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Esporte

Jogos Olímpicos têm 79 casos de covid

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Desde o dia 1º de julho, 79 pessoas credenciadas para os Jogos Olímpicos de Tóquio-2020 testaram positivo para a covid-19. Os dados são do Comitê Olímpico Internacional (COI), que divulgou os números atualizados nesta quarta-feira.

De acordo com o comitê, mais de 20 mil credenciados já foram testados. Dos 79 testes positivos, 46 são de pessoas que residem no Japão e 33 daqueles que vieram de fora, incluindo atletas, membros das delegações e profissionais da imprensa. Dos oito atletas contaminados, cinco estavam na Vila Olímpica.

Os casos de atletas mais recentes são da britânica Amber Hill (tiro esportivo) da holandesa Candy Jacobs (skate street) e do americano Taylor Crabb (vôlei de praia). Candy Jacobs é uma das referências no skate e disputaria sua prova neste domingo (25).

“Estou com o coração partido. Infelizmente, testei positivo para Covid-19 esta manhã, o que significa que minha jornada olímpica termina aqui. Estou me sentindo bem, fiz tudo que estava ao meu alcance para evitar esse cenário e tomei todos os cuidados. Felizmente, estamos seguido os protocolos para que meus colegas skatistas possam brilhar. Vou precisar de algum tempo para curar meu coração e me recuperar disso. Vamos a Paris 2024”, escreveu a holandesa, em suas redes sociais.

Também no domingo seria a estreia de Taylor Crabb junto com seu parceiro Jake Gibb. O americano disputaria sua primeira Olimpíada e teria pela frente a dupla italiana Carambula/Rossi na primeira rodada do vôlei de praia. Por último, a britânica Amber Hill era uma das favoritas no tiro esportivo, mas sequer chegou a viajar para o Japão.

“Depois de cinco anos de treinamento e preparação, estou absolutamente arrasada em dizer que ontem à noite recebi um teste Covid-19 positivo, o que significa que tive que me retirar da equipe de tiro. Gostaria de desejar boa sorte a todos os membros da equipe. Voltarei disso, mas agora preciso de algum tempo para refletir e entender o que aconteceu”, disse a atleta.

Vale lembrar também que a República Tcheca já teve dois casos de atletas cortados dos jogos após testarem positivo: Pavel Sirucek, do tênis de mesa, e Ondrej Perusic, do vôlei de praia. Outros três membros da delegação tcheca também foram isolados após os testes detectarem o vírus. (Por Esporte ao Minuto)

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Esporte

Após medalha de Rayssa,deputado quer crianças de 13 anos trabalhando

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Depois da vitória da skatista Rayssa Leal, de 13 anos, nas Olimpíadas de Tóquio, o deputado federal Sóstenes Cavalcante (DEM-RJ) usou as redes sociais, nesta segunda-feira (26/7), para apoiar o trabalho infantil. “As crianças brasileiras de 13 anos não podem trabalhar, mas a skatista Rayssa Leal ganhou a medalha de prata nas Olimpíadas… Ué! É pra pensar… Parabéns à nossa medalhista olímpica! E revisão do Estatuto da Criança e Adolescente já!”, escreveu. No Brasil, são consideradas trabalho infantil e, portanto, proibidas: atividades econômicas e de sobrevivência, remuneradas ou não, praticadas por crianças ou adolescentes com menos de 16 anos, com exceção da condição de aprendiz, a partir dos 14 anos. Dados do IBGE, apontam que cerca de 2,5 milhões de crianças e adolescentes entre 5 e 17 anos trabalham no país. As atividades mais comuns são o trabalho doméstico, agricultura, construção civil, lixões e tráfico de drogas. “Art. 60. É proibido qualquer trabalho a menores de 14 anos de idade. Eu defendo a revisão desse artigo no Estatuto da Criança e Adolescente. Se atentem para a palavra QUALQUER no texto da lei”, finalizou o deputado.

Foto: Will Shutter/Câmara dos Deputados e Jeff Pachoud/AFP

Por Diário de Pernambuco

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Esporte

Brasil sofre mas bate Argentina no vôlei masculino

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Na manhã desta segunda-feira (26), o Brasil enfrentou a Argentina no vôlei masculino e acabou superando os adversários após jogo bastante intenso.

Os hermanos lideraram os dois primeiros sets, mas no terceiro e quarto set o Brasil virou o jogo e liderou a partida. O set da vitória foi bastante apertado (16/14) marcando a vitória da seleção brasileira.

Durante a partida, a pequena participação de Douglas causou alvoroço nas redes sociais, já que o atleta entrou em quadra, marcou ponto e foi homenageado com a música de Pabllo Vittar ‘Zap Zum’ na quadra em Tóquio. A canção da Drag Queen é uma das mais tocadas das Olimpíadas. (Por Esporte ao minuto)

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Esporte

Skatista Rayssa Leal faz história e conquista prata nas Olimpíadas aos 13 anos

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A skatista Rayssa Leal, 13, gravou seu nome na história do esporte e dos Jogos Olímpicos nesta segunda-feira (26), com a medalha de prata na categoria street das Olimpíadas de Tóquio-2020.

Essa é a primeira vez que o skate é disputado nos Jogos, e o Brasil já havia saído com uma medalha no primeiro dia do street, a prata de Kelvin Hoefler neste domingo (25). As provas da categoria park serão realizadas em 4 e 5 de agosto.

Se antes havia a expectativa de um pódio duplo ou até triplo, já que o Brasil tinha algumas das principais participantes da prova, coube a Rayssa a responsabilidade de buscar a medalha sozinha, após as surpreendentes eliminações de Pâmela Rosa e Leticia Bufoni nas eliminatórias.

Rayssa Leal, fenômeno do esporte aos 13 anos, é a participante mais nova do Brasil na história dos Jogos e agora também a mais nova medalhista do país.

Natural de Imperatriz (MA), ela ganhou projeção nas redes sociais aos 6, com um vídeo em que aparecia acertando manobras vestida com uma fantasia da personagem Sininho. Isso lhe rendeu o apelido de Fadinha, que a acompanha até hoje.

Nos últimos anos, a atleta de 1,47 m de altura e 35 kg se tornou um dos principais nomes do street no mundo. Foi vice-campeã mundial em 2019 e chegou bem cotada para as Olimpíadas.

O surgimento dela e de outras adolescentes com destaque no skate alimentou o debate sobre a criação de um limite mínimo de idade para participar dos Jogos, algo que já ocorre em outros esportes, como a ginástica artística. O tema deve ser discutido para a próxima edição, em Paris-2024.

No Japão, Rayssa está acompanhada da mãe, Lilian, que tem acesso à Vila Olímpica. Nos últimos dias, ela viralizou ao chamar a lenda Tony Hawk de “tio”, interagir com famosos nas redes sociais e ser adotada com carinho pela torcida brasileira.

Ela, que costuma definir sua relação com o esporte como uma “brincadeira com responsabilidade”, de fato conseguiu encarar a pressão da estreia olímpica de maneira leve e concluiu da forma como está acostumada: sorrindo e com uma medalha no pescoço.

Por:esporte ao minuto

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