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Política

Governo: chegou a hora de desafiar o centrão

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Em conversas com aliados nesta sexta (12), o ministro Onyx Lorenzoni disse que chegou a hora de desafiar o centrão.

Ele afirmou que o governo não pode ficar a reboque de líderes de partidos como o PP, PR e Solidariedade.

Foi nesse espírito que a Casa Civil orientou o presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, Felipe Francischini (PSL-PR), a não aceitar votar o Orçamento impositivo antes da reforma da Previdência na semana que vem.

O Planalto sabe que o centrão tem número para forçar a inversão na ordem da votação, mas diz que quer que o grupo deixe suas digitais na manobra.(Daniela Lima – FSP)

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Política

Bolsonaro demite aliado de Mendonça Filho

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O presidente Bolsonaro demitiu o pernambucano Leonardo de Souza Leão (ao lado de Mendonça na foto), da diretoria de Gestão, Articulação e Projetos Educacionais do FNDE – Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação.

Léo, como é mais conhecido, é ligado ao grupo do ex-ministro da Educação, Mendonça Filho, e estava no cargo desde a posse dele (Mendonça) no MEC.

O blog apurou que a demissão é consequência das arestas do ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, com Mendonça. Ambos já foram líderes do DEM na Câmara no Governo Dilma Rousseff (PT), mas se distanciaram a partir do momento em que Michel Temer assumiu a Presidência e o partido bancou a indicação de Mendonça para o MEC.

A degola de Léo, portanto, é retaliação do poderoso ministro da Casa Civil ao ex-ministro da Educação, até porque o DEM está na base do Governo e não interessaria a Bolsonaro atingir alguém do grupo de Mendonça. A portaria da demissão é assinada por Onyx, articulador político do Governo.

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Política

Bolsonaro vai nesta terça à Bahia para inaugurar aeroporto sem a presença do governador Rui Costa

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O presidente Jair Bolsonaroparticipará nesta terça-feira (23) da inauguração do Aeroporto Glauber Rocha, em Vitória da Conquista (BA), na primeira viagem ao Nordeste após a polêmica causada pela declaração dele sobre governadores da região.

A previsão é que Bolsonaro chegue à cidade às 10h45, e o evento ocorra às 11h. O aeroporto amanheceu cercado por tapumes.

A viagem ocorre após o governador da Bahia, Rui Costa (PT), anunciar que não participará da inauguração do terminal porque a solenidade ficou restrita a poucos convidados, “como se fosse uma convenção político-partidária” (leia detalhes mais abaixo).

O presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, Nelson Leal (PP), também informou que não participará, em solidariedade à decisão de Costa, assim como Paloma Rocha, filha do cineasta Glauber Rocha, que dá nome ao aeroporto.

A viagem é a segunda de Bolsonaro ao Nordeste desde a posse. Na primeira, em maio, o presidente foi a Pernambuco para participar de reunião da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste(Sudene), em Recife, e inaugurou conjunto habitacional do Minha Casa, Minha Vida, em Petrolina, no Sertão.

‘Governadores de paraíba’

Na sexta-feira (19), ao conversar com o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, Bolsonaro disse que “daqueles governadores ‘de paraíba’, o pior é o do Maranhão”, acrescentando: “Tem que ter nada com esse cara”.

Bolsonaro disse no sábado (20) que a fala foi uma crítica aos governadores do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), e da Paraíba, João Azevêdo (PSB).

Ainda na sexta, governadores do Nordeste divulgaram uma carta na qual cobraram explicações de Bolsonaro e afirmaram ter recebido “com espanto e profunda indignação” a declaração do presidente. No entendimento deles, Bolsonaro transmitiu “orientações de retaliação a governos estaduais”.

O Nordeste foi a única região na qual Bolsonaro não venceu no segundo turno da eleição presidencial de 2018. Na ocasião, Fernando Haddad (PT) obteve 69,7% dos votos válidos da região, contra 30,3% de Bolsonaro.

Governador e presidente da Assembleia ausentes

Nesta segunda (21), o governador da Bahia, Rui Costa, anunciou que não participará da inauguração do aeroporto de Vitória da Conquista.

Costa relatou em vídeo (veja acima) que convidou o governo federal para a inauguração, mas entende que a solenidade ficou restrita a poucos convidados, maior parte de apoiadores do presidente. O Palácio do Planalto não comentou a decisão do governador.

“A medida anunciada é excluir o povo da inauguração, fazer uma inauguração restrita a poucas pessoas, escolhidas a dedo, como se fosse uma convenção político-partidária. Não posso concordar com isso”, disse Costa.

No vídeo, Costa também agradeceu os esforços do ex-governador da Bahia Jaques Wagner, atualmente senador, do ex-secretário de Infraestrutura Otto Alencar, também atualmente senador, e dos ex-presidentes Dilma Rousseff e Michel Temer.

Segundo o governo da Bahia, o novo aeroporto teve investimento de R$ 106 milhões, com mais de R$ 31 milhões do orçamento estadual. A obra, segundo o governo, foi executada pelo estado.

O presidente da Assembleia Legislativa, Nelson Leal,informou por meio de nota que não participaria em solidariedade a Rui Costa, e disse que esperava que o evento fosse um “momento suprapartidário”. Por Guilherme Mazui e Judson Almeida

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Política

Bolsonaro privilegia bases eleitorais

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Nos primeiros 200 dias de seu governo, Bolsonaro tentou agradar militares, policiais, evangélicos, ruralistas e caminhoneiros

Nos primeiros 200 dias do seu governo, o presidente Jair Bolsonaro tomou decisões que agradaram aos segmentos que mais deram apoio para sua eleição no ano passado: militares, policiais, evangélicos, ruralistas e caminhoneiros. A prioridade dada a esses grupos virou motivo para ataques de partidos da oposição, que veem no gesto do Planalto um fator que mantém a polarização política no País.

Como prometido, o presidente tratou prioritariamente da facilitação da posse e porte de armas de fogo, uma pauta dos armamentistas (caçadores, atiradores esportivos e colecionadores), mas que divide opiniões entre as polícias, as Forças Armadas e no meio evangélico.

Entre as benesses, Bolsonaro abriu crédito para caminhoneiros; negociou regras mais brandas de aposentadoria às polícias e carreiras federais da segurança pública; ampliou o financiamento de comunidades terapêuticas, em sua maioria ligadas a igrejas; e deu aval para manter isenta a contribuição previdenciária sobre a produção agropecuária exportada.

Na sexta-feira, Bolsonaro pressionou publicamente o Congresso para debelar uma nova ameaça de greve dos caminhoneiros, insatisfeitos com a atualização da tabela do piso mínimo do frete. Ele pediu apoio a deputados e senadores para aprovação de projeto de lei que, entre outras medidas, aumenta a validade da carteira de motorista de cinco para dez anos.

Os evangélicos receberam os últimos acenos do presidente, como o afrouxamento de regras fiscais e o compromisso público de indicar para uma vaga no Supremo Tribunal Federal um jurista “terrivelmente evangélico”. O nome mais cotado é o do advogado-geral da União, André Mendonça, um presbiteriano. Em negociações com a frente parlamentar evangélica, também reduziu exigências na prestação de contas de filiais de igrejas.

Popularidade

O presidente decidiu manter um tom de campanha eleitoral após assumir o governo e, diante da queda nos índices de popularidade, tem pedido a parlamentares desses segmentos sugestões de iniciativas de apelo popular. “Essas pequenas medidas têm um alcance enorme no Brasil e trazem a população para o nosso lado”, disse Bolsonaro, durante encontro com a bancada evangélica, na semana passada.

Ao jornal O Estado de S. Paulo, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, disse que Bolsonaro adotou um estilo de governar “sinalizando para suas bases eleitorais”.

A oposição critica a postura do presidente. “Bolsonaro fez a opção de governar para os identificados com o bolsonarismo propriamente dito. Governa para um núcleo duro ligado a ele, deixando vários segmentos da sociedade sem atenção e fazendo até o contrário da demanda desses setores, alguns que votaram nele”, diz o senador Humberto Costa (PE), líder do PT.

O líder do PSB na Câmara, Tadeu Alencar (PE), diz que a desaprovação ao governo decorre de uma falta de respostas a quem não faz parte dos nichos de apoio. “Quem ganha eleição deseja um ambiente de governança de menos combustão para implementar sua pauta, mas ele faz o contrário: aposta numa tensão permanente.”

O cientista político Carlos Melo pondera que presidentes eleitos sempre privilegiaram suas bases e que o Estado é corporativo. Ele cita, por exemplo, que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso nomeou intelectuais para compor o governo e que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva levou ao poder sindicalistas, adotando parte de bandeiras do setor, como a política de valorização do salário mínimo.

“É uma praga no Brasil. Seja que governo for, você tem os amigos do rei apaniguados de alguma forma. Pode-se dizer que são as bases eleitorais, setores que fizeram campanha e elegeram o Bolsonaro, portanto, precisam ser recompensados. Mas isso não é republicano, não é impessoal, não é um governo de técnicos, sem privilégios, como se prometia fazer”, avalia Melo. Como exemplo, ele cita a pressão das carreiras de segurança pública para escaparem das mudanças propostas na reforma da Previdência.

Parte desses grupos ganhou ainda o direito de indicar ministro na equipe de Bolsonaro, caso dos ruralistas, responsáveis por emplacar a titular da Agricultura, Tereza Cristina. Apesar de não ter sido um nome levado ao presidente pela bancada, a ministra da Família, Mulher e Direitos Humanos, Damares Alves, atendeu ao anseio da bancada evangélica. A bancada da bala encampou projetos do ministro da Justiça, Sérgio Moro. E os caminhoneiros, mesmo sem congressistas, ganharam atenção dedicada do ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas. Os militares das Forças Armadas, berço político do presidente, compõem o maior segmento do governo, com cargos em toda a Esplanada e no Planalto.

(Por O Estado de S. Paulo)

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