Brasil
Lula pediu Minha Casa, Minha Vida com varanda, diz ministro das Cidades ao tomar posse
Ele afirmou que o presidente pediu que as moradias populares tenham varandas. “[Lula] Diz que o programa tem de levar dignidade, ajudar a diminuir as desigualdades do país”, declarou Jader.
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O empresário Jader Filho (MDB-PA) disse nesta terça-feira (3), ao tomar posse no comando do Ministério das Cidades, que reconstruir o programa Minha Casa, Minha Vida é uma prioridade do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Ele afirmou que o presidente pediu que as moradias populares tenham varandas. “[Lula] Diz que o programa tem de levar dignidade, ajudar a diminuir as desigualdades do país”, declarou Jader.
“Não é porque a pessoa precisa do apoio do governo que pode se receber uma obra qualquer, de baixa qualidade. Ao contrário, temos de ofertar o melhor possível ao povo brasileiro”, disse ainda o novo ministro.
O governo tem R$ 10 bilhões reservados para o programa habitacional no Orçamento de 2023.
No discurso de posse, Jader Filho disse que não vai limitar o investimento privado em saneamento. Afirmou que a gestão pública vai atuar em locais em que a iniciativa privada não tem interesse em investir, como nos pequenos municípios.
“O marco do saneamento precisa ser feito com diálogo. Essa questão se estabelece em parte pelo que a iniciativa privada vai fazer, como também o segmento público. Tem áreas que a iniciativa privada não tem interesse, lá é onde o setor público tem de estar”, disse o ministro após a posse, em conversa com jornalistas.
Questionado se pretende fazer alterações no marco legal do saneamento, o novo ministro foi evasivo.
“É um diálogo, temos de ouvir as duas áreas [setores privado e público] para definir a partir daí quais são as melhores práticas para esse segmento”, respondeu.
Perguntado novamente sobre o tema, ele disse: “Nosso processo agora é ouvir a todos, para que a gente possa verificar quais são as melhores alternativas para o saneamento básico no nosso país”.
Participaram da posse de Jader Filho a ministra do Planejamento, Simone Tebet (MDB), e lideranças da mesma legenda, como o ex-presidente José Sarney (MA), os senadores Renan Calheiros (AL) e Marcelo Castro (PI) e o ex-senador Romero Jucá (RR), um dos principais articuladores do impeachment de Dilma Rousseff (PT) em 2016.
O evento também reuniu militantes de movimentos sociais por moradia, que puxaram coros de apoio a Lula em mais de uma ocasião, como do MNLM (Movimento Nacional de Luta pela Moradia), do MLB (Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e Favelas) e do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto).
O novo ministro disse que está aberto ao diálogo com movimentos sociais. Jader Filho afirmou que a nova gestão vai listar as obras de habitação que estão paradas, e retomar a construção da faixa 1 do Minha Casa, Minha Vida, destinada ao mais pobres.
A posse ainda marcou marcou a expansão do clã liderado pelo senador Jader Barbalho (MDB-PA), pai do ministro, que ainda tem outro filho, Helder Barbalho, como governador do Pará. A mãe do novo ministro, Elcione Barbalho (MDB-PA), é deputada federal.
Jader Filho disse que a sua gestão terá como marca “reconquistas na área social” e que será preciso “reconstruir” o Ministério das Cidades.
A pasta foi recriada com o desmembramento do Ministério do Desenvolvimento Regional. Outra parte da estrutura da pasta que havia no governo de Jair Bolsonaro (PL) se transformou no Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional.
Por Folhapress
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Brasil
Trabalhador sobrevive após queda de 22 metros em empresa de grãos em MG
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Um auxiliar de produção de 26 anos sobreviveu a uma queda de 22 metros enquanto trabalhava em uma empresa de grãos em Coromandel, Minas Gerais. O acidente aconteceu na noite de segunda-feira (24), quando o trabalhador tentava apagar as luzes do elevador de cargas e acabou caindo no poço.
Apesar da gravidade do acidente, o funcionário conseguiu se segurar em uma plataforma a 10 metros do solo, onde permaneceu até ser resgatado pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e pelo Corpo de Bombeiros. O resgate foi desafiador, pois as equipes precisaram atravessar um túnel estreito de aproximadamente 30 metros de comprimento e apenas 1,20 metro de altura para alcançá-lo.
Após ser imobilizado, o trabalhador foi retirado pelo mesmo túnel e encaminhado ao Pronto-Socorro Municipal. Ele sofreu uma fratura no fêmur, além de lesões no braço, na pelve e na perna.
Foto Divulgação- Polícia Militar
Por Notícias ao Minuto
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Brasil
Aposta do Rio de Janeiro acerta Mega-Sena e ganha R$ 131 milhões
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Uma aposta feita no Rio de Janeiro (RJ) acertou as seis dezenas da Mega-Sena sorteadas nesta terça-feira (25). O ganhador levará o prêmio de R$ 131.361.519,85
Os números sorteados foram: 01 – 03 – 13 – 16 – 36 – 56
O vencedor do concurso 2833 fez um jogo simples de 6 números na Loteria Esportiva Acari.
A quina teve 205 apostas vencedoras, que irão receber R$ 35.629,31 cada. Outras 11.347 apostas tiveram quatro acertos e faturaram R$ 919,56.
O próximo sorteio da Mega-Sena será na quinta-feira (27), com prêmio estimado de R$ 3,5 milhões.
Para o próximo concurso, as apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site ou aplicativo da Caixa Econômica Federal. A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 5.
Por JC
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Brasil
Governo anuncia vacina 100% nacional contra a dengue no SUS em 2026
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a ministra da Saúde, Nísia Trindade, anunciaram nesta terça-feira (25), em Brasília, a produção – em larga escala – da primeira vacina 100% nacional e de dose única contra a dengue.
A previsão é que, a partir de 2026, sejam ofertadas 60 milhões de doses anuais, com possibilidade de ampliação do quantitativo conforme demanda e capacidade produtiva.
“A gente espera, em dois anos, poder vacinar toda a população elegível [de 2 a 59 anos]”, disse a ministra, durante cerimônia no Palácio do Planalto.
“Por enquanto, os idosos ainda não poderão tomar a vacina porque, quando as vacinas são testadas, há sempre um cuidado com a população idosa”, explicou Nísia, ao se referir às fases de testes clínicos de imunizantes.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ainda avalia o pedido de registro do imunizante, feito pelo Instituto Butantan em dezembro de 2024. Há cerca de duas semanas, a agência solicitou mais informações e dados complementares sobre a vacina e informou que foi concluída, de forma antecipada, a análise de dados de qualidade, segurança e eficácia apresentados.
Produção em larga escala
Segundo o governo federal, a partir de uma parceria entre o Instituto Butantan e a empresa WuXi Biologics, a produção em larga escala da vacina 100% nacional e de dose única contra a dengue se dará por meio do Programa de Desenvolvimento e Inovação Local do Ministério da Saúde, já aprovado e em fase final de desenvolvimento tecnológico.
Sob a coordenação do ministério, por meio do Complexo Econômico-Industrial da Saúde, o projeto contou, ainda, com o apoio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no financiamento da pesquisa clínica.
“O Ministério da Saúde entrará com o poder de compra”, destacou a ministra, ao citar a visita de uma equipe da pasta à China para “assumir o compromisso que, de fato, haverá essa compra pelo governo federal”.
“Com isso, teremos a possibilidade de vacinar a população brasileira dentro da faixa que for recomendada pela Anvisa para a dengue, um fato único no mundo até agora”, acrescentou.
O investimento, segundo Nisia, é de R$ 1,26 bilhão. Também estão previstos R$ 68 milhões em estudos clínicos para ampliar a faixa etária a ser imunizada e incluir idosos, além de avaliar a coadministração da dose contra a dengue com a vacina contra o Chikungunya, também desenvolvida pelo Instituto Butantan.
Prevenção
Ainda de acordo com o governo federal, a vacina segue como prioridade no enfrentamento à dengue no país. Entretanto, até que a vacinação em massa aconteça, a orientação é manter o reforço de ações de prevenção, vigilância e preparação da rede de assistência, visando evitar mortes.
Dados do Painel de Monitoramento das Arboviroses indicam que, em 2025, o Brasil registra 401.408 casos prováveis de dengue e 160 óbitos confirmados pela doença, além de 387 em investigação. O coeficiente de incidência, neste momento, é de 188,8 casos para cada 100 mil habitantes.
Insulina Glargina
O governo federal também anunciou, em Brasília, a fabricação nacional da insulina Glargina como parte do Programa de Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDP), do Ministério da Saúde. O projeto envolve a produção nacional do insumo farmacêutico ativo (IFA) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e a ampliação da fabricação do produto final pela Biomm, empresa que recebeu o registro para a produção de insulina Glargina.
“A produção do IFA será realizada na planta da Fiocruz em Eusébio, no Ceará, fortalecendo o Complexo Econômico-Industrial da Saúde (CEIS) e incentivando o desenvolvimento regional. Esta será a primeira planta produtiva de IFA de insulina da América Latina, assegurando ao Brasil uma cadeia produtiva completa para o abastecimento do SUS”, destacou o Ministério da Saúde, em nota.
A previsão é que a produção de insulina da Biomm possa atingir 70 milhões de unidades anuais ao final do projeto. O primeiro fornecimento dessa parceria ao SUS está previsto para o segundo semestre de 2025.
Vírus sincicial respiratório
Outro anúncio trata de uma parceria entre o Instituto Butantan e a Pfizer que vai permitir a produção de até 8 milhões de doses anuais da vacina contra o Vírus Sincicial Respiratório (VSR) no Brasil, atendendo à demanda atual do SUS e possibilitando a ampliação do público-alvo, incluindo a população idosa. O investimento total é de R$ 1,26 bilhão entre 2023 a 2027.
O ministério estima que, por meio da imunização, serão evitadas 28 mil internações anuais causadas por complicações do VSR. O primeiro fornecimento da vacina para o SUS está previsto para o segundo semestre de 2025. A estratégia adotada pelo ministério inclui ainda a negociação de preços com os produtores, a incorporação de anticorpos contra o vírus para bebês prematuros e a oferta da vacina para gestantes.
Influenza
O governo federal informou que as parcerias firmadas também vão garantir inovação e acesso à vacina Influenza H5N8, “colocando o Brasil na vanguarda global para apresentar uma resposta rápida e eficaz a futuras emergências”.
Fica garantida a composição de estoque estratégico, fortalecendo a preparação e a aceleração da capacidade de produção e inovação do país, permitindo ajustes rápidos na formulação da vacina conforme a evolução do patógeno; e a capacidade produtiva disponível para a produção e fornecimento de mais de 30 milhões de doses/ano.
Em discurso no evento, o vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, destacou as iniciativas e investimentos do governo federal no setor industrial da saúde. As ações anunciadas estão alinhadas à estratégia da Nova Indústria Brasil (NIB), que é a política de governo para atração de investimentos para o desenvolvimento da indústria nacional.
Segundo Alckmin, o setor da saúde foi o que mais tirou recurso para inovação. “O presidente Lula fez a depreciação acelerada para renovar parque industrial, trocar máquinas e equipamentos. O presidente Lula fez TR [taxa referencial] para pesquisa, desenvolvimento e inovação, é juro real zero; R$ 80 bilhões do BNDES, Finep, Embrapii e ainda recursos, às vezes, não reembolsáveis, dependendo do tipo de pesquisa”, destacou o vice-presidente.
Foto Shutterstock
Por Agência Brasil
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