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Cultura

Jim Parsons explica razões que o levaram a deixar ‘The Big Bang Theory’

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“Não sou a mesma pessoa que era antes”, confessou o ator que interpreta o famoso Sheldon Cooper

Algumas vezes, nem mesmo todo sucesso de um trabalho pode satisfazer um artista.

Em entrevista ao ‘The Hollywood Reporter’, Jim confessou que foi a primeira vez que sentiu que não poderia continuar com aquele trabalho e desistiu de tudo. “Não sei se é porque sou [do signo] de áries ou apenas porque talvez tenha refletido comigo mesmo. Seja o que for, depois de ter tido esse pensamento fiquei do gênero: ‘Essa é a resposta'”, lembrou, abrindo o coração para falar abertamente sobre o assunto.

“Não havia nenhum fator, nenhuma situação em que tivesse pensado que [o tempo da série] já tinha sido o suficiente. Não! Não era nada disso. É que… quando uma pessoa sabe, sabe. Nós ficamos suscetíveis aos caprichos da nossa própria existência e quando chegamos a uma certa idade a vida muda. É fascinante pensar quem eu era há 12 anos e, às vezes, quando tenho dificuldade em decorar ou dizer uma fala do Sheldon, agora, é difícil saber o porquê. Acho que é porque não sou a mesma pessoa que era antes. Há uma possibilidade de isso se tornar mais difícil para nós de alguma forma. E eu não sei o que é que isso significa, mas é como se você simplesmente mudasse”, acrescentou.

O co-criador da série, Chuck Lorre, disse que não conseguia imaginar manter a série sem o Sheldon.

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Cultura

Presidente da Ancine defende cancelamento de edital

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Em palestra realizada na cidade de Gramado (RS), ele disse que a suspensão do edital foi um ‘convite ao diálogo’, o que causou indignação da plateia composta por profissionais da indústria audiovisual

GRAMADO, RS (FOLHAPRESS) – Criado durante a ditadura militar, em 1973, o Festival de Cinema de Gramado, na serra gaúcha, já exibiu filmes que foram censurados pelo governo, como “Toda Nudez Será Castigada”, de Arnaldo Jabor, escolhido como melhor longa na primeira edição. 

Durante a sua 47ª edição, porém, a portaria do governo, que determinou o cancelamento do edital para projetos sobe diversidade sexual criticado por Jair Bolsonaro (PSL), foi chamada de “convite ao diálogo” durante o tradicional evento do calendário cinematográfico. 

A declaração foi feita pelo presidente da Ancine (Agência Nacional do Cinema), Christian de Castro, na manhã da última quarta-feira (21), em encontro do Gramado Film Market, parte da programação do festival, e indignou a plateia formada por profissionais da indústria audiovisual.

Após o cancelamento, o secretário especial da Cultura, Henrique Pires, deixou o cargo dizendo não admitir que o governo imponha “filtros” na cultura. Segundo ele, a suspensão do edital foi apenas a “gota d’água” de uma série de tentativas do governo de impor censura em atividades culturais. 

O presidente da Ancine disse que o fim do edital se tratava de um “convite ao diálogo” após ser questionado pelo diretor de cinema Henrique de Freitas Lima. “Fiz uma intervenção e chamei atenção sobre a portaria. A resposta foi que ela deveria ser encarada como um convite ao diálogo”, disse Lima à reportagem. O diretor já apresentou quinze filmes no festival e dirigiu títulos como “Concerto Campestre” (2005) e “Lua de Outubro” (2001). 

O cineasta ainda questionou o que poderia ser feito, então, pelos profissionais. A resposta do presidente foi um pedido por menos “enfrentamento”. As afirmações de Castro indignaram o público. “Me senti em um filme distópico. Diálogo pressupõe interação, que não existe, e respeito, que também anda escasso. É no mínimo perturbador ou, melhor, surpreendentemente inovador classificar essa portaria como uma proposta ao diálogo”, disse à reportagem Mariza Leão, que produziu as comédias “Meu Passado me Condena” (2013) e a sequência “De Pernas pro Ar” (2010, 2012), e estava no encontro.

A produtora se manifestou em público dizendo que o presidente da Ancine, ao contrário do diretor do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) que saiu em defesa da ciência quando o governo disse que os dados não eram corretos, não defendeu o audiovisual brasileiro diante do cancelamento do edital. Em nota, a Ancine afirmou que “uma produtora presente no local, de forma desrespeitosa, interrompeu uma resposta do diretor-presidente com críticas e ofensas.

Imediatamente após se pronunciar, ela se retirou do recinto de forma abrupta, impossibilitando que Christian [Castro] respondesse as alegações”. A nota ainda diz que “o diretor-presidente da Ancine se mostrou aberto ao diálogo durante toda a sua participação no festival”. Lima também questionou sobre a as nomeações para o Conselho Superior de Cinema, do qual depende o Comitê Gestor do Fundo Setorial. Sem eles, a Ancine fica parada, prejudicando todo o setor.

A cota de tela, que define um percentual mínimo de filmes nacionais em cartaz, também está emperrada. Outros tópicos da apresentação de Castro causaram preocupação nos profissionais do setor. Um deles é a indicação de substituir o investimento (que faz da Ancine um tipo de “sócia” do projeto, participando dos resultados) por financiamento, ou seja, empréstimos.”Isso seria inviável. É quase como um banco. O dinheiro do Fundo Setorial não é para isso. Não existe mercado para recuperar e devolve rum empréstimo”, disse Lima. 

O cineasta Rogério Rodrigues, que preside o Siav (Sindicato da Indústria Audiovisual do RS), concorda que se o investimento passar a funcionar como crédito, a indústria será prejudicada e discorda da ideia de que os filmes “não dão retorno”.”O setor representou 0,46% do PIB. O audiovisual devolve muito mais do que o governo investe”, argumenta Rodrigues.

Castro também apresentou o plano de investir mais nas empresas e menos nos projetos audiovisuais específicos. A ideia também causou estranheza entre os profissionais.”Isso incomodou muito. O objetivo de qualquer proponente para realizar projeto não é investir na própria empresa, é investir no filme. Se o orçamento é de R$ 3 milhões, não queremos R$ 500.000 para empresa.

Tudo é para o filme, para pagar profissionais, câmeras, equipamentos. Por isso as empresas não são milionárias. O objetivo não é enriquecimento”, disse Daniela Strack, assistente de direção e presidente da APTC/RS (Associação Profissional de Técnicos Cinematográficos do RS”.

Christian de Castro esteve no Festival de Cinema de Gramado apresentando a palestra intitulada “Ancine e FSA”. Após a palestra,  foi aberto espaço para perguntas e respostas, e Christian respondeu a todos os questionamentos propostos.

Por Folhapress

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Cultura

Ao lado de DiCaprio, Brad Pitt diz que se negou a atuar em ‘Titanic’

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Ao lado de Leonardo DiCaprio, Brad Pitt brinca que se negou a atuar em ‘Titanic’

LOS ANGELES, EUA (FOLHAPRESS) – Um dos principais temas de “Era Uma Vez em… Hollywood”, novo filme de Quentin Tarantino, é o que diferencia um grande astro de um ator comum. No caso de Rick Dalton, personagem de Leonardo DiCaprio, é o fato de nunca ter estrelado um filme de sucesso como “Sete Homens e Um Destino”, de 1960, que, do lado de cá das telas, catapultou Steve McQueen.

“Eu recusei ‘Titanic'”, brinca Brad Pitt, que faz o papel de Cliff Booth, dublê e fiel escudeiro de Dalton no longa de Tarantino, se referindo, claro, ao papel que transformou DiCaprio em ícone. “Não basta só ter talento ou algo assim, mas estar no lugar certo e na hora certa”, rebate o verdadeiro protagonista de “Titanic”.

Durante 30 minutos de entrevista, dois dos maiores astros de Hollywood mostraram a química percebida por Tarantino. Enquanto Pitt não perdia uma chance de tirar sarro do amigo, DiCaprio dava respostas sérias e eloquentes.

Os dois atores começaram a carreira de maneira parecida, em papéis menores de séries de TV. A dupla chegou a trabalhar na sitcom “Tudo em Família”, mas em anos diferentes. Depois disso, nunca mais. “Conversamos sobre alguns papéis, mas não consigo me lembrar de nenhum específico”, diz DiCaprio. “Na nossa comunidade, trabalhamos durante o ano e torcemos para nos encontrar na temporada de premiações ou alguma festa de caridade”, afirma Pitt.

Eis que surgiu Tarantino. No passado, o diretor deu a Pitt o papel do líder do esquadrão antinazista de “Bastardos Inglórios”. Para DiCaprio, criou o vilão racista de “Django Livre”. Em “Era Uma Vez em… Hollywood”, finalmente dividem a tela, experiência que DiCaprio chama de “especial”.

“O que guardo com carinho é essa apreciação que Quentin tem por artistas que não resistiram à prova do tempo, que eu não conheceria, mas que ele consegue explicar a razão de serem tão talentosos”, diz. “Guardo com carinho nossos jantares à luz de velas depois das filmagens”, brinca Pitt.

Talvez a única hora em que os dois tratam um assunto com a mesma seriedade é ao falar do chefe, Tarantino, um dos nomes mais fortes do cinema americano autoral hoje. “Era Uma Vez em… Hollywood” já ultrapassou a marca dos US$ 100 milhões nos cinemas dos Estados Unidos. “É estranho, porque não acho que alguém possa definir o que Quentin faz”, diz DiCaprio, que já trabalhou com Martin Scorsese, Christopher Nolan e James Cameron. “Eu, pelo menos, ainda não consegui. É um processo divertido e original”, completa Pitt, também dono de um extenso currículo com cineastas como Terrence Malick, David Fincher e os irmãos Coen. “Obviamente, há o aspecto de conto de fadas, mas também a obsessão de Quentin por pesquisa”, diz DiCaprio. “Quando ele sair daqui mais tarde, vai assistir a uns três filmes. A mente dele é assustadora.”

Segundo Pitt, “Tarantino virou um adjetivo em Hollywood” e diz que ele fala sério ao anunciar que vai se a aposentar depois do próximo filme. “É uma decisão estudada. Ele analisou os diretores de que gosta e chegou à conclusão de que há um momento da carreira em que se perde o contato com a cultura vigente. Ele está comprometido em terminar depois do décimo longa, mas isso não significa aposentadoria total. Ele tem planos para séries, livros e peças. Quentin não vai desaparecer.”

Pitt fala com conhecimento de quem carrega um Oscar como produtor por “12 Anos de Escravidão”, mas também por ter sido um dos primeiros a fazer acordos de produção com a Neftlix -a empresa investiu cerca de US$ 60 milhões no seu original “War Machine”, há dois anos. “Mais e mais pessoas estão recebendo oportunidades no streaming, e isso é incrível”, afirma.

“É o futuro. Acho que a experiência de ir ao cinema para ver um filme na estreia é como ir a um show e isso sempre existirá”, diz DiCaprio. “O único lado ruim é a quantidade de conteúdo que inunda as pessoas. Antigamente, falávamos durante anos sobre um filme. Agora, passamos para o seguinte em poucos minutos.”

Ele afirma, contudo, que a TV está produzindo obras revolucionárias. “Essa série, ‘Euphoria’, é magnífica.”

Por Folhapress

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Cultura

Globo compra direitos de ‘Todo Mundo Odeia o Chris’, sucesso da Record

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A série é baseada na vida real do humorista Chris Rock

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A Globo comprou os direitos de exibição das quatro temporadas da sitcom Todo Mundo Odeia o Chris. O produto será exibido apenas na plataforma de streaming do canal, a Globoplay. Na TV aberta, os direitos continuam sendo da Record.

A série, baseada na vida real do humorista Chris Rock, estreou em 2005 e foi encerrada há dez anos, em 2009. Na comédia, Tyler James Williams interpreta o adolescente Chris, que sofre bullying na escola e vive situações inesperadas com sua família.

Os inesquecíveis bordões da mãe, Rochelle (Tichina Arnold), marcaram época. O pai Julius (Terry Crews), a irmã Tonya (Imani Hakim), o irmão Drew (Tequan Richmond) e o único amiguinho de Chris, Greg (Vincent Martella), completavam o elenco da série.

Exibida na Record desde 2006, a série costuma ter bons índices de audiência. Na época de ouro, chegou a marcar média de dez pontos. Após ficar 2018 fora do ar, voltou neste ano alcançando média de 5 pontos.

Por Folhapress

  

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