Investigações revelam que banco estatal do DF comprou parte do Master antes da proposta de aquisição do controle acionário vetada pelo Banco Central.
A liquidação do Will Bank evidencia a tentativa de venda para o BRB, vetada pelo Banco Central, e os riscos para o sistema financeiro nacional.
A recente liquidação do Will Bank, um dos notáveis bancos digitais que emergiram no cenário financeiro brasileiro, trouxe à tona revelações significativas sobre uma tentativa de venda que poderia ter alterado profundamente o panorama bancário nacional. Investigações indicam que o empresário José Roberto Vorcaro esteve próximo de vender seu banco ao Banco de Brasília (BRB), uma instituição financeira estatal.
No entanto, a proposta de aquisição do controle acionário foi vetada pelo Banco Central (BC), que identificou riscos consideráveis para a estabilidade do Sistema Financeiro Nacional.
As apurações detalham que, antes da proposta de aquisição integral, o BRB já havia comprado parte do Banco Master. Essa conexão é crucial, pois a Will Financeira, um braço do ecossistema Will Bank, passou para o Grupo Master em uma reestruturação societária posterior. A intervenção do Banco Central, ao barrar a transação principal, demonstra a vigilância regulatória sobre movimentos que possam comprometer a solidez e a concorrência no mercado, especialmente envolvendo bancos estatais e instituições em rápida expansão.
A Trajetória de Ascensão e Reestruturação do Will Bank
A história do Will Bank começou


