A defesa de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como Sicário, confirmou sua morte na noite de 6ª feira (6.mar.2026). Ele estava internado no Hospital João 23, em Belo Horizonte, desde 4ª feira (4.mar), após ter tentado se matar. De acordo com a nota do advogado Robson Lucas da Silva, o óbito foi declarado às 18h55, após o protocolo de morte encefálica.
A Polícia Federal informou que Mourão, que estava sob custódia em Belo Horizonte, atentou contra a própria vida horas após ser preso. Ele foi levado ao hospital, e o ministro André Mendonça, relator do caso no STF, foi comunicado. As circunstâncias da tentativa de suicídio não foram esclarecidas pela PF.
Luiz Phillipi Mourão, de 43 anos, era parte do “núcleo de intimidação” de adversários de Daniel Vorcaro, conforme informações da Polícia Federal. Ele respondia por atividades ilícitas, incluindo a obtenção de informações sigilosas e o monitoramento de pessoas. O apelido 'sicário' se refere a um matador de aluguel, originando-se do latim sicarius.
Mourão recebia R$ 1 milhão por mês por seus serviços e coordenava um grupo conhecido como A Turma, responsável por intimidar opositores. A decisão do ministro Mendonça menciona conversas entre Mourão e Vorcaro que podem ser interpretadas como ameaças a jornalistas e empregados.


