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Política

Humberto Costa agradece trabalho de cubanos e participa de despedida de médicos em Brasília

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A expulsão dos médicos cubanos do Brasil promovida por Jair Bolsonaro (PSL) já está causando, de acordo com o líder da Oposição no Senado, Humberto Costa (PT-PE), graves danos ao sistema público de saúde. O parlamentar lamentou, nesta segunda-feira (3), que a decisão do presidente eleito esteja deixando vários postos do SUS sem atendimento e também elogiou o trabalho e solidariedade dos cubanos. Hoje, ele participa de uma despedida dos profissionais no aeroporto de Brasília.

“As vagas ofertadas pelo edital aberto pelo Ministério da Saúde foram preenchidas, em grande parte, por profissionais que já estão no Sistema Único de Saúde e que simplesmente saíram de prefeituras ou de organizações sociais para ingressar agora Mais Médicos. Ou seja, muitos estão saindo dos postos que têm no SUS e isso ameaça desorganizar inteiramente a rede”, afirmou.

Da tribuna do Senado, Humberto agradeceu “em nome do povo brasileiro, de milhões de pessoas que tiveram a oportunidade de ter, nos seus municípios, nas aldeias indígenas, na periferia das grandes cidades, um atendimento com profissionais médicos altamente capacitados”.

“Eles nos deram uma lição de solidariedade, assim como o governo cubano, que nos ajudou de forma significativa a melhorar os indicadores de saúde do nosso país. Mais de 700 municípios tiveram, pela primeira vez na sua história, um médico atuando nos seus limites geográficos”, comentou.

O senador avalia que o rompimento do contrato do programa feito pela decisão de Bolsonaro de alterar unilateralmente as cláusula vai aumentar os custos do Estado com saúde. Ele citou um estudo realizado pela Fundação Getúlio Vargas, este ano, para ressaltar o número de ampliação do número de médicos no atendimento básico de saúde, que evitou 521 mil internações em 2015.

Segundo Humberto, a medida gerou uma economia de quase R$ 840 milhões, o que correspondeu a cerca de 33% dos R$ 2,6 bilhões dedicados ao Mais Médicos em 2017.

“O fim do programa já está trazendo graves prejuízos à sociedade, principalmente aos mais desfavorecidos. A forma profundamente desrespeitosa e agressiva com que o presidente eleito tratou os profissionais do país caribenho só prejudica os mais de 30 milhões de brasileiros atendidos exclusivamente por eles”, disse.

O líder da Oposição, que foi o relator da Medida Provisória que prolongou o funcionamento do programa no Brasil por mais três anos, em 2016, ressaltou que a iniciativa partiu da constatação de uma realidade de que a relação médico por mil habitantes no Brasil é muito baixa e os chamamentos públicos para preenchimento de cargos em locais longínquos não melhoravam o índice.

“Em cinco anos do programa, em nenhum dos editais, os médicos brasileiros supriram a necessidade apresentada, embora sempre tivessem prioridade em serem contratados. Em cinco anos, cerca de 20 mil médicos cubanos realizaram mais de 113 milhões de atendimentos”, observou. (Do Blog do Finfa)

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Política

‘Foge do Brasil’, sugere Damares a pais de meninas

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Declaração foi dada após ministra mencionar que o país é o pior da América do Sul para mulheres, citando pesquisa recebida por sua pasta

O Brasil é o pior país da América do Sul para se criar meninas, afirmou a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, em entrevista ao jornalista Reinaldo Azevedo, levada ao ar nesta sexta-feira (15), pela rádio Jovem Pan de João Pessoa. “Se eu tivesse que dar um conselho para quem é pai de menina, mãe de menina: foge do Brasil”, afirmou. “Você está no pior país da América do Sul para criar meninas.”

Ela atribuiu o dado a uma pesquisa recebida por sua pasta e explicou que os dados são elevados devido aos casos de abuso sexual. “O abuso sexual de meninas no Brasil é uma realidade”, disse. “Estamos com um número absurdo de meninas sendo abusadas.” Novamente citando “pesquisas”, a ministra acrescentou que uma em cada três meninas no País sofrerá algum tipo de abuso até os 18 anos. “É muito”, comentou.

Para a ministra, o problema tem de ser atacado com uma revolução cultural. “Mas uma revolução cultural mesmo, lá na escola. Não adianta eu fazer só repressão. Vamos ter que trabalhar com uma mudança de comportamento no Brasil, de proteção à mulher, de proteção à menina.”

Questionado, o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos informou que Damares não concedeu entrevista à rádio nesta sexta-feira. Por intermédio de sua assessoria de imprensa, a ministra admitiu que falou algo nessa linha durante a campanha, mas em seguida, teria acrescentado que no governo de Jair Bolsonaro isso não seria necessário, pois ele fará do Brasil o melhor país para morar no mundo. Segundo a pasta, a frase está “fora de contexto”.

Na entrevista que foi ao ar, Damares também defendeu o ensino domiciliar, outra bandeira do atual governo. Ela explicou que a modalidade não será obrigatória e poderá beneficiar famílias que vivem em locais mais isolados, que hoje são “processadas” se não colocarem a criança com mais de quatro anos na escola. “O rendimento em casa é muito maior porque 40% do tempo na escola é para gerenciar a sala”, acrescentou.

Não é a primeira vez que Damares causa polêmica. Logo no início do governo, um vídeo no qual pregava que “meninos vestem azul e meninas vestem rosa” viralizou na internet. A frase foi citada nesta quinta-feira, 14, pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Celso de Mello em seu voto no processo que discute a tipificação do crime de homofobia.

No início do ano foi divulgado outro vídeo, antigo, no qual Damares afirma que, na Holanda, especialistas recomendam a masturbação de crianças a partir dos sete meses de idade.

(Por Notícias ao minuto)

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Política

Deputado pede desculpa por fala sobre ‘morte’ de Bolsonaro

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‘Ao invés de dizer que o presidente corria risco e estava debilitado, usei uma expressão que falava em risco de morte’, justifica Edmilson Rodrigues.

Em vídeo divulgado por sua assessoria de imprensa, o deputado Edmilson Rodrigues (PSOL-PA) se desculpou publicamente por ter dito, durante entrevista à TV Câmara, que o presidente Jair Bolsonaro, internado no Hospital Albert Einstein, “está para morrer”.

“Ao invés de dizer que o presidente corria risco e estava debilitado, usei uma expressão que falava em risco de morte”, afirmou ele.

No Facebook, o deputado estadual Delegado Francischini (PSL-PR) disse que a executiva nacional do PSL vai acionar o Conselho de Ética da Câmara contra Rodrigues. Com informações do Estadão Conteúdo.

Assista ao pedido de desculpas:

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Política

Bebianno: ‘Não se dá um tiro na nuca do seu próprio soldado’

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Ministro da Secretaria-Geral teria feito desabafo a interlocutores, segundo blog.

ministro da Secretaria-Geral do governo, Gustavo Bebbiano, estaria bastante magoado com a postura do presidente da República, Jair Bolsonaro, e de seu filho Carlos Bolsonaro, no episódio envolvendo supostas candidaturas laranjas do PSL como forma de conseguir recursos públicos.

Nesta quarta-feira (13), Carlos chegou a dizer, em uma rede social, que Bebianno mentiu ao afirmar que estava em contato com Bolsonaro, usando como prova um áudio que teria sido enviado pelo presidente ao ministro. Bolsonaro, por sua vez, endossou a posição de Carlos e compartilhou a publicação.

“Não se dá um tiro na nuca do seu próprio soldado. É preciso ter um mínimo de consideração com quem esteve ao lado dele o tempo todo”, desabafou Bebianno, em uma conversa com interlocutores, de acordo com informações do blog do Gerson Camarotti, no portal G1.

Ele ainda teria reforçado que, se Bolsonaro quiser demiti-lo, terá de fazê-lo e enfrentar o desgaste, pois ela não tomará a iniciativa. “Não vou sair escorraçado pela porta dos fundos”, relatou o ministro a colegas, ainda conforme o blog.

Bebianno foi um dos primeiros a se engajar na campanha eleitoral do agora presidente, quando, segundo seus amigos, nem mesmo o próprio Bolsonaro acreditava nela. A relação dele com os filhos do então candidato, no entanto, sempre foi conturbada. Em especial com o vereador Carlos Bolsonaro, que nunca escondeu seu desapreço pelo ministro.

O envolvimento de Bebianno com o escândalo das candidaturas laranjas do PSL, revelado pela Folha de S.Paulo, fez com que os filhos intensificassem a artilharia contra o ministro. (Do Notícias ao minuto)

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