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Empresa cobra por shows que Chorão não fez por ter morrido

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A empresa Promocom Eventos e Publicidade cobra uma indenização por nove shows que o músico não pôde fazer

Nove meses após a morte do vocalista Chorão, da banda Charlie Brown Jr., uma notificação extrajudicial chegou às mãos do seu único filho, o fotógrafo Alexandre Ferreira Lima Abrão.

Reginaldo Ferreira Lima, advogado e avô materno de Alexandre Ferreira, diz que o pedido de indenização é uma “loucura”. “Naturalmente, o Chorão não tinha como fazer os shows, ele morreu…”.

Em petição apresentada à Justiça, o advogado sustenta que uma indenização deve decorrer de um dano causado por ato ilícito e voluntário. “É óbvio que não há como imputar qualquer ato ilícito a ele.”

Alexandre Magno Abrão, o Chorão, tinha 42 anos quando foi encontrado morto em seu apartamento, em Pinheiros, na cidade de São Paulo.

Exames detectaram que a morte do cantor ocorreu em decorrência de uma overdose de cocaína, como a acusação fez questão de salientar em um dos documentos anexados ao processo.

O laudo necroscópico do IML (Instituto Médico Legal) afirma que foram encontradas no corpo do músico 4,714 microgramas de cocaína por mililitro de sangue.

Skatista profissional na categoria freestyle nos anos 1980, Chorão fundou o Charlie Brown Jr. em 1992, tendo ao longo da carreira lançado nove discos de estúdio, dois álbuns ao vivo e mais duas coletâneas.

O nome da banda, como o próprio relatou em entrevistas, foi escolhido depois que ele atropelou uma barraca de coco em Santos, aonde morou em boa parte da vida, na qual havia um desenho do personagem criado pelo cartunista Charles Schulz.

O “Jr” foi acrescentado como uma homenagem a uma geração formada por grupos de rock, como Planet Hemp e Suicidal Tendencies, entre outros, da qual dizia ser filho.

Seu último show ocorreu em Camboriú (SC), em 26 de janeiro de 2013, de acordo com o livro de fotografias “Eu Estava Lá Também” (editora Realejo), um projeto do próprio Chorão que foi retomado pelo filho.

“Lembro que a primeira foto que fiz ficou fora de foco e eu pedi para ele voltar para perto da galera, e fiz outra”, contou Alexandre, à época do lançamento, em 2017.

No processo aberto pela Promocom Eventos, o único herdeiro de Chorão, hoje com 29 anos, questiona não apenas o pedido de indenização e da multa, mas a própria necessidade de ressarcimento pelos valores supostamente adiantados ao vocalista.

Xande, como é conhecido, coloca em dúvida a autenticidade do contrato, datado de 23 de outubro de 2012, que previa exclusividade para a empresa na realização ou na vendas de shows da banda ao longo de 2013 no Paraná e nas cidades de Florianópolis, Joinville e Balneário Camboriú (SC), aquela da última apresentação do grupo.

“Não tem qualquer semelhança com a assinatura real do falecido”, diz em documento encaminhado à Justiça, no qual declara ainda não haver prova de que o pagamento alegado foi realizado, de fato.

A Promocom Eventos afirma que a acusação de falsidade contratual é despropositada e foi feita pelo filho do líder da banda apenas para que pudesse ganhar tempo.

“Todos os pagamentos foram documentalmente provados”, diz o advogado da empresa, que anexou ao processo uma declaração da empresária Samantha Pereira de Jesus afirmando que intermediou o contrato com Chorão e que os adiantamentos ao vocalista foram pagos, sim.

O juiz Cláudio Teixeira Villa, da 2ª Vara Civil de Santos, deu ganho de causa à empresa, ordenando ao espólio do músico o pagamento de R$ 325 mil, considerando a restituição dos valores e a multa.

Não concordou, contudo, com a indenização. “Do contrário, haveria enriquecimento sem causa da parte autora, que, mesmo sem remunerar o artista, receberia pelo lucro de futura e eventual venda”, afirmou o magistrado.

A decisão, no entanto, foi anulada pelo Tribunal de Justiça, que considerou que a Promocom não conseguiu demonstrar ter feito o adiantamento ao vocalista.

“Há de se convir que a empresa não trouxe qualquer recibo de pagamento, comprovando haver repassado os valores cobrados nesta ação ao artista”, afirmou o relator do processo, Cláudio Hamilton.

Por determinação dos desembargadores, um laudo pericial será realizado para apurar se a letra no contrato é realmente a do vocalista. A assinatura será comparada com a de seu passaporte.

Na vida, diferentemente do que escreveu Chorão em “Paranormal” (2007), nem tudo se baseia na confiança. (Por Folhapress)

 

 

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Horóscopo: Saiba o que os astros falam para você hoje, 04 de Junho de 2020

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Whindersson Nunes detona e chama Bolsonaro de ‘satanás’

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O humorista criticou Bolsonaro por ignorar as mortes por coronavírus no país

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O ator e humorista Whindersson Nunes, 25, criticou uma fala do atual presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e acabou não agradando alguns seguidores e internautas do Twitter nesta terça-feira (2).

Isso porque Whindersson chamou Bolsonaro de “satanás” ao rebater um tuíte sobre sua fala sobre as vítimas brasileiras da pandemia do coronavírus. “A gente lamenta todos os mortos, mas é o destino de todo mundo”, disse o presidente na saída do Palácio da Alvorada, sobre os mais de 30 mil óbitos no Brasil por conta da Covid-19.

“Então morre satanás”, escreveu Whindersson revoltado com a notícia. Logo após ele voltou a falar sobre sua posição e respondeu um seguidor que disse que era triste o ver agindo assim. “Se importar com esse cara e não se importar com 30 mil morte… rapaz essa conta tua aí tá fraca”, rebateu.

Diversos comentários foram feitos em torno da polêmica, mas Whindersson Nunes não falou mais sobre o assunto. Alguns internautas também defenderam a posição do ator, protagonista da terceira temporada do programa de humor “Os Roni” (Multishow).”Pessoal acha que por ser figura pública não pode ter opinião própria não pode ter uma visão que já é motivo de atacar”, escreveu uma seguidora do humorista.

Por Notícias ao Minuto

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Lea Michele é acusada de racismo por ex-colegas de elenco de ‘Glee’

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Samantha Ware retuítou a declaração de Michele e disse que nunca vai esquecer quando foi alvo de comportamentos preconceituosos da ex-colega de trabalho

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Em meio a diversos protestos contra o racismo nos Estados Unidos e mundo afora, a atriz Samantha Ware, 28, resolveu expor sua ex-colega de elenco em “Glee”, seriado musical norte-americano exibido pela Fox.

Através do Twitter, Ware comentou uma declaração da atriz Lea Michele, 33, que foi protagonista na série, com o papel da jovem estudante Rachel Berry. “George Floyd não merecia isso. Este não foi um incidente isolado e precisa acabar #BlackLivesMatter [vidas negras importam]”, escreveu Michele, sobre o caso do norte-americano que foi assassinado por um policial em Minneapolis.

Samantha Ware retuítou a declaração de Michele e disse que nunca vai esquecer quando foi alvo de comportamentos preconceituosos da ex-colega de trabalho. “Lembra quando você fez do meu primeiro show de televisão um inferno? Porque eu nunca esquecerei”, escreveu.”Acredito que você tenha dito a todos que, se tivesse a oportunidade, estaria no meu lugar, entre outras microagressões traumáticas que me fizeram questionar uma carreira em Hollywood “,completou Ware.

Outros membros do elenco, incluindo Alex Newell, Amber Riley e Dabier Snell, também reagiram às acusações, mostrando apoio a Ware e lançando mais dúvidas sobre Lea Michele. “Garota, você não deixava eu sentar na mesma mesa com os outros atores porque ‘eu não pertencia’. Vai se ferrar”, escreveu Snell.

Samantha Ware teve um papel recorrente como Jane Hayward na sexta temporada de “Glee”, em 2015, aparecendo em 11 episódios. A série da Fox foi seu primeiro papel na TV e, a partir daí, ela apareceu em “What If”, “Chicago Med” e “God Friended Me”.Até o momento desta publicação, Michele Lea não se manifestou sobre as acusações de racismo em suas redes sociais.

Por Folhapress

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