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Saúde

Governo cria comissão para acompanhar casos de varíola de macacos

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O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) constituiu, em caráter consultivo, uma Câmara Técnica Temporária de pesquisa, denominada CâmaraPox MCTI, para acompanhar os desdobramentos científicos sobre o vírus monkeypox, conhecido como “varíola dos macacos’.

A medida de vigilância científica, por meio da consulta aos especialistas, é necessária diante dos casos de infecção registrados no Reino Unido, Portugal, Espanha e Estados Unidos em maio de 2022. Segundo a pasta, até o momento, não há registros de casos varíola dos macacos no Brasil.

A medida segue a mesma ideia da formação da RedeVírus MCTI, comitê de especialistas instituído em fevereiro de 2020, antes mesmo de a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarar pandemia do coronavírus. O comitê de especialistas presta assessoramento técnico-científico à pasta sobre as estratégias e necessidades na área de ciência, tecnologia e inovação necessárias na área de saúde.

Integram o grupo, até o momento, sete especialistas brasileiros da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e da Universidade Feevale. Os pesquisadores produziram dois informes técnicos sobre a doença, envolvendo as principais formas de contágio e as informações disponíveis sobre os casos registrados em outros países. Fonte: Agência Brasil

 

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Saúde

Tire suas dúvidas sobre a 4ª dose da vacina contra Covid

Veja o que você precisa saber antes de se vacinar.

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Agora todas as pessoas maiores de 18 anos da cidade de São Paulo já podem tomar a quarta dose da vacina contra a Covid.

Veja o que você precisa saber antes de se vacinar.

Posso tomar a quarta dose (segundo dose de reforço)?

Se você já tiver mais de 18 anos, sim. O reforço para essa faixa etária foi liberado nesta terça-feira (9). Segundo a Prefeitura de São Paulo, estão elegíveis 911.701 pessoas.

Há alguma restrição?

Sim. Você precisa ter tomado a terceira dose (primeira dose adicional) há pelo menos quatro meses.Onde eu posso tomar a vacina?

A vacinação acontece nas UBSs (Unidade Básica de Saúde), AMAs (Assistência Médica Ambulatorial), AMA/UBS Integradas, nos Centros de Saúde, nos SAEs (Serviço de Atenção Especializada) e megapostos.

A lista dos postos pode ser encontrada na página Vacina Sampa.
A população também pode consultar a disponibilidade de vacinas por fabricante, bem como a situação das filas de vacinação nos postos em tempo real por meio da plataforma De Olho na Fila.

Quais vacinas estão disponíveis para quarta dose?

Todas as vacinas contra a Covid aprovadas no Brasil (Pfizer, AstraZeneca, Janssen e Coronavac) podem ser usadas para a quarta dose.

Apesar de São Paulo estar usando a Coronavac, o Ministério da Saúde indica para doses de reforço somente os imunizantes da Pfizer, AstraZeneca e Janssen.

Ouvi dizer que há vacinas vencidas sendo usadas. É verdade?

Não exatamente. Há alguns meses, a Anvisa aprovou, por unanimidade, o prolongamento da validade de alguns lotes da vacina da AstraZeneca.

Vale mencionar que isso não chega a ser surpreendente. Especialistas já avaliavam que as vacinas contra Covid tinham datas de validade reais superiores às que constavam inicialmente nas bulas. Para se ter uma ideia, alguns desses imunizantes venciam oficialmente pouco mais de quatro meses após a fabricação. Enquanto isso, vacinas tradições têm vencimentos que chegam até três anos.

Pela urgência para aplicação em vida real, os fabricantes acabaram pondo prazos de validade menores, mas já se esperava que, com o tempo, as datas de vencimento aumentassem.

A quarta dose tem um risco maior de provocar reações adversas graves?

Em geral, não há evidências que indiquem riscos de reações diferentes ou mais graves na quarta dose. Inclusive, as reações costumam ser mais raras a cada dose da vacina.

Quando se utiliza um regime heterólogo (ou seja, uma vacina diferente das usadas em outras aplicações), há chances de reações, mas, em geral, leves.

As reações adversas às vacinas contra a Covid são leves, normalmente dor no local da aplicação, sensação febril, mal-estar, dor no corpo e quadro gripal. Isso normalmente dura até 24h ou no máximo dois dias.

Outras pessoas não vão sentir nada de reação.

Outras reações menos usuais também podem ocorrer em um pequeno percentual das pessoas. Segundo a bula da Pfizer, por exemplo, de 0,1% a 1% dos imunizados podem ter insônia, cansaço físico intenso, suor noturno ou urticária.

Muito raramente há efeitos adversos graves. Tais casos são monitorados pelas autoridades de saúde, que averiguam se tais casos têm, de fato, relação com a vacina tomada.

Quando eu for tomar a vacina contra Covid, posso tomar outras ao mesmo tempo?

Pode.

Inicialmente, o Ministério da Saúde indicava um intervalo de 14 dias entre a aplicação da vacina contra a Covid e outras. O objetivo da medida era a avaliação, com informações de vida real, do perfil de segurança dos imunizantes usados em larga escala. Com os dados de vida real agrupados, o intervalo não se fez mais necessário.

Ainda em 2021, o ministério declarou não ser mais necessário o intervalo.

“A administração de múltiplas vacinas em apenas uma visita amplia as chances de se ter um cartão de vacinação atualizado permitindo aumentar as coberturas vacinais, proteger a população contra doenças imunopreveníveis e otimizar o uso de recursos públicos”, afirma a nota técnica relacionada à administração de várias vacinas ao mesmo tempo.

Segundo o ministério, o ideal é que cada vacina seja aplicada em um grupo muscular diferente. Mas, caso isso não seja possível, as aplicações devem, pelo menos, respeitar a distância de 2,5 cm entre si.

Por Folhapress

 

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Saúde

Consumo de carne vermelha aumenta risco de doença cardiovascular, diz estudo

A enfermidade cardiovascular promove a deposição de placas de gordura em artérias e vasos, o que pode levar a infartos do miocárdio e ao AVC (acidente vascular cerebral).

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Um estudo publicado na revista Arteriosclerosis, Thrombosis, and Vascular Biology no início deste mês revelou que o TMAO (n-óxido de trimetilamina), produto químico gerado no intestino durante a digestão de carne vermelha, aumenta em 20% o risco da doença aterosclerótica.

A enfermidade cardiovascular promove a deposição de placas de gordura em artérias e vasos, o que pode levar a infartos do miocárdio e ao AVC (acidente vascular cerebral).

O trabalho é resultado de pesquisas feitas em conjunto pela Universidade Tufts, nos Estados Unidos, e pela Cleveland Clinic Lerner Research Institute.

Fizeram parte do estudo 3.931 indivíduos americanos com mais de 65 anos que foram acompanhados ao longo de 12,5 anos. Os pesquisadores ajustaram fatores de risco estabelecidos como idade, sexo, raça e etnia, educação, tabagismo, atividade física, hábitos alimentares, e outros.

Aproximadamente 10% do risco da doença é explicado pelo aumento dos níveis de metabólitos produzidos por bactérias intestinais a partir de nutrientes abundantes na carne, sendo um deles o TMAO.

Quanto maior a quantidade de carne vermelha, processada ou não, é consumida, o perigo aumenta. A proporção é de 22% de risco a cada 1,1 porção consumida por dia. Entretanto, a ingestão de peixes, aves e ovos não foi significativamente associada com doença cardiovascular aterosclerótica.

“Essas descobertas ajudam a responder a perguntas de longa data sobre os mecanismos que ligam as carnes ao risco de doenças cardiovasculares”, disse uma das coautoras do artigo, Meng Wang, pós-doutoranda na Universidade Tufts, em nota sobre o estudo.

No entanto, para a nutróloga do HCor (Hospital do Coração), Thalita da Mata, é preciso enxergar esses resultados com parcimônia. “Esse estudo é observacional. Então, a gente tem que ter cuidado na hora de tirar conclusões a respeito porque ele não pode provar nenhuma causa e nenhum efeito”.

O argumento é corroborado pelo próprio artigo ao afirmar que “mais estudos são necessários para determinar se os resultados são generalizáveis entre idades e nacionalidades”, pois a pesquisa baseou-se em anos de dados dos National Institutes of Health (Institutos Nacionais de Saúdes dos EUA, em português), voltando-se para indivíduos americanos idosos.

Para os especialistas brasileiros ouvidos pela reportagem, a relação levantada pela pesquisa já era conhecida, porém, não se sabia como ela se dava.

“Essas recomendações acerca da melhora do padrão da dieta já eram sabidas. Mas o mecanismo que justifica essas intervenções e mudanças de estilo de vida está começando a ser descoberto”, destaca o cardiologista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, Leandro Costa.

O cardiologista, professor titular sênior e pesquisador do InCor (Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP), Protásio Lemos da Luz, ratifica. “A pesquisa acrescenta mais um dado a um conceito que nós já temos”.

Ainda assim, da Mata afirma a relevância da pesquisa. “É um estudo muito importante porque demonstrou que a maior ingestão de proteína animal, proteína industrializada e proteínas que contém altos graus de conservantes pode ser pior para nossa saúde cardiovascular em decorrência dos produtos químicos que são gerados no nosso trato gastrointestinal”.

Mas afinal, o quanto de carne vermelha se deve comer para a manutenção da saúde? O pesquisador do Incor, Lemos da Luz, diz que a quantidade depende do risco cardiovascular. Ou seja, o protocolo alimentar deve levar em conta fatores como histórico familiar de doença, alterações de glicemia e colesterol e, por fim, presença de evento cardíaco.

OUTROS RISCOS

O estudo ainda indica que o TMAO oferece outros riscos à saúde. A cardiologista Salete Nacif, do HCor, destacou que o metabólito pode estar por trás da maior incidência de diabetes e doenças renais.

Além disso, um artigo publicado na revista JAMA Network Open, em maio deste ano, apontou que o TMAO e metabólitos relacionados em adultos mais velhos estão associados a um maior risco de morte, independentemente de estar ou não associado a doenças cardiovasculares.

Os participantes com os níveis mais altos de TMAO tiveram um risco de morte de 20 a 30% maior em comparação com aqueles com os níveis mais baixos.

O PAPEL DO INTESTINO

O principal ator na produção do TMAO é o intestino, cuja saúde é “um tema muito pouco discutido”, de acordo com a nutróloga Thalita da Mata. “Nosso intestino é nosso segundo cérebro. Ele é um órgão muito importante, pois através dele temos a modulação de vários hormônios e de várias substâncias. É onde a gente pode degradar essas substâncias ruins. Esses estudos vêm mostrar que nosso intestino está relacionado com o todo”.

“A microbiota intestinal é fundamental por ser quem metaboliza tudo o que comemos”, concorda Protásio Lemos da Cruz que vem desenvolvendo estudos entre a relação entre intestino e saúde cardiovascular. “Nós estamos começando a estudar isso. A flora intestinal está no meio do processo que vai da ingestão, digestão e produção de substâncias que vão para o plasma sanguíneo”.

Para o cardiologista Leandro Costa, há ainda uma relação entre o bom funcionamento da flora e o tipo de alimentação. “A mudança vem a longo prazo, não apenas em detrimento daquilo que você utiliza, mas ao tipo de microbiota que você seleciona a partir das escolhas alimentares que você faz”.

Ainda de acordo com o cardiologista, indivíduos com alimentação e microbiota saudável, ao comerem carne ou alimentos processados, possuem melhores condições de metabolizar. “Essas exceções não vão trazer um aumento de risco cardiovascular, mas sim a regra”, afirma.

Para além de alimentação balanceada e o não consumo de alimentos processados e embutidos, as orientações dos médicos para uma melhor saúde intestinal são: fazer atividade física regular, controlar o nível de estresse, parar de fumar, ter uma quantidade adequada de sono todos os dias e fazer uso de probióticos, se houver orientação médica.

Por Folhapress

 

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Saúde

Brasil registra 39 mortes por Covid e 6.388 casos

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A média móvel de casos permanece em queda e agora é de 26.301, redução de 39% em relação ao dado de duas semanas atrás.

O Brasil registrou 39 mortes e 6.388 casos de Covid neste domingo (7). Com isso o país chega a 680.051 vidas perdidas e a 34.015.463 pessoas infectadas desde o início da pandemia.

A média móvel de casos permanece em queda e agora é de 26.301, redução de 39% em relação ao dado de duas semanas atrás.

A média de mortes permanece em estabilidade (sem variações superiores a 15% também em relação ao dado de duas semanas antes) e agora é de 210 óbitos por dia.

Os dados do país, coletados até 20h, são fruto de colaboração entre Folha de S.Paulo, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do coronavírus. As informações são recolhidas pelo consórcio de veículos de imprensa diariamente com as Secretarias de Saúde estaduais.

O consórcio de veículos de imprensa deixou de atualizar os números de vacinados contra a Covid-19 nos fins de semana e feriados. Nos dias úteis, os dados serão atualizados normalmente. A medida visa evitar imprecisões nos números informados ao leitor.

A mudança ocorre devido a problemas na consolidação dos dados de vacinação pelas secretarias estaduais. Diversos estados não atualizam o total de vacinados aos fins de semana e feriados, e mesmo os que o fazem, por vezes, informam números desatualizados, que não correspondem à realidade e costumam ser corrigidos nos dias seguintes.

 

 

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