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Educação

Escolas municipais apresentam culminância de projetos de leitura

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Escolas municipais apresentam culminância de projetos de leitura  

A Secretaria de Educação de Serra Talhada, através do Programa Alfabetizar com Sucesso (PAS), realizou a 2ª edição do Projeto Litera Serra, “Programa Incentivo do Saber: Ler para Produzir, Produzir para Descobrir, e Descobrir para Experimentar”, que tem como objetivo incentivar a leitura e a produção textual dos estudantes do Ensino Fundamental I, da Rede Municipal de Ensino.

A culminância do projeto aconteceu na última sexta-feira (06.12), no Ginásio Egídio Torres de Carvalho. Na ocasião 06 escolas participantes apresentaram as temáticas literárias e gêneros textuais trabalhados em sala de aula com os alunos, e em seguida houve visitação aos stands montados no local. As escolas trabalharam gêneros textuais como poema, receita culinária, contos, fábulas, carta, quadrinhas e literatura de cordel.

Participaram da culminância do projeto as seguintes escolas: Colégio Cônego Torres, Escola Antônio Medeiros, Escola Fausto Pereira, Escola João Pereira dos Santos, Escola O Pequeno Mandacaru, Escola Carmélia Ignácio de Mello, Escola José Rufino Alves, Escola Maria José de Sá Ferraz, Escola Zuleide Feitosa de Carvalho, Escola Nossa Senhora da Penha e Escola Tancredo de Almeida Neves.

A secretária de Educação, Marta Cristina, parabenizou as escolas pelo desempenho na vivência do projeto. “Nossas escolas estão de parabéns pela maneira como vivenciaram a segunda edição do Litera Serra, trabalhando durante o ano diversos gêneros textuais e incentivando a prática da leitura junto aos alunos do ensino fundamental, dentro do Programa Alfabetizar com Sucesso. As escolas se empenharam mais uma vez e trouxeram belíssimas apresentações e estandes para o Ginásio Egídio Torres, momento de culminância do projeto. Aos nossos professores muita gratidão pela dedicação; e aos nossos pequenos, estamos orgulhosos”, disse.

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Educação

MEC indica que questões do Enem não foram pré-testadas

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O órgão não divulgou os parâmetros de correção de cada questão, como solicitado pela DPU, alegando que são informações sigilosas

Ministério da Educação (MEC) deu explicações técnicas à Justiça para tentar comprovar que a falha em cerca de 6 mil gabaritos do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) não teve “influência significativa” na nota de todos os 3,9 milhões de candidatos.

A nota técnica enviada pelo MEC deixa claro que foram usadas questões no Enem que não haviam sido pré-testadas, algo que o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), órgão do MEC responsável pela prova, não tinha explicado até então e que pode prejudicar a margem de erro do exame. O órgão também não divulgou os parâmetros de correção de cada questão, como solicitado pela Defensoria Pública da União (DPU), alegando que são informações sigilosas.

A DPU pedia que o MEC comprovasse “documentalmente” que a alteração das correções de 5.974 provas não interferiu na nota das demais em razão da Teoria da Resposta ao Item (TRI) – modelagem estatística usada no Enem e que atribui pesos diferentes para cada questão, divididas em níveis de complexidade. O Inep disse que a calibragem é feita com amostragem de 100 mil participantes, número superior ao de provas com erros. “Não houve descaracterização da amostra, os parâmetros dos itens não sofreram influência significativa em sua calibração e as proficiências dos participantes continuam sendo estimadas com a mesma precisão”, diz a nota.

O fato de Inep ter mencionado que houve “calibragem” dos itens indica que houve questões que não foram pré-testadas, algo que faz parte da TRI. Segundo especialistas, o ideal é que a prova feita por meio de TRI seja composta apenas por essas questões pré-testadas.

O Inep tem o costume de usar questões sem pré-teste porque o banco de itens é muito pequeno, problema que se arrasta desde que o Enem se tornou vestibular, em 2009. As questões hoje são elaboradas por professores de universidades federais, a pedido do governo, mas muitas não são consideradas suficientemente boas para selecionar alunos ou têm outros tipos de problemas e precisam ser descartadas. A quantidade total de itens do banco é mantida em sigilo.  (POR ESTADAO CONTEUDO)

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Educação

STJ derruba liminar e divulgação do Sisu é liberada

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O desembargador João Otávio Noronha, presidente do STJ (Superior Tribunal de Justiça), acatou hoje um recurso da AGU (Advocacia-Geral da União) e derrubou uma decisão que impedia a divulgação dos resultados do Sisu (Sistema de Seleção Unificada).

A liberação da lista de aprovados foi parar na Justiça após o MEC (Ministério da Educação) admitir ter divulgado parte das notas do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2019 com erros.

Na semana passada, a Justiça Federal de São Paulo acatou um pedido da DPU (Defensoria Pública da União) e determinou a suspensão da divulgação dos resultados do Sisu até que o MEC e o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) comprovassem “documentalmente” que o erro na correção das provas do Enem foi completamente resolvido.

Na prática, essa decisão impediu a divulgação da lista de aprovados no Sisu, inicialmente prevista para a manhã de hoje. Devido à proibição, o MEC anunciou ontem a suspensão das inscrições do Prouni (Programa Universidade para Todos), que concede bolsas em universidades privadas e também usa as notas do Enem. Agora, esse programa também deverá ser retomado. Fonte: UOL

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Educação

MEC suspende inscrições do ProUni por tempo indeterminado

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A pasta atribui a medida à decisão judicial que manteve suspensa a divulgação dos resultados do Sisu

 O Ministério da Educação informou nesta segunda-feira (27) que vai suspender por tempo indeterminado a abertura das inscrições do Prouni, programa que oferta bolsas a estudantes em instituições privadas do ensino superior.

A pasta atribui a medida à decisão judicial que manteve suspensa a divulgação dos resultados do Sisu (Sistema de Seleção Unificada).

Para o ministério, a medida bloqueia inscrições de outros programas de ensino superior, já que o resultado do Sisu é condição para acesso ao Prouni e Fies (fundo de financiamento estudantil).

As inscrições estavam previstas para serem iniciadas nesta terça-feira (28).

Segundo o MEC, enquanto houver o bloqueio, estudantes podem consultar informações sobre as cercas de 251 mil bolsas que devem ser ofertadas no site do programa.

A suspensão ocorre após o Tribunal Regional Federal da 3ª região rejeitar recurso do governo federal contra decisão da Justiça Federal em São Paulo de não permitir a divulgação de notas devido a problemas em correções de provas do Enem.

Nesta segunda, a AGU (Advocacia-Geral da União) informou ter protocolado recurso no STJ (Superior Tribunal de Justiça) para garantir a manutenção do calendário do Sisu.

Segundo o MEC, os cronogramas definitivos dos programas de acesso à educação superior serão publicados após decisão final da justiça.   (POR FOLHAPRESS)

 

 

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