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Fenearte movimenta mais de R$ 1 milhão em negócios com artesãos de oito países

A 26ª edição da Fenearte, realizada em Pernambuco, resultou em R$ 1 milhão em vendas imediatas e R$ 5,6 milhões em contratos futuros, destacando...

A 26ª edição da Feira Nacional de Negócios do Artesanato, conhecida como Fenearte, abriu as portas para 50 artesãos brasileiros, promovendo a interação com compradores de oito países. A Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco, em parceria com a ApexBrasil, organizou uma Rodada de Negócios que resultou em R$ 1 milhão em vendas imediatas, além de uma previsão de R$ 5,6 milhões em contratos para os próximos 12 meses.

Durante dois dias, foram realizadas 172 reuniões entre os artesãos e 10 compradores internacionais de locais como Alemanha, Irlanda, Polônia, Estados Unidos, Japão, Colômbia, México e África do Sul. A ApexBrasil destacou que os compradores demonstraram interesse por produtos de diversas regiões do Brasil, refletindo a riqueza do artesanato nacional.

Além das reuniões de negócios, a programação da Fenearte incluiu visitas a ateliês, museus e outros espaços relacionados ao artesanato, permitindo que os participantes conhecessem as diferentes expressões da produção artesanal brasileira. Esta rodada fez parte do projeto Brasil Feito à Mão, que visa fortalecer o setor artesanal por meio de capacitação, consultorias e eventos comerciais.

Roberta Amorim, presidente da Adepe, ressaltou a inovação na realização da Roda de Negócios em parceria com a ApexBrasil, afirmando que o resultado foi excepcional. Segundo ela, foram investidos R$ 16 milhões na feira, e somente na rodada foram movimentados R$ 6,6 milhões em vendas, tanto imediatas quanto futuras.

Os 50 artesãos que participaram da rodada foram selecionados pelos próprios compradores, que escolheram peças de diversos mestres e artesãos presentes na feira. Esses compradores representam a arte dos países em busca da diversidade do trabalho manual brasileiro.

Um dos destaques da feira foi o Mestre Luiz Benício, de Buíque, no Agreste pernambucano, que já exporta suas ESCULTURAS em MADEIRA. Seu trabalho tem conquistado admiradores internacionais, que adquiriram suas obras durante a Fenearte e continuam a comprá-las ao longo do ano.

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