Brett Ratner, cineasta por trás do recente documentário sobre Melania Trump, aparece em imagens divulgadas dos controversos arquivos do magnata Jeffrey Epstein, reacendendo discussões sobre seu passado.
O diretor Brett Ratner, de 'Melania', surge em novas fotos dos arquivos de Jeffrey Epstein, levantando questões sobre seu retorno após acusações de má conduta sexual.
O diretor Brett Ratner, responsável pelo recém-lançado documentário “Melania”, figura entre os nomes que emergem nas fotografias dos arquivos de Jeffrey Epstein. Esses documentos, que vêm sendo divulgados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos desde o ano passado, ganharam um novo volume na última sexta-feira, com a liberação de milhões de páginas, imagens e vídeos.
Ratner é visto em uma das imagens sentado em um sofá, ao lado de Jeffrey Epstein e de uma mulher não identificada. Não é a primeira vez que o cineasta aparece em fotografias ligadas ao magnata.
Anteriormente, ele já havia sido associado a Epstein e a Jean-Luc Brunel, agente de modelos que faleceu em 2022 e que também enfrentava acusações de abuso sexual de menores. A presença de Ratner nos arquivos de Epstein levanta novamente o debate sobre seu retorno à cena pública, especialmente após as acusações de má conduta sexual feitas por várias mulheres em 2017, que o afastaram da direção de grandes produções.
O documentário “Melania”, que estreou em 30 de janeiro, marca o primeiro longa-metragem dirigido por Brett Ratner desde o escândalo de 2017. O filme retrata os 20 dias que antecederam a posse de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos, focando na figura de Melania Trump.
Conexões de Donald Trump nos Arquivos de Epstein
O nome do ex-presidente Donald Trump também aparece diversas vezes nos documentos agora tornados públicos. Trump e Epstein mantiveram uma amizade por vários anos, embora o republicano afirme que os dois romperam relações e que ele desconhecia qualquer crime sexual perpetrado pelo magnata.
Entre os novos arquivos, consta uma lista compilada pelo FBI no ano passado, com alegações feitas contra Donald Trump. As acusações foram registradas por meio da linha direta do Centro Nacional de Operações contra Ameaças e, segundo informações, parecem se basear em denúncias não verificadas, sem provas substanciais que as sustentem.
Esta lista inclui diversas alegações de abuso sexual, envolvendo Trump, Epstein e outros indivíduos.
Donald Trump tem negado veementemente qualquer irregularidade relacionada ao magnata norte-americano e, até o momento, não foi acusado de crimes de abuso pelas vítimas de Jeffrey Epstein. A Casa Branca e o Departamento de Justiça reforçaram que “alguns dos documentos contêm alegações falsas e sensacionalistas contra o presidente Trump, enviadas ao FBI pouco antes das eleições de 2020”.
Eles concluíram que “para que fique claro, as alegações são infundadas e falsas e, se tivessem o mínimo de credibilidade, certamente já teriam sido usadas como arma contra o presidente”.


