RENT3: R$ 43,60 ▼ 2,29%
IBOVESPA: 179.639,91pts ▼ 0,43%
VALE3: R$ 76,99 ▼ 2,49%
ITUB4: R$ 42,05 ▼ 1,55%
PETR4: R$ 47,05 ▲ 1,44%
B3SA3: R$ -- --
USD: R$ -- --
EUR: R$ -- --

Exportações brasileiras permanecem concentradas em meio a tensões comerciais

Dados mostram que cinco produtos representaram 46,7% das exportações do Brasil entre janeiro e julho de 2026, apesar de quedas nos volumes. A alta...

Entre janeiro e julho de 2026, cinco produtos foram responsáveis por 46,7% das exportações brasileiras, conforme informações da Fundação Getulio Vargas (FGV). Este percentual é superior ao registrado no mesmo período de 2025, quando as exportações concentraram 43,3%. Apesar da redução nos volumes embarcados em julho, o aumento nos preços garantiu crescimento em valor e melhorou o superávit comercial em relação ao ano anterior.

O petróleo destacou-se como a principal contribuição para as exportações, representando 33,2% do total, seguido pela soja, que respondeu por 22,44%. A carne bovina também teve sua relevância, embora tenha enfrentado influências negativas em julho, juntamente com o minério de ferro. Por outro lado, o petróleo, a soja e o óleo combustível apresentaram contribuições positivas.

O relatório da FGV aponta que, embora o volume exportado de petróleo tenha caído 8,2%, o aumento de 35,2% nos preços resultou em uma contribuição favorável para o saldo comercial. Em julho, a balança comercial teve um saldo de US$ 7,1 bilhões, elevando o superávit acumulado no ano para US$ 49,0 bilhões, o que representa um crescimento de US$ 11,8 bilhões em comparação ao mesmo período do ano anterior.

Entre os principais parceiros comerciais, o Brasil obteve um superávit de US$ 8,1 bilhões com a China e de US$ 2,9 bilhões com a União Europeia. No entanto, o déficit com os Estados Unidos aumentou de US$ 2,1 bilhões para US$ 2,3 bilhões, enquanto com a Argentina, o superávit caiu de US$ 3,5 bilhões para US$ 1,2 bilhão.

Em termos de valor, as exportações brasileiras aumentaram 6,2% em julho, enquanto as importações tiveram um crescimento de 7,6%. Durante o mês, o volume das exportações caiu 4,0%, mas os preços subiram 10,7%. Já nas importações, os preços cresceram 8,0%, acompanhados de um recuo no volume.

No acumulado até julho, as exportações mostraram um crescimento de 10,5%, com um aumento de 2,8% no volume e de 7,1% nos preços. As importações também avançaram, com uma alta de 5,5%, e aumento de 0,2% no volume, além de 5,2% nos preços.

Siga-nos em nossas redes sociais FacebookTwitter e Instagram. Você também pode ajudar a fazer o nosso Blog, nos enviando sugestão de pauta, fotos e vídeos para nossa a redação do Blog do Silva Lima por e-mail blogdosilvalima@gmail.com ou WhatsApp (87) 9 9155-5555.