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Eleições

João Campos: “Marília tem experiência em fazer nada”

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Candidato a prefeito do Recife apresentou suas propostas para o Recife em áreas como a cultura, o turismo e a geração de emprego e renda

Candidato a prefeito pela Frente Popular do Recife, o deputado federal João Campos (PSB) participou, nesta quinta-feira (19), de debate realizado pela TV Clube/Record. Na ocasião, ele apresentou suas propostas para a cidade em áreas como a cultura, o turismo e a geração de emprego e renda, mas também aproveitou a oportunidade para questionar a candidata adversária sobre quais projetos ou ações ela leva como experiência para a campanha à prefeitura.

“A candidata foi vereadora por 10 anos, tem 2 anos como deputada federal, mas não tem nada para mostrar em termos de projetos que ajudaram ou beneficiaram a vida das pessoas. Quem conhece o seu mandato, quem acompanhou de perto, como eu pude ver em Brasília, sabe que ela não foi atuante, que não esteve em grandes debates sobre a educação, na Comissão de Constituição e Justiça, a gente vê pouca produtividade”, afirmou, ao lembrar que a prefeiturável faltou a 80 sessões em comissões e 32 sessões plenárias que incluíam votações importantes, como a do Marco Legal do Saneamento, pacote Anticrime e carteira de trabalho verde e amarela.

“Um conceito sobre experiência: é importante saber o que você faz com a experiência, o que você produziu com ela. Marília tem a experiência em fazer nada. Ela se incomoda quando a gente fala do mandato porque não tem o que mostrar. Não apresentou um projeto de educação em 10 anos de mandato. Educação deve ser a área importante de qualquer mandato porque só a educação transforma e corrige efetivamente a desigualdade social”, ressaltou.

Em contraponto, João Campos rememorou a sua atuação enquanto um dos coordenadores da Comex (a Comissão que fiscaliza as ações do MEC). Na função, ele coordenou uma série de 7 webinários para propor ações de enfrentamento à pandemia da Covi-19 em relação à educação, fez 2 relatórios com panorama geral das políticas educacionais adotadas até meados de julho e 6 reuniões técnicas (remotas) com o Ministério da Educação e com o Conselho Nacional de Educação, além de ser um dos autores de projetos relevantes, como o que reivindicava a revogação dos novos membros do Conselho Nacional da Educação.

Mas o parlamentar também aproveitou para reforçar a apresentação de suas propostas para a educação do Recife, como a duplicação do número de vagas em creches e a alfabetização na idade certa e, ainda, a qualificação de jovens através do Embarque Digital. Inclusive sobre projetos para a geração de emprego e renda, o prefeiturável falou sobre o Desenvolve Recife, Invest in Recife e o Crédito Popular do Recife, que será o maior entre as capitais brasileiras.

Por fim, quando questionado sobre a cultura e o turismo, João salientou a necessidade de ampliar o diálogo com a classe artística através do Chama Cultura, citou programas estruturadores, a exemplo do Arrecifes Culturais, e se comprometeu a fortalecer o Sistema de Incentivo à Cultura (SIC). Para o turismo, João defende a relação de parceria com o trade turístico para ir além dos limites da cidade, buscando parcerias com quem aquece o segmento em municípios como Ipojuca e Cabo de Santo Agostinho, a construção de uma unidade regional na atração do turista, iniciativas mais ousadas para melhorar a atratividade de equipamentos como a orla de Boa Viagem e o Geraldão, uma gestão integrada e específica do Bairro do Recife e o reforço no turismo regional.

 

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Presidente do PT em Pernambuco Doriel Barros, rebate ataques de João Campos ao partido

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Aliados no governo estadual, PT e PSB estão se tornando ‘inimigos ferozes’ em Pernambuco, por conta da disputa no 2ᵒ turno pela Prefeitura do Recife travada entre os primos Marília Arraes (PT) e João Campos (PSB). Ontem, 26, o socialista disse que se for eleito o seu governo não terá integrantes do PT. A declaração irritou o presidente estadual do PT, Doriel Barros, que divulgou uma nota rebatendo o jovem candidato. Confira:

Nota do presidente do PT-PE sobre ataque de João Campos

O desespero está levando o candidato a prefeito do Recife João Campos a expor, dia após dia, sua imaturidade política e todo seu despreparo para assumir a gestão da capital pernambucana. Na última quinta-feira (26) o pessebista afirmou que se for eleito não haverá, em seu governo, integrantes do Partido dos Trabalhadores. Porém, o que ele precisa entender é que o PT participou da atual gestão municipal e participa do governo do Estado por ser um parceiro fundamental para a Frente Popular em Pernambuco e não por bondade de seu partido. Uma contribuição que sempre foi recíproca, pois o PSB sempre integrou as gestões petistas. Virar as costas para esses fatos mostra o quanto seu discurso é raso.

João Campos precisa respeitar o Partido do Trabalhadores reconhecendo sua contribuição para o Recife e para o País e as transformações que realizamos na vida do povo com os governos de João Paulo, João da Costa e, em nível nacional, com Lula e Dilma. Essa história não pode ser manchada somente porque ele não sabe lidar com o desejo dos recifenses de eleger Marília Arraes, uma adversária qualificada e que tem tudo para fazer de nossa capital um local mais digno para se viver e trabalhar.

Foi para evitar que a Direita ocupasse a gestão estadual que estivemos juntos em 2018, quando o Partido dos Trabalhadores foi decisivo para a reeleição de Paulo Câmara ainda no primeiro turno. Também estivemos no mesmo palanque em nível nacional, mas, infelizmente, não conseguimos vencer nas urnas, e hoje a população sente na pele o que é ter um governo fascista no controle de uma Nação.

Atualmente estamos fazendo parte do governo do Estado a partir de um convite do governador Paulo Câmara e da decisão das instâncias partidárias. Contudo, isso pode ser revisto a qualquer momento. Sabemos fazer política em prol do que realmente importa: o povo. Não são trocas de favores. São lutas.

Mas entendemos que João Campos ainda precisa de muita experiência para aprender a respeitar as construções feitas para o bem comum. Ele parece não haver aprendido nada com a história de seu bisavô, Miguel Arraes.

Outro aspecto que ele não consegue perceber é que ser do Partido dos Trabalhadores transcende a questão da filiação. Ser petista é carregar no peito a garra e a coragem de transformar a sociedade em um lugar melhor para todos e todas.

É hora de mudar e é o povo quem está dizendo isso. No próximo domingo não serão palavras infantis e desrespeitosas que definirão a eleição, mas a vontade do povo. É 13! É Marília!

Recife, 27 de novembro de 2020 – Doriel Barros / Deputado estadual e presidente do Diretório Estadual do PT em Pernambuco

 

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João Campos crava rompimento com PT. No radar, implicações nacionais

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“Não terá nenhuma indicação política do PT no meu governo”. A declaração do prefeiturável João Campos foi feita ontem, em entrevista à CBN Recife. O candidato do PSB definiu a decisão assim: “É um compromisso que eu disse ao povo do Recife e vou cumprir integralmente”.

O aviso parece ser o fim da linha para a dubiedade na relação PT/PSB que foi possível ser mantida até este 2º turno. Em reserva, fontes socialistas revelam que, dois dia após totalização das urnas no 1º turno, já havia integrante da campanha defendendo que petistas fossem desligados em definitivo da administração estadual.

O movimento tinha o objetivo de conquistar o voto anti-PT, passando, assim, uma risca nessa relação. No Governo do Estado, o PT tem em sua cota a Secretaria de Agricultura, o Iterpe, EPTI e o IPA. Por que o PSB optou por não romper esse laço, uma vez que se partiria para um enfrentamento duro com o PT? João Campos devolve: “Isso é uma incoerência que tem que ser perguntada ao PT e não a mim”.

Ao fazer referência ao caso de João da Costa, citado por ele, no debate da TV Jornal, como aliado de Marília Arraes, uma vez que o ex-prefeito declarou apoio recentemente à petista, João Campos criticou: “João da Costa foi o último prefeito do PT na cidade do Recife e é um exemplo de como o PT administra a cidade”. E completou: “Se você quiser comparar a gestão João da Costa com a de Geraldo Julio, vamos comparar e ver quem é melhor gestor”.

João da Costa, à frente da PCR, teve como vice Milton Coelho, que, à época, presidia o PSB no Estado e, hoje, é chefe de Gabinete de Paulo Câmara. Hoje, a esposa de João da Costa, Marília Bezerra, comanda a EPTI. Sobre esses vínculos, João Campos assinala: “Quem tem a hegemonia de tomar a decisão, ou é o prefeito ou o governador, é quem está na liderança do processo”.

A posição mais dura de João causou estranheza em petistas. O tema chegou ao conhecimento da direção nacional do PT e pode sacramentar um distanciamento que já vinha se desenhando nacionalmente, via movimentos do PSB, PCdoB e PDT, feitos já na eleição municipal. Nacionalmente, então, rumo a 2022, esse bloco tende a seguir numa rota paralela ao PT.

 

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Porto Alegre-RS: Candidato a prefeito invoca situação de pobreza para não pagar dívida

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O candidato a prefeito de Porto Alegre pelo MDB, deputado estadual Sebastião Melo, trava uma disputa judicial com a União há mais de cinco anos. Em 2013, ele foi autuado pela Receita Federal por declarar de forma irregular no Imposto de Renda o pagamento de uma indenização que recebeu por conta de uma ação judicial. O parlamentar justificou que houve um engano no preenchimento de sua declaração. Processado, ele foi condenado a pagar 122 mil reais em dezembro do mesmo ano. Recentemente, o litígio que se arrasta até hoje ganhou um ingrediente inusitado.

Inscrito na dívida ativa da União, Sebastião recorreu à Justiça, argumentando que tem uma situação financeira precária — em outras palavras, que está pobre e não tem condições de arcar com as despesas do processo. Em julho passado, o deputado pediu que lhe fosse concedido o benefício da gratuidade, instrumento pelo qual a parte deixa de pagar custas e honorários do processo. O benefício é concedido para pessoas em casos de “hipossuficiência financeira”, ou seja, para quem não tem recursos.

O Tribunal Regional Federal em Porto Alegre indeferiu o pedido por considerar que estava “ausente nos autos declaração pessoal de pobreza” – o critério para que a Justiça conceda isenção. Ao processo, foi anexado um documento que mostrava exatamente o contrário — o holerite do deputado na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, onde constam vencimentos que somam 25,3 mil mensais. Como observou o juiz, pobre, ele não é. Segundo um especialista ouvido por VEJA, esse tipo de recurso é uma das maneiras de protelar o pagamento e tentar a prescrição da cobrança.

Em 2015, a União requereu a indisponibilidade dos bens e a penhora dos ativos financeiros de Sebastião. O Banco Central chegou a bloquear 13,6 mil em uma das contas do deputado. Depois, a Fazenda Nacional descobriu que Sebastião também tinha aplicações financeiras de 94,9 mil reais. A Justiça penhorou uma vaga de estacionamento que pertencia ao parlamentar.

Procurado por VEJA, Sebastião disse que não reconhece a dívida fiscal e negou que tivesse pedido a gratuidade da Justiça. “Eu nunca pedi gratuidade. Se meu advogado pediu, ele que responda por isso”, disse o candidato. O advogado do deputado, Dario Silva Junior, explicou que pediu o benefício porque, na época, parte das contas bancárias do candidato estavam bloqueadas.

Na relação de bens apresentada ao Tribunal Regional Eleitoral neste ano, Sebastião declara uma conta bancária no exterior com saldo de 8.000 reais, dois fundos de investimentos que somam 55 mil reais, uma aplicação em previdência privada com saldo de 72,9 mil reais, uma aplicação financeira de 12,6 ml reais, um fundo de previdência privada com saldo de 59,8 mil reais, um título de capitalização com 11,3 mil reais, e outros investimentos que somam 7 mil reais.

Sebastião possui ainda uma casa e um carro. O patrimônio dele, mesmo declarado em valores históricos, não atualizados, soma um total de 458 mil reais, 2,5 mil reais a mais que o patrimônio de Manuela D’Ávila (PC do B), sua adversária nas eleições de domingo. (Da veja)

 

 

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