A Justiça de Pernambuco determinou o fechamento do complexo de lazer MF Marina Clube, em Maria Farinha, em Paulista, no Grande Recife, após investigação que liga o empreendimento a um suposto esquema de fraude em licitação durante a gestão do ex-prefeito Gilberto Gonçalves Feitosa Júnior, o Júnior Matuto (PSB), que atualmente é do Republicanos.
A decisão, proferida em fevereiro, atende a pedido do Ministério Público de Pernambuco (MPPE). Segundo a promotoria, um terreno público de 10 mil m² teria sido concedido de forma irregular para uma empresa ligada ao arquiteto e empresário Roberto Gouveia Lopes, aliado de Júnior Matuto. O ex-prefeito de Paulista nega irregularidades.
De acordo com o MPPE, a área teria sido doada por meio de uma concorrência pública direcionada, realizada em 2015. O clube também continuou funcionando mesmo após liminar que determinava o cancelamento do contrato entre a empresa e a Prefeitura de Paulista.
O caso já foi alvo da Operação Beira Rio, deflagrada pela Polícia Civil em 2021, para investigar o suposto esquema de favorecimento. Na ocasião, o delegado Diego Pinheiro declarou que o proprietário da empresa responsável pelo MF Marina Clube tinha “um vínculo de amizade muito forte com o prefeito”.
Esse inquérito criminal resultou em indiciamento e denúncia formal contra 11 pessoas – entre elas Júnior Matuto e Roberto Gouveia Lopes. Os réus, no entanto, ainda não foram julgados.
O deputado estadual Júnior Matuto respondeu em nota que não é parte no processo que determinou o fechamento do clube em Paulista.
“À época dos fatos, enquanto prefeito de Paulista, a gestão municipal atuou dentro da legalidade e em diálogo com os órgãos de controle. Inicialmente, foi encaminhado projeto de lei para destinação da área com objetivo de fomentar o turismo na região. Posteriormente, após questionamento do Ministério Público, a própria Prefeitura revogou a lei, atendendo integralmente à recomendação”, diz a nota.
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A Justiça de Pernambuco determinou o fechamento do complexo de lazer MF Marina Clube, em Maria Farinha, em Paulista, no Grande Recife, após investigação que liga o empreendimento a um suposto esquema de fraude em licitação durante a gestão do ex-prefeito Gilberto Gonçalves Feitosa Júnior, o Júnior Matuto (PSB), que atualmente é do Republicanos.
A decisão, proferida em fevereiro, atende a pedido do Ministério Público de Pernambuco (MPPE). Segundo a promotoria, um terreno público de 10 mil m² teria sido concedido de forma irregular para uma empresa ligada ao arquiteto e empresário Roberto Gouveia Lopes, aliado de Júnior Matuto. O ex-prefeito de Paulista nega irregularidades.
De acordo com o MPPE, a área teria sido doada por meio de uma concorrência pública direcionada, realizada em 2015. O clube também continuou funcionando mesmo após liminar que determinava o cancelamento do contrato entre a empresa e a Prefeitura de Paulista.
O caso já foi alvo da Operação Beira Rio, deflagrada pela Polícia Civil em 2021, para investigar o suposto esquema de favorecimento. Na ocasião, o delegado Diego Pinheiro declarou que o proprietário da empresa responsável pelo MF Marina Clube tinha “um vínculo de amizade muito forte com o prefeito”.
Esse inquérito criminal resultou em indiciamento e denúncia formal contra 11 pessoas – entre elas Júnior Matuto e Roberto Gouveia Lopes. Os réus, no entanto, ainda não foram julgados.
O deputado estadual Júnior Matuto respondeu em nota que não é parte no processo que determinou o fechamento do clube em Paulista.
“À época dos fatos, enquanto prefeito de Paulista, a gestão municipal atuou dentro da legalidade e em diálogo com os órgãos de controle. Inicialmente, foi encaminhado projeto de lei para destinação da área com objetivo de fomentar o turismo na região. Posteriormente, após questionamento do Ministério Público, a própria Prefeitura revogou a lei, atendendo integralmente à recomendação”, diz a nota.
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Foto: Amaro Lima/Alepe
Por Diário de Pernambuco