A seleção espanhola se consagrou campeã da Copa do Mundo de 2026 ao vencer a Argentina por 1 a 0, em uma partida disputada no MetLife Stadium, em Nova Nova Jersey, neste domingo, 19 de julho de 2026. Com a vitória, a equipe faturou um prêmio de US$ 50 milhões, enquanto a seleção argentina, vice-campeã, recebeu US$ 33 milhões.
O gol que garantiu o título à Espanha foi marcado por Ferran Torres no início do segundo tempo da prorrogação, selando a segunda conquista da Copa do Mundo pela equipe, que já havia vencido o torneio em 2010. Este triunfo também representou a sétima vitória da Espanha em confrontos diretos contra a Argentina, que possui agora seis vitórias.
A Copa do Mundo, realizada a cada quatro anos pela FIFA, é um evento esportivo privado que visa lucro. As seleções participantes são definidas por meio de eliminatórias, e a escolha da comissão técnica e do elenco é feita por entidades privadas. No Brasil, por exemplo, cabe à Confederação Brasileira de Futebol (CBF) a responsabilidade de convocar os jogadores e definir o treinador.
É importante destacar que a CBF, uma organização de direito privado, não tem vínculo com o governo federal, o que significa que o Brasil não é representado diretamente na competição, mas sim uma equipe de futebol escolhida pela entidade. Assim, a influência do governo brasileiro na seleção que participa do torneio é inexistente.
A vitória da Espanha na Copa do Mundo de 2026 não apenas reafirma sua posição no futebol mundial, mas também destaca a crescente competitividade entre as seleções, refletindo a evolução do esporte em nível global. O próximo desafio para a Espanha será manter o nível de desempenho em futuras competições internacionais, enquanto a Argentina busca se reerguer após a derrota na final.