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Brasil

Dívida líquida em outubro é a mais alta desde março de 2003

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“A elevação em outubro se deveu à apreciação cambial de 13,8% no mês passado”, explicou Renato Baldini

chefe adjunto do Departamento de Estatísticas do Banco Central, Renato Baldini, destacou nesta sexta-feira, 29, que a Dívida Líquida do Setor Público (DLSP) chegou a 55,9% do Produto Interno Bruto (PIB) em outubro, o maior nível desde março de 2003, quando estava em 58,5% do PIB. A DLSP atingiu R$ 3,961 trilhões no mês passado.

“A elevação em outubro se deveu à apreciação cambial de 13,8% no mês passado”, explicou Baldini.

Em setembro, a dívida líquida estava em 55,3% do PIB.

Já a redução a Dívida Bruta do Governo Geral recuou de 79,0% do PIB para 78,3% do PIB em outubro, aos R$ 5,549 trilhões. Esse é o menor nível desde fevereiro de 2019, quando estava em 77,5% do PIB.

“Foram registrados resgates líquidos na dívida bruta de R$ 53,3 bilhões em outubro, com impacto de 0,8 ponto porcentual no total da dívida. O superávit primário do Governo Geral e o resultado favorável das operações com swap também ajudaram. E, ao contrário da dívida líquida, a apreciação cambial faz o saldo da dívida bruta diminuir”, explicou Baldini.

No melhor momento da série, em dezembro de 2013, a dívida bruta chegou a 51,5% do PIB.

A Dívida Bruta do Governo Geral – que abrange o governo federal, os governos estaduais e municipais, excluindo o Banco Central e as empresas estatais – é uma das principais referências para avaliação, por parte das agências globais de rating, da capacidade de solvência do País. Na prática, quanto maior a dívida, maior o risco de calote por parte do Brasil.

POR ESTADAO CONTEUDO

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Brasil

Busca por crédito cai 25,7% em abril na comparação a igual mês de 2019

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Os dados são do Indicador de Demanda do Consumidor por Crédito da Serasa Experian

busca dos brasileiros por crédito teve queda de 25,7% em abril deste ano, na comparação com o mesmo mês do ano passado. Em relação a março de 2020 houve retração de  13,5%. Os dados são do Indicador de Demanda do Consumidor por Crédito da Serasa Experian.

Na comparação de abril de 2020 com abril de 2019 a população com salário de até R$ 500 foi a que menos procurou por crédito (27,5%). Para aqueles que recebem entre R$ 500 e R$ 1000 a demanda caiu 26,4%.

De acordo com o economista da Serasa Experian, Luiz Rabi, o atual cenário econômico desencorajou a ampliação do consumo via crédito e a tomada de empréstimos para formação de patrimônio. “Neste momento, permeado por incertezas e queda da renda, o consumidor priorizou gastos de primeira necessidade, feitos geralmente à vista ou com crédito pré-aprovado, em vez de endividar-se para médio ou longo prazo. Dessa forma, setores que contribuem fortemente para a demanda por crédito, como o imobiliário e o automotivo, foram menos procurados, o que explica a retração recorde do indicador”, disse Rabi.

Rabi explicou que um dos fatores desse cenário é a falta de confiança, principalmente, para aqueles de menor renda, já que as pessoas que não possuem uma reserva financeira e dependem de sua renda mensal para sobreviver, por isso estão menos dispostas a adquirir despesas futuras, pois não têm segurança para arcar com grandes compromissos financeiros.

As regiões Centro-oeste (-32,2%) e Nordeste (-24,2%) foram as que demonstraram a menor busca por crédito, na comparação entre abril de 2020 com igual mês de 2019. Em seguida está o Norte (-24,2%), acompanhado do Sudeste (-22,9%) e do Sul (22,2%). Com informações da Agência Brasil

Por Notícias ao Minuto

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Brasil

Celso de Mello compara Brasil à Alemanha nazista e diz que apoiadores de Bolsonaro ‘odeiam’ democracia

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O decano Celso de Mello, mais antigo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), comparou a situação política atual do Brasil à da Alemanha nazista e disse que a intervenção militar pretendida por apoiadores do presidente Jair Bolsonaro significa a instauração de uma “ditadura militar” no país.

A comparação consta de mensagem enviada de forma privada a alguns destinatários próximos neste domingo (31), mesmo dia em que apoiadores do presidente Jair Bolsonaro promoveram um ato em Brasília no qual pediram medidas inconstitucionais, como intervenção militar e fechamento do Congresso e do STF. O gabinete do ministro informou que a manifestação foi exclusivamente pessoal, sem vinculação com o STF, não consta dos autos de nenhum processo e não foi enviada a ministros do STF.

Celso de Mello é o relator do inquérito em tramitação no STF que apura suposta interferência do presidente Jair Bolsonaro na Polícia Federal para evitar investigações de familiares dele. O inquérito foi aberto a partir de denúncia do ex-ministro Sergio Moro – Bolsonaro nega interferência na PF.

“É preciso resistir à destruição da ordem democrática, para evitar o que ocorreu na República de Weimar, quando Hitler, após eleito por voto popular (…) não hesitou em romper e em nulificar a progressista , democrática e inovadora Constituição de Weimar”, diz a mensagem de Celso de Mello.

O ministro lembra que isso impôs àquele país “um sistema totalitário de poder viabilizado pela edição, em março de 1933, da lei (nazista) de concessão de plenos poderes (ou lei habilitante) que lhe permitiu legislar sem a intervenção do parlamento germânico”.

De acordo com a mensagem de Celso de Mello, a intervenção militar pretendida por apoiadores do presidente “nada mais significa, na novilíngua bolsonarista, senão a instauração, no Brasil, de uma desprezível e abjeta ditadura militar”. Fonte: G1

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Brasil

Vacinação é prorrogada para público de todas as fases da campanha

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A expectativa é vacinar mais 28,3 milhões de pessoas

Diante de um baixo índice de vacinação de grupos prioritários, a Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe teve seu prazo ampliado e agora vai até o dia 30 deste mês. Segundo o Ministério da Saúde, dos 77,7 milhões de pessoas consideradas público prioritário, 63,53% receberam a vacina. Com a prorrogação, a expectativa é vacinar mais 28,3 milhões de pessoas.

A campanha teve três fases. Dividida em duas etapas, a terceira e última fase, iniciada em 11 de maio, tinha previsão de vacinar 90% do grupo considerado prioritário até o dia 5 de junho. Como o resultado ainda está aquém do esperado, o governo adotou a estratégia de prorrogar a data final para o dia 30.

Segundo o Ministério da Saúde, até o último fim de semana 25,7% de 36,1 milhões de pessoas estimadas nesta terceira fase foram vacinadas. “Desde o início da ação nacional, em 23 de março, 50 milhões de pessoas foram vacinadas, faltando ainda 28,3 milhões que ainda não receberam a vacina”, informou a pasta.

Nesta segunda etapa, a campanha tem como foco principal os professores de escolas públicas e privadas e adultos de 55 a 59 anos. Já a primeira etapa (da terceira fase da campanha) teve como público-alvo pessoas com deficiência; crianças de 6 meses a menores de 6 anos; gestantes e mães no pós-parto até 45 dias.

Em nota, o secretário substituto de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Eduardo Macário, disse que, além de ser importante para reduzir complicações e óbitos em decorrência da gripe influenza, a prorrogação da campanha é “mais uma oportunidade para que os públicos de todas as fases, que ainda não se vacinaram, possam procurar de forma organizada as unidades de saúde”. Com informações da Agência Brasil

Por Notícias ao Minuto

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