feira (18).

Até o final deste fim de semana, todos os outros mercados já terão recebido o longa em seus cinemas. A expectativa é que a arrecadação só do primeiro fim de semana chegue próximo aos US$ 200 milhões (mais de R$ 750 milhões). 

ÁLBUM DE BEYONCE FOI DIVULGADO

Junto da estreia oficial, sai também o álbum que Beyoncé preparou em homenagem à animação.  “The Lion King: The Gift”. Além da já divulgada “Spirit”, o disco tem músicas inéditas com participações de Jay-Z, Kendrick Lamar, Pharrell Williams, Salatiel, Childish Gambino (Donald Glover), Wiz Kid e até Blue Ivy, a filha de 7 anos da cantora. 

Em entrevista ao programa Good Morning America, a cantora falou sobre o álbum: “Essa trilha sonora é uma carta de amor para a África. Quis ter a certeza de que encontramos os melhores talentos dali e não apenas usar uns sons, fazendo a minha interpretação deles. Nós meio que criamos o nosso próprio gênero”, afirmou a cantora.

Por Folhapress

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