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Política

Dias Toffoli indica Raul Jungmann e um ex-governador para conselho consultivo do CNJ

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O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Dias Toffoli, indicou o ex-ministro da Defesa, Raul Jungmann e o ex-governador do Espírito Santo, Paulo Hartung, como integrantes do conselho consultivo do CNJ.

A missão dos indicados é auxiliar o órgão em pesquisas para o aperfeiçoamento da Justiça e na elaboração de políticas judiciárias. Os indicados não recebem remuneração.

Em dezembro, Hartung, ainda governador, condecorou Dias Toffoli com a mais alta comenda do estado.

(Por PE notícias)

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1 Comentário

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  1. Eldonguire

    7 de novembro de 2019 às 10:18

    O termo do convenio foi assinado em uma cerimonia no Palacio do Campo das Princesas, com as presencas de Geraldo Julio, do governador de Pernambuco, Paulo Camara, e do ministro da Segurana Publica, Raul Jungmann, no mesmo ato em que foi oficializada a federalizacao da Unidade III do Centro Integrado de Ressocializacao de Itaquitinga.

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Política

Justiça manda suspender campanha de Bolsonaro contra isolamento

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A juíza Laura Bastos Carvalho, da Justiça Federal do Rio, concedeu hoje pela manhã liminar para que a “União se abstenha de veicular, por rádio, televisão, jornais, revistas, sites ou qualquer outro meio, físico ou digital, peças publicitárias relativas à campanha “O Brasil não pode parar””. O pedido foi feito pelo MPF do Rio na noite de ontem. Caso descumpra a ordem, foi estimada multa de R$ 100 mil por infração. Cabe recurso.
Como se sabe, o governo federal contratou em caráter de urgência, sem licitação, uma agência publicitária para incentivar a população a ignorar as recomendações de isolamento social como forma de combater o coronavírus. A divulgação das peças publicitárias está prevista para hoje. A campanha foi estimada em R$ 4,8 milhões.

O Ministério Público Federal no Rio apresentou Ação Civil Pública para impedir que o governo federal veicule “por rádio, televisão, jornais, revistas, sites ou qualquer outro meio, físico ou digital, peças publicitárias relativas à campanha “O Brasil não pode parar””. Outra das medidas acatadas na liminar obriga que a União não faça nenhuma outra campanha que “sugira à população brasileira comportamentos que não estejam estritamente embasados em diretrizes técnicas, emitidas pelo Ministério da Saúde, com fundamento em documentos públicos, de entidades científicas de notório reconhecimento”. O documento foi assinado por 12 procuradores da República. O caso corre na 10ª Vara Federal do Rio.
O MPF do Rio cita que, “desde a emergência da crise sanitária decorrente da pandemia causada pelo novo coronavírus, o Presidente Jair Messias Bolsonaro tem sistematicamente negado a gravidade da Covid-1910, a despeito dos conhecimentos científicos até agora angariados sobre o vírus e o estado de pandemia mundial”. (O Globo)

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Política

‘Infelizmente algumas mortes terão. Paciência’, diz Bolsonaro

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A estratégia do Planalto vai na contramão do esforço mundial para o combate à propagação da doença e levou o governo federal a um embate com governadores dos Estados.

presidente Jair Bolsonaro voltou a pedir nesta sexta-feira, 27, o fim do isolamento social como método para conter o avanço do novo coronavírus e afirmou que “infelizmente” alguns brasileiros irão morrer ao contrair a doença.

“Infelizmente algumas mortes terão, paciência, acontece, e vamos tocar o barco. As consequências, depois dessas medidas equivocadas, vão ser muito mais danosas do que o próprio vírus”, disse o presidente em entrevista ao apresentador José Luiz Datena durante programa Brasil Urgente, da Band. Bolsonaro afirmou ainda que a população tem de retomar o trabalho.

“O brasileiro quer trabalhar, esse negócio de confinamento aí tem que acabar, temos que voltar às nossas rotinas. Deixem os pais, os velhinhos, os avós em casa e vamos trabalhar. Algumas mortes terão, mas acontece, paciência”.

Na terça-feira, 24, Bolsonaro fazer um pronunciamento em rede nacional de rádio e TV pregando a reabertura de escolas e do comércio. Na quinta, 26, o Planalto lançou campanha publicitária chamada “O Brasil não pode parar” para defender a flexibilização do isolamento social.

A estratégia do Planalto vai na contramão do esforço mundial para o combate à propagação da doença e levou o governo federal a um embate com governadores dos Estados. O presidente afirmou que as pessoas correm o risco de perder o emprego se o período de isolamento social for prolongado, porque a economia já está parando. “O que vai acontecer com o Brasil? Vão quebrar o Brasil por causa do vírus”, disse ele.

Na entrevista a Datena, Bolsonaro afirmou, ainda, que está havendo um “verdadeiro alarmismo” por parte de autoridades que incentivam o isolamento social sem prazo para terminar. “Não podemos agir irresponsavelmente”, insistiu ele, ao afirmar que há pessoas que querem se “esconder” atrás do vírus.

“Tá errado esse método do confinamento, mas os governadores têm liberdade para fazer isso aí. Tá faltando bom senso por parte de algumas autoridades do Executivo estaduais e municipais”, afirmou. “A gente estava decolando na economia, criamos mais de um milhão de empregos ano passado. Perdemos já tudo isso aí. Por quê? Alguns agindo de forma assodada. Fazendo concorrência: eu fechei tudo no meu município. Não deu certo.”

Para o presidente, o coronavírus é como uma chuva, na qual é impossível não se molhar. “Não podemos agir dessa maneira irresponsável. O vírus, mais forte ou mais fraco vem. É igual uma chuva, vai aparecer, você vai se molhar e toca o barco e não pode simplesmente se esconder, se enclausurar”, disse ele.

Defendendo incisivamente que as pessoas voltem ao trabalho, Bolsonaro lembrou que não pode fazer tudo que quer, já que precisa ouvir seus ministros, mas disse que aos poucos está conseguindo convencer seu primeiro escalão. “Estou conseguindo cada vez mais convencer nossos ministros, então, estamos tomando providências para que quem tem emprego vá trabalhar. Depois que perder, vai levar anos para conseguir novamente de volta”, afirmou.

Para ele, a aceitação popular em relação às mudanças propostas tem sido “excelente”. “O Brasil tem que trabalhar. Quem tem condição fica em casa. Agora, a massa do povo não tem como se sustentar”, afirmou. São os mais pobres que querem voltar a trabalhar”, disse. Bolsonaro citou os caminhoneiros e disse que o ministro da Infraestrutura Tarcísio Freitas tem se reunido com secretários de transporte dos Estados para tratar disso. “Então, estamos fazendo nossa parte”, disse.

Pesquisa da universidade de Oxford é chute, diz Bolsonaro

Na entrevista, Bolsonaro disse ainda que o governador de São Paulo, João Doria, precisa tomar um “comprimido de humildade” e pôs em dúvida o número de casos do novo coronavírus em São Paulo. Dados oficiais do governo paulista indicam que o Estado tem 1223 casos casos confirmados da doença. O número de mortes subiu para 68. Para Bolsonaro, Doria virou um “papagaio de auditório”, que só quer aparecer na crise do coronavírus.

O presidente chamou de “chute” o resultado da pesquisa feita pela universidade de Oxford que projetou 478 mil mortes pelo novo coronavírus no Brasil. “No mundo todo tem umas 20 e poucas mil pessoas (mortas por covid-19). Então porque 400 mil no Brasil? Não, eu não acredito. Isso é chute, deve ter algum interesse econômico em jogo para desestimular qualquer pessoa de investir no Brasil, tentar quebrar nosso negócio que temos em alguns países”, opinou Bolsonaro.

 Por Estadão Conteúdo

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Política

“Pensam apenas no próprio umbigo e não olham o povo”, diz Paulo Câmara sobre Bolsonaro e quem pede reabertura do comércio na crise do coronavírus

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O Governador Paulo Câmara defendeu, em entrevista à Rádio Jornal nesta sexta-feira (27), que os pernambucanos sigam em casa neste momento para que, mais na frente as restrições possam ser minimizadas com segurança. “Tenha paciência, não é fácil, mas é um esforço em favor da vida. Para a gente poder se estruturar e cuidar das pessoas contaminadas mais na frente”, pediu Paulo. Durante a entrevista, o governador falou da necessidade de preparação do serviço de saúde para atender as vítimas do covid-19, assim como das tentativas para conter a curva de crescimento do número de casos da doença no Estado e no Brasil.

“Politização é ruim. Estamos ouvindo quem entende e faz as recomendações para ficar em casa. Governo Federal não cuidou, não distribui equipamentos, não tem estratégia nacional. Qual o plano de verticalização? Não tem! Olha pro próprio umbigo e não olha para o povo. População, tenha paciência, não é fácil, mas é um esforço em prol da vida. Peço que governo federal aja, veja os mais vulneráveis. Quero esforço mútuo, não fazer disputa”, declarou.

Segundo o governador, as medidas tomadas pela gestão têm tido resultados positivos. “A gente está conseguindo, essa semana mostrou isso, ter um crescimento de casos confirmados menor do que outros estados brasileiros. Mas estamos conscientes de que esses números tendem a crescer. Para a primeira semana de restrições mais severas, estamos alcançando o crescimento um pouco menor do que se não estivéssemos tomando as medidas. Poderia estar pior aqui em Pernambuco”, acrescentou Paulo.  (Blog do Finfa)

 

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