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Política

Em SP, Lula tem 39% das intenções de voto e Bolsonaro, 28%, diz Genial/Quaest

Ciro Gomes (PDT) está em terceiro lugar, com 8%.

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A pesquisa Genial/Quaest divulgada pelo Estadão com eleitores paulistas mostra que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera a corrida presidencial em São Paulo, maior Estado do País, com 39% das intenções de voto, ante 28% de seu principal adversário, Jair Bolsonaro (PL). Ciro Gomes (PDT) está em terceiro lugar, com 8%.

O quadro não se alterou muito desde o dia 17 de março, quando foi divulgado o levantamento anterior sobre os eleitores de São Paulo. Na época, Lula tinha 39%, mesma taxa de agora, e Bolsonaro, 25%. O ex-ministro da Justiça e Segurança Pública do governo Bolsonaro e ex-juiz da Lava Jato, Sérgio Moro, que então ainda não havia saído da disputa, tinha 8%, e Ciro, 5%.

O ex-governador João Doria (PSDB), que em 2018, na disputa pelo governo estadual, teve quase 32% dos votos no primeiro turno e foi eleito no segundo, agora tem a preferência de apenas 4% dos paulistas como pré-candidato a presidente da República.

Os demais nomes testados no cenário principal da pesquisa são André Janones (Avante), que tem 2%, Simone Tebet (MDB) e Luiz Felipe d’Avila (Novo), ambos com 1%; e Luciano Bivar (União Brasil), que não pontuou.

No universo paulista, assim como no resto do País, Lula é mais forte entre as mulheres do que entre os homens. No segmento feminino, ele tem 41% das preferências, ante 23% de Bolsonaro e 15% dos demais candidatos somados. Ou seja, teria mais votos que a soma de todos os adversários. Já entre os homens há um empate técnico entre o petista e o presidente: 36% a 35%.

A preferência por Lula é maior entre os mais jovens. No segmento de 16 a 24 anos, ele tem 48%. Quanto maior a renda, menor o apoio ao petista. Ele tem 33% das preferências entre os paulistas que ganham mais de cinco salários mínimos, segmento em que empata tecnicamente com Bolsonaro (35%). Já entre os que recebem até dois salários mínimos, o ex-presidente alcança 45%, mais que o dobro da taxa do maior adversário (21%).

A pesquisa, que foi paga pelo Banco Genial, ouviu presencialmente 1.640 eleitores de São Paulo entre 6 e 9 de maio. A margem de erro estimada é de 2,4 pontos porcentuais para mais ou para menos.

Por Estadão Conteúdo

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Política

Após pressão do PL, Marcelo Ramos é destituído da vice-presidência da Câmara

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Por decisão do ministro Alexandre de Moraes, do deputado federal, Marcelo Ramos (PSD-AM) foi destituído da vice-presidência da mesa diretora da Câmara dos Deputados, nesta terça-feira (23). O presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), já convocou eleições internas para escolher o substituto.
Segundo a decisão, o cargo de vice-presidente da Câmara ocupado por Ramos estava vinculado ao seu antigo partido, o PL, pelo qual foi eleito para ocupar a cadeira.
Opositor incisivo do presidente Jair Bolsonaro (PL), Marcelo Ramos saiu do PL com a chegada de Bolsonaro. Com sua ida para o PSD, o deputado federal fez um acordo com Valdemar Costa Neto — presidente do PL — para continuar no cargo. Com a retirada de seu nome da mesa diretora, contudo, o acordo não foi cumprido.
Marcelo Ramos afirmou que sua destituição se deu por pressão de Bolsonaro ao presidente da Câmara, Arthur Lira. Segundo ele também, houve chantagem sobre perder o cargo, caso o parlamentar continuasse a criticar o chefe do Palácio do Planalto.
“Alguns achavam que me chantageavam quando sugeriram meu silêncio nas críticas ao presidente e na defesa do Amazonas para que não me retirassem da vice-presidência da Câmara em um gesto ilegal, arbitrário e antidemocrático. Eu não sou homem de trocar cargo por silêncio. Não troco meu dever de defender 19 milhões de brasileiros, sendo 5 milhões de crianças, que passam fome, 12 milhões de brasileiros desempregados, por cargo”, disse Ramos. “Fui eleito pelo voto de 396 deputados e deputadas e destituído por 1 e atendendo a uma ordem do Presidente da República”, complementou.
Quem me mediu pela sua régua. Vai confirmar o que todos já sabem. Diferente dos que vendem suas consciências e vendem a democracia por alguns tostões, eu sempre ficarei com os meus ideias. Amanhã irei a Tribuna da Câmara dos Deputados falar ao Brasil.— Marcelo Ramos  May 23, 2022
 
Sobre a decisão de Alexandre de Moraes, Ramos afirmou que não pretende recorrer e respeita a decisão do ministro.
“Quero dizer que respeito e cumpro a decisão do Ministro Alexandre de Moraes, que não julgou o mérito, mas a incompetência do TSE. Eu sou um democrata e jurei a Constituição, defendo as decisões judiciais até quando discordo delas”, disse.
Foto: Paulo Sérgio/Câmara dos Deputados
Por Diário de Pernambuco

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Política

Desistência de Doria aumenta chances de Lula vencer no 1º turno, diz pesquisador

A avaliação é do cientista político e diretor da Quaest, Felipe Nunes.

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A desistência do ex-governador João Doria (PSDB) de concorrer à Presidência da República aumenta as chances do pré-candidato do PT, Luiz Inácio Lula da Silva, vencer as eleições presidenciais em primeiro turno. A avaliação é do cientista político e diretor da Quaest, Felipe Nunes. Em parceria com o banco Genial, a Quaest tem produzido pesquisas de intenção de voto nacionais e estaduais.

Na avaliação do pesquisador, é possível analisar a saída de Doria da disputa presidencial a partir de três pontos de vista: político, simbólico e numérico. “Politicamente, Lula aumenta as chances de vitória no primeiro turno com o voto útil, pois o eleitor do Doria rejeita mais Bolsonaro do que Lula”, defende Nunes. Nos cálculos da Quaest, 77% dos eleitores do ex-governador paulista rejeitam o presidente e 62% rechaçam o petista.

Já do ponto de vista simbólico, seria a oportunidade de a terceira via se unir e apresentar um candidato único, acredita Felipe Nunes. O tucano retirou sua pré-candidatura nesta segunda-feira, diante da dificuldade de conquistar apoio no PSDB, que prefere apoiar a senadora Simone Tebet (MDB) ao Palácio do Planalto. Em pesquisas qualitativas, ela apresenta rejeição menor.

“Simbolicamente, a terceira via aumenta as chances de organizar sua tropa para tentar viabilizar uma opção fora da polarização. A coordenação das elites é fundamental para que os eleitores possam tomar decisões eleitorais. Até aqui, a terceira via mais atrapalhou do que ajudou o eleitor”, destaca o diretor da Quaest.

Já do ponto de vista numérico, lembra Felipe Nunes, o ex-governador de São Paulo sempre registrou baixa intenção de voto nas pesquisas. “Numericamente, não tem mudança significativa porque Doria sempre apareceu com pouco voto (de 3% a 5%). Mas Ciro (Gomes, do PDT) tem o maior potencial entre esses eleitores (54%). Lula tem potencial de 36% e Bolsonaro de 19%”, afirma o cientista político. “(Simone) Tebet é muito desconhecida”, acrescenta.

Por Estadão Conteúdo

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Política

“Pernambuco precisa de representantes do Agro na Câmara Federal”, afirma Guilherme Coelho

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O pré-candidato a deputado federal, Guilherme Coelho (PSDB/PE), tem realizado uma agenda intensa em vários municípios pernambucanos, fortalecendo apoios, fazendo novos aliados e visitando diversos eleitores. O movimento tem um objetivo claro: conquistar uma vaga de deputado por Pernambuco no Congresso Nacional. E Guilherme tem grandes chances de vitória nestas eleições.

Na última semana, Guilherme participou de encontro partidário no Recife, passando também por cidades como Afrânio, Cabrobó, Mirandiba, Arcoverde e Caruaru. Em todos os lugares Guilherme reforça o seu compromisso com o desenvolvimento regional, destacando o potencial do Estado para o Agro, em seus diversos segmentos.

“Nosso Pernambuco tem muitas riquezas, especialmente no Agro. Seja com a produção de cana-de-açúcar da Zona da Mata, com a bacia leiteira e avicultura do Agreste e Araripe, com a caprinovinocultura e fruticultura irrigada do Sertão, com a agricultura familiar. Pernambuco precisa de representantes do Agro na Câmara Federal para fazer toda esta potencialidade virar mais emprego e renda”, destacou Guilherme.

Ao longo de sua recente caminhada política, Guilherme Coelho tem se destacado por ser um líder do segmento Agro. Enquanto deputado federal, atuou na renegociação de dívidas de produtores rurais e redução de impostos para a exportação de frutas do país. Posteriormente assumiu a presidência da Abrafrutas, uma associação de fomento à produção e exportação de frutas brasileiras, que lhe deu ainda mais projeção, inclusive representando o país em feiras e exposições internacionais. Com toda esta bagagem, Guilherme se credencia ainda mais para representar Pernambuco na Câmara dos Deputados.

 

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