O empresário foi preso preventivamente na manhã de 4ª feira (4.mar) durante a 3ª fase da operação Compliance Zero. Ele estava detido na Penitenciária 2 de Potim, no interior de São Paulo, em cela de isolamento, procedimento aplicado a novos detentos que chegam à unidade.
A Polícia Federal argumentou que o caso de Vorcaro exigia “cautela redobrada” por causa da “potencial capacidade do investigado de mobilizar redes de influência com aptidão para, direta ou indiretamente, interferir na regular condução das investigações ou no cumprimento das determinações judiciais”.
A representação da Polícia Federal que embasou a decisão do ministro de prender o empresário afirma que Vorcaro coordenava um núcleo especializado em monitorar e intimidar adversários do empresário. Segundo a corporação, conversas colhidas no celular do banqueiro indicam que ele pediu que fosse forjado um “assalto” contra o jornalista Lauro Jardim: “Quero dar um pau nele”.


