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Fim do mundo? Céu fica ‘vermelho’ na China e assusta moradores

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Um raro fenômeno de “céu vermelho” que apareceu em Zhoushan, cidade portuária perto de Xangai — na China, no sábado (7), e compartilhado por moradores locais, tornou-se o principal assunto na Sina Weibo — uma popular rede social da China —, já somando mais de 150 milhões de visualizações.
Os vídeos mostram o céu vermelho sob grossas camadas de neblina. O céu avermelhado era mais forte junto ao porto, o que causava preocupações de que um incêndio tivesse ficado fora de controle.
Em Douyin, a versão chinesa do TikTok, os usuários chamaram o céu vermelho de um mau presságio sobre o tratamento da pandemia Covid-19 pela China, ressurgindo na vizinha Xangai. Um usuário disse que isso significa: “Acidentes vão acontecer”, com outro acrescentando “Eu comecei a estocar suprimentos”.
 
Possível explicação para o fenômeno
“Quando as condições climáticas são boas, mais água na atmosfera forma aerossóis que refratam e dispersam a luz dos barcos de pesca e criam o céu vermelho visto pelo público”, disse o Departamento Meteorológico de Zhoushan, de acordo com o Global Times.
Foto Reprodução
Por Diário de Pernambuco

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Mais de 20 corpos são encontrados misteriosamente em bar noturno da África do Sul

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Pelo menos 21 jovens foram encontrados mortos em um bar noturno em um bairro de periferia majoritariamente negro na cidade sul-africana de East London (sul), informou a polícia local, que investiga as causas das mortes.

As vítimas foram encontradas em um bar informal no gueto Scenery Park, em East London, no sul do país, segundo um correspondente da AFP presente no local. 
“Ainda estamos investigando as causas dessas mortes”, disse um porta-voz da polícia provincial, general Thembinkosi Kinana. 
Altos funcionários do governo correram para a cidade. Entre eles estava o ministro da Polícia Nacional Bheki Cele, que caiu em prantos depois de deixar um necrotério onde os corpos estavam armazenados. 
“É uma cena terrível”, disse ele a repórteres. “Eles são muito jovens. Alguns têm apenas 13 ou 14 anos”, disse ele. 
O número de mortos e suas idades exatas não estavam claros neste domingo. O governo provincial de Cabo Oriental informou que oito meninas e 13 meninos morreram. 
Os maiores de 18 anos podem beber nas tabernas municipais, comumente conhecidas como shebeens, que são frequentemente encontradas anexadas a casas familiares ou, em alguns casos, dentro das próprias casas. Mas os regulamentos de segurança e as leis de idade para beber nem sempre se aplicam. 
“Temos um filho que estava lá e morreu no local”, disseram os pais de um menino de 17 anos. “Nós nunca pensamos que ele morreria dessa maneira. Era um menino humilde e respeitoso”, disse triste Ntombizonke Mgangala, de pé com o marido do lado de fora do necrotério.
Sem feridas visíveis
O presidente Cyril Ramaphosa, que participa da cúpula do G7 na Alemanha, enviou suas condolências. Ele expressou sua preocupação “pelas supostas circunstâncias em que esses jovens se encontraram em um local que, à primeira vista, deveria ser proibido a menores de 18 anos”. 
As autoridades estudam a possibilidade de rever as regras de concessão de licenças para a venda de bebidas alcoólicas. A África do Sul é um dos países da África onde mais álcool é consumido.
Um responsável pelo departamento de Segurança e Comunidade da província de Cabo Oriental, Unathi Binqose, descartou a possibilidade de uma briga como causa das mortes.
“É difícil acreditar que seja uma briga porque não há sinais visíveis de ferimentos nos mortos”, disse Binqose à AFP, contatado por telefone no local.
O responsável afirmou que na sua opinião os clientes eram estudantes “que estavam realizando uma festa depois das provas escritas”.
O jornal regional local DispatchLive relatou “corpos espalhados em mesas, cadeiras e no chão, sem sinais evidentes de ferimentos”. 
Nas redes sociais, alguns usuários mencionaram a possibilidade de intoxicação por gás ou um envenenamento coletivo. Fotos compartilhadas, cuja autenticidade não pôde ser verificada, mostravam corpos sem sinais visíveis de ferimentos espalhados pelo chão do local. 
A televisão local transmitiu imagens da polícia tentando acalmar uma multidão reunida do lado de fora do bar nesta cidade às margens do Oceano Índico, cerca de mil quilômetros ao sul de Joanesburgo.
Foto: STR / AFP
Por AFP 

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Noruega investiga ataque a bar gay como ato terrorista, e parada LGBT é cancelada

O suspeito de ter disparado é um norueguês de 42 anos com origem iraniana e histórico de violência, de ameaças e de doenças mentais.

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A polícia da Noruega anunciou neste sábado (25) que investiga o ataque a tiros em uma casa noturna de Oslo como um ato de terrorismo extremista islâmico. Duas pessoas morreram e 21 ficaram feridas. Devido ao atentado, organizadores cancelaram a parada do Orgulho LGBTQIA+ que aconteceria na cidade.
O suspeito de ter disparado é um norueguês de 42 anos com origem iraniana e histórico de violência, de ameaças e de doenças mentais. O homem, cuja identidade não foi revelada pelas autoridades, foi detido logo após o ataque.

Segundo o chefe do serviço de inteligência da Noruega, Roger Berg, o suspeito era monitorado pelas autoridades desde 2015 porque mantinha contato com uma rede islâmica, e havia preocupação quanto a sua radicalização. Membros da agência norueguesa conversaram com ele no mês passado, mas não consideraram na época que ele tinha “intenções violentas”. Por ora, acredita-se que ele tenha agido sozinho, embora a polícia ainda investigue se teve ajuda para preparar o ataque.

O tiroteio aconteceu na noite desta sexta (24, madrugada de sábado na Noruega). A cena do crime se estendeu do London Pub, um popular bar frequentado por pessoas LGBT no centro da cidade, até um clube vizinho e uma rua próxima. “Há razões para pensar que se trata de um crime de ódio”, disse o porta-voz da polícia, Christian Hatlo.

O jornalista Olav Roenneberg, da NRK, disse ao site da emissora que viu um homem chegar à casa noturna com uma sacola. Depois, ele começou a atirar. Duas armas descritas por Hatlo como “antigas” foram apreendidas no local do crime.

Por recomendação das autoridades, organizadores da Parada LGBT em Oslo anunciaram o cancelamento de todos os eventos que estavam previstos para este sábado. Pelas redes sociais, o primeiro-ministro da Noruega, Jonas Gahr Stoere, expressou solidariedade às vítimas.
“O tiroteio do lado de fora do London Pub em Oslo é um ataque horrível contra inocentes e profundamente chocante”, publicou Stoere. “Ainda não sabemos os motivos desse ato terrível, mas aos homossexuais que agora estão com medo e de luto, quero dizer que estamos juntos com vocês”.

O rei da Noruega, Harald 5º, também divulgou nota em que diz que ele e toda a família real ficaram devastados com a notícia do ataque. “Devemos permanecer unidos e defender nossos valores: liberdade, diversidade e respeito ao próximo”, afirmou o monarca.

De acordo com autoridades locais, dez dos feridos estão em estado grave, mas em situação estável. Outras 11 pessoas tiveram ferimentos considerados mais leves. Bandeiras com as cores do arco-íris, símbolo da causa LGBT, e buquês de flores foram colocados próximos ao local do ataque, que foi isolado.

Geralmente pacífica, a Noruega viveu momentos de terror em 22 de julho de 2011, quando o extremista de direita Anders Behring Breivik matou 77 pessoas na sede do governo em Oslo e em uma reunião de jovens na Ilha de Utoya. A maioria das vítimas fazia parte da juventude do Partido Trabalhista da Noruega, de esquerda.

Por Folhapress

 

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EUA se prepara para segundo dia de manifestações a favor do direito ao aborto

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Os defensores do direito ao aborto estão se preparando para protestar nos Estados Unidos neste sábado (25), no segundo dia de protestos contra a decisão da Suprema Corte, enquanto os estados conservadores começam a proibir o aborto. 

O país vive uma nova polarização, entre os estados que já negam ou se preparam para negar o direito ao aborto, vigente há 50 anos, e os que o mantêm. 
Dezenas de novos protestos ocorrerão neste sábado, após os já realizados na sexta-feira, a grande maioria pacífica, embora a polícia tenha disparado gás lacrimogêneo contra manifestantes em Phoenix, Arizona, e grupos antidistúrbios dispersaram manifestações no centro de Los Angeles. 
Muitos temem que a Suprema Corte, que desde o mandato de Donald Trump tem uma clara maioria conservadora, possa agora focar no direito ao casamento entre pessoas do mesmo sexo ou à contracepção. 
Pelo menos oito estados de direita já impuseram proibições ao aborto e um número semelhante fará o mesmo nas próximas semanas depois que o tribunal derrubou as proteções constitucionais para o procedimento, atraindo críticas de alguns dos aliados mais próximos do aborto.
A Suprema Corte anulou o histórico Roe v. Wade, que consagrou o direito da mulher ao aborto em nível federal em 1973, permitindo que cada estado promulgasse sua própria legislação sobre o assunto. 
O presidente Joe Biden, que chamou essa decisão de “erro trágico” decorrente da “ideologia extremista”, falou novamente neste sábado de manhã depois de assinar uma lei de controle de armas. 
“Sei como esta decisão é dolorosa e devastadora para muitos americanos”, disse ele na Casa Branca. “Meu governo se concentrará em como é administrada e se outras leis estão sendo violadas.” 
Na sexta-feira, Biden pediu ao Congresso que restaure as proteções ao aborto como lei federal, dizendo que Roe estará “nas urnas” nas eleições de novembro.
“Tudo nos foi tirado” 
Centenas de pessoas se manifestaram em Washington na noite de sexta-feira em frente à Suprema Corte, que foi cercada anteriormente.
No Missouri, que assim que a decisão do tribunal foi tomada para proibir o aborto em todos os casos, manifestantes se reuniram na noite de sexta-feira em St. Louis do lado de fora da última clínica de aborto do estado. 
Pamela Lukehart, de 68 anos, conteve as lágrimas ao relembrar como eram as coisas antes da legalização do aborto: “Naquela época, as mulheres morriam fazendo abortos”, disse à AFP com a voz embargada. “Estávamos tentando proteger os direitos das mulheres, a vida das mulheres, e agora tudo nos foi tirado”, acrescentou.
Vinte estados devem restringir severamente ou proibir e criminalizar o aborto. Nesses territórios, as mulheres terão que continuar a gravidez, fazer um aborto clandestino, obter pílulas abortivas ou viajar para outro estado onde ainda seja legal.
Embora a decisão represente uma vitória para a direita religiosa, os líderes do movimento conservador, em grande parte cristão, disseram que não vai longe o suficiente e que pressionarão pela proibição do aborto em todo o país. 
Vários estados governados por democratas, prevendo um afluxo de pacientes, já tomaram medidas para facilitar o aborto e três deles (Califórnia, Oregon e Washington) publicaram uma declaração comum para defender o acesso a essas intervenções.
Foto: ROBERTO SCHMIDT / AFP
Por AFP 

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