Conecte-se Conosco

Mundo

Gana recebe 600 mil doses do 1º lote de vacinas distribuídas pelo consórcio liderado pela OMS

Publicado

em

O país recebeu as doses através do consórcio Covax da OMS

Quase um ano depois que a Organização Mundial da Saúde (OMS) descreveu o avanço do coronavírus como uma pandemia global, o consórcio liderado pela entidade enviou o primeiro lote de vacinas contra a Covid-19 para Gana.

O Covax, como é chamado o programa de compartilhamento de vacinas com países mais pobres, aplicou as primeiras doses nesta quarta-feira (24), após a doação de 600 mil doses do imunizante da AstraZeneca/Oxford produzido pelo Instituto Serum, na Índia.

A entrega em Acra, capital de Gana, ocorre oito meses após o lançamento da iniciativa Covax. O consórcio, que inclui a OMS, o Unicef, a Aliança para a Vacinação (Gavi) e a Coalizão para Inovações em Preparação para Epidemias (CEPI), planeja distribuir 2 bilhões de doses da vacina neste ano, das quais 1,8 bilhão serão destinada a países pobres, sem custos para seus governos.

Em Gana, o primeiro passo na campanha de imunização terá como público-alvo os profissionais de saúde, pessoas com mais de 60 anos ou que apresentem algum tipo de comorbidade. Funcionários do governo, professores, agentes das forças de segurança e trabalhadores de setores considerados essenciais nas duas maiores cidades do país -Acra e Kumasi- também serão vacinados.

Até esta quarta-feira, Gana registrou mais de 81 mil casos e 584 mortes por coronavírus, de acordo com dados da Universidade Johns Hopkins.

Por Folhapress

Seja sempre o primeiro a saber. Baixe os nossos aplicativos gratuito.

Siga-nos em nossas redes sociais FacebookTwitter e Instagram.Você também pode ajudar a fazer o nosso Blog, nos enviando sugestão de pauta, fotos e vídeos para nossa a redação do Blog do Silva Lima por e-mail [email protected] ou WhatsApp (87) 9 9937-6606 ou 9 9101-6973.

Mundo

Mianmar pode ser a próxima Síria, adverte ONU

Publicado

em

A alta comissária da ONU para os Direitos Humanos, Michelle Bachelet, disse nesta terça-feira (13) temer que Mianmar afunde em um conflito generalizado como na Síria e alertou sobre possíveis crimes contra a humanidade cometidos pela junta militar contra a população.
“Há ecos claros de 2011 na Síria. Lá também vimos manifestações pacíficas reprimidas com força desnecessária e completamente desproporcional. A repressão brutal e persistente do Estado contra seu próprio povo levou algumas pessoas a pegarem em armas, o que foi seguido de uma espiral de violência em todo país”, afirmou Bachelet em um comunicado.
“Temo que a situação em Mianmar se dirija para um conflito generalizado. Os Estados não devem permitir que os erros fatais cometidos na Síria e em outros lugares se repitam”, acrescentou.
Mianmar vive no caos desde o golpe de Estado militar de 1º de fevereiro, que derrubou a então líder civil Aung San Suu Kyi.
De acordo com um balanço feito pela Associação de Assistência a Presos Políticos (AAPP), a repressão deixou pelo menos 710 mortos, incluindo 50 crianças. Cerca de 3.000 pessoas foram presas.
Os generais reprimem cada vez mais o movimento pró-democracia, que levou milhares de birmaneses às ruas e deflagrou greves em muitos setores da economia.
“Assistimos a mais um fim de semana sangrento, coordenado em muitas áreas do país, incluindo o massacre de pelo menos 82 pessoas em Bago entre sexta-feira (9) e sábado (10)”, lembrou Bachelet.
“Os militares parecem determinados a intensificar sua impiedosa política de violência contra o povo birmanês, usando armas potentes e de modo indiscriminado”, lamentou Bachelet, citando, entre outros, granadas de fragmentação, morteiros e ataques aéreos.
De acordo com a alta comissária, que não identifica suas fontes, 23 pessoas foram condenadas à morte em julgamentos secretos, sendo quatro manifestantes e outras 19 acusadas de terem cometido crimes políticos e penais.
Ainda segundo a ONU, as detenções em massa forçaram centenas de pessoas a se esconderem.
Por:Diario de Pernambuco

Seja sempre o primeiro a saber. Baixe os nossos aplicativos gratuito.

Siga-nos em nossas redes sociais FacebookTwitter e InstagramVocê também pode ajudar a fazer o nosso Blog, nos enviando sugestão de pauta, fotos e vídeos para nossa a redação do Blog do Silva Lima por e-mail [email protected] ou WhatsApp (87) 9 9937-6606 ou 9 9101-6973.

Continue lendo

Mundo

Rússia celebra 60 anos da façanha de Gagarin, primeiro homem a voar ao espaço

Publicado

em

Os russos celebram com emoção nesta segunda-feira (12) o 60º aniversário do primeiro voo tripulado ao espaço, realizado em 12 de abril de 1961 por Yuri Gagarin, um herói soviético ainda muito admirado no país.
O presidente russo, Vladimir Putin, viajará a Engels, a pouco mais de 700 quilômetros de Moscou, o local em que o cosmonauta pousou e onde foi construído um monumento em homenagem ao voo histórico.
Em 12 de abril de 1961 às 9h07, horário de Moscou, Yuri Gagarin iniciou o voo com uma frase que entrou para a história. “Lá vamos nós”, afirmou antes de decolar a bordo de uma nave Vostok da base, então secreta, de Baikonur, na república soviética do Cazaquistão.
O voo durou 108 minutos, o tempo necessário para completar uma órbita ao redor da Terra e pousar na estepe russa.
A pequena cápsula Vostok em que o cosmonauta desceu em condições extremas será exibida no Museu da Conquista Espacial de Moscou, durante uma exposição que recebeu o nome “Primeiro” e que será inaugurada na terça-feira.
Além da cápsula, o museu exibirá objetos pessoais de Yuri Gagarin que datam de sua infância, ou de suas façanhas espaciais, como a imponente chave que usou para acionar os motores da nave, ou o assento ejetável com o qual saiu da cápsula, sete quilômetros acima do solo.
Uma exposição criada com grande pompa, que demonstra que os russos têm uma ótima imagem de Yuri Gagarin. Sua aura permanece intacta.
– Símbolo unificador dos russos –
“É talvez o único sobrenome que todos conhecem na Rússia, dos quatro aos 80 anos e ainda mais. A façanha de Gagarin é algo que unifica a Rússia”, declarou à AFP o subdiretor de pesquisas do Museu da Conquista Espacial, Viacheslav Klimentov.
Com uma mensagem de felicitações aos funcionários do setor espacial do país, o diretor da Roscomos (agência espacial), Dmitri Rogozin, afirmou que a Rússia “recorda o passado, mas também está concentrada no futuro”, e prometeu “mudanças importantes” em breve.
No domingo, Rogozin afirmou em uma entrevista a um canal de televisão que Moscou tem a ambição de enviar cosmonautas à Lua até 2030, apesar de ter um orçamento 10 vezes menor que a Nasa (a agência espacial americana).
Em 1957, a União Soviética foi o primeiro país a colocar um satélite em órbita, o célebre Sputnik, mas a viagem ao espaço de Gagarin se tornou um símbolo do domínio da URSS sobre os Estados Unidos neste âmbito.
E Yuri Gagarin, falecido em 1968, transformou-se no rosto e símbolo da conquista do espaço, não apenas na Rússia, e sim em todas as agências espaciais do mundo.
Sessenta anos depois, a Rússia continua enviando mulheres e homens ao espaço. Um foguete Soyuz, adornado para a ocasião com o perfil de Gagarin, decolou na sexta-feira de Baikonur rumo à Estação Espacial Internacional (ISS) com dois russos e um americano a bordo.
Nesta segunda-feira, os cosmonautas russos na ISS se uniram à celebração da façanha de Gagarin e saudaram os “108 minutos lendários, que viraram um exemplo de heroísmo”, afirmou um deles, Oleg Novitski.
Mas a glória espacial da Rússia perdeu o brilho. Os foguetes Soyuz continuam dignos de confiança e o país é um ator inevitável da indústria espacial. Enfrenta, porém, dificuldades para inovar e, nos últimos anos, registrou problemas, com vários lançamentos frustrados.
O país enfrenta crônicos problemas de financiamento, mas também de corrupção, sobretudo no cosmódromo de Vostochny (Extremo Oriente russo) que deve substituir Baikonur, alugado pela Rússia do Cazaquistão.
No ano passado, a Rússia perdeu o monopólio que tinha há década nos voos rumo à ISS e, agora, disputa espaço com a empresa privada americana SpaceX.
Uma nova realidade que pode provocar grandes perdas de receita para a agência espacial russa Roscosmos, embora seu diretor aposte em futuros grandes projetos, que vão da construção de uma estação lunar com a China ao desenvolvimento de uma nave ultramoderna.
Por:Mundo ao Minuto

Seja sempre o primeiro a saber. Baixe os nossos aplicativos gratuito.

Siga-nos em nossas redes sociais FacebookTwitter e InstagramVocê também pode ajudar a fazer o nosso Blog, nos enviando sugestão de pauta, fotos e vídeos para nossa a redação do Blog do Silva Lima por e-mail [email protected] ou WhatsApp (87) 9 9937-6606 ou 9 9101-6973.

Continue lendo

Mundo

Pandemia já matou pelo menos 2,93 milhões de pessoas em todo o mundo

Publicado

em

A pandemia provocada pelo novo coronavírus já fez pelo menos 2.937.355 mortos em todo o mundo desde que foi notificado o primeiro caso na China, em final de 2019, segundo o balanço diário da agência France-Press.

Mais de 135.952.650 pessoas foram infectadas pelo novo coronavírus em todo o mundo, segundo o balanço, feito às 10:00 TMG (7:00 em Brasília) de hoje com base em fontes oficiais, sabendo-se que alguns países só testam os casos graves e outros utilizam os testes sobretudo para rastreamento e muitos países pobres dispõem de capacidades limitadas de testagem.

Por:Mundo ao Minuto

Seja sempre o primeiro a saber. Baixe os nossos aplicativos gratuito.

Siga-nos em nossas redes sociais FacebookTwitter e InstagramVocê também pode ajudar a fazer o nosso Blog, nos enviando sugestão de pauta, fotos e vídeos para nossa a redação do Blog do Silva Lima por e-mail [email protected] ou WhatsApp (87) 9 9937-6606 ou 9 9101-6973.

Continue lendo
Propaganda

Trending