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Política

Lula tem recebido muitos convites e viajará aos Estados Unidos, diz ex-ministro

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 Ex-ministro da Saúde e aliado próximo de Lula (PT), o médico Alexandre Padilha diz que o ex-presidente tem recebido muitos convites e viajará também para os Estados Unidos, provavelmente no começo de 2022.

Lula está desde a semana passada em viagem pela Europa. Ele foi recebido por líderes como o presidente francês, Emmanuel Macron, o premiê espanhol, Pedro Sánchez, e discursou no Parlamento Europeu.
“Ano que vem tem outra agenda, Estados Unidos, Américas”, diz o deputado. “Vai passar [pelos EUA] e vai ser um show. Tem um movimento progressista nos EUA, para o qual o Lula é uma referência, tem movimentos de solidariedade e tem os interesses dos investidores, que vão querer encontrar com ele, assim como com outros candidatos”, completa.
“Tem muito convite, acho que vai acontecer de ele ir logo”, diz Padilha.
Padilha afirma que parte relevante da campanha de Lula será dedicada a ações internacionais por dois motivos.
“Uma parte é garantir as eleições e a democracia. Que o mundo esteja de olho nos movimentos de Bolsonaro durante as eleições. A ideia é manter canal aberto para denunciar qualquer movimento do Bolsonaro e também fortalecer pontes, das quais vamos precisar para tirar o Brasil do buraco em que está”, diz.
O parlamentar afirma que a última semana consolidou um momento de alta para Lula.
“Bolsonaro tentou se filiar a um partido [PL] e nem isso conseguiu. Moro fez um discurso pífio na filiação. E o PSDB mostrou que estava acostumado a escolher candidato na mesa do Fasano. Prévia não sabe fazer.”

Fonte: Notícias ao Minuto

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Política

Bolsonaro se filia ao PL e retoma ‘casamento’ com o centrão

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O presidente Jair Bolsonaro se filiou ao PL na manhã desta terça-feira (30), em um evento em Brasília.

Com clima religioso e conservador, a cerimônia reuniu políticos e autoridades e teve um discurso do presidente cheio de críticas à esquerda e ao PT e com diversos acenos ao Congresso, para marcar oficialmente a retomada do casamento do seu governo com o centrão.

Sem partido desde 2019, quando deixou o PSL, pelo qual foi eleito, Bolsonaro já passou por oito partidos desde que iniciou sua vida política, em 1989. Ele deixou o PSL em meio a uma série de brigas internas e tentou fundar uma legenda própria, o Aliança Brasil. Mas fracassou, sem conseguir nem um terço das assinaturas exigidas pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para sair do papel.

O PL, por sua vez, é comandado pelo ex-deputado Valdemar da Costa Neto desde a década de 1990 e já compôs o governo Lula (PT), entre 2003 a 2010, com José de Alencar como vice.

“Confesso, prezado Valdemar, a decisão não foi fácil. Até mesmo o Marcos Pereira [presidente nacional do Republicanos], conversei muito com ele, bem como outros parlamentares também. E uma filiação é como um casamento. Agora, não seremos marido e mulher: seremos uma família”, disse o presidente Jair Bolsonaro, durante a filiação. Leia a íntegra da reportagem de Lucas Borges Teixeira e Luma Poletti no UOL.

Fonte: Blog do Nill Júnior

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Política

“É um passo muito importante”, diz Flávio sobre filiação de Bolsonaro ao PL

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O filho do presidente Jair Bolsonaro e senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ) comemorou, nesta terça-feira (30/11), a filiação do pai ao Partido Liberal (PL). A filiação ocorre após o presidente passar dois anos sem partido. “Um passo importante que já queríamos ter dado há mais tempo, mas no tempo do presidente ele faz a opção que achou correta”, disse Flávio na entrada do evento que ocorre no Complexo Brasil 21, em Brasília.
Flávio, que também irá se filiar a legenda, destacou que o PL é um partido grande. Hoje, a sigla é a terceira maior bancada da Câmara, com 43 deputados. “Na minha percepção foi um passo importante ir para um grande partido como o PL. Sem dúvida nenhuma dá uma musculatura muito maior do que ele já tem”, afirmou. Além de Bolsonaro e Flávio, também irão migrar para a legenda o  ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, e o ministro do Trabalho e Previdência, Onyx Lorenzoni.
A ida do presidente para o PL ocorre após intensas negociações. A cerimônia que formalizaria a filiação estava marcada para 22 de outubro, mas foi cancelada por conta de discordâncias entre Bolsonaro e o presidente da sigla, Valdemar Costa Neto.
Por;Diario de Pernambuco

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Política

Alckmin elogia acordo de partidos rivais na Alemanha, e presentes veem aceno a Lula

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Em reunião com lideranças sindicais nesta segunda-feira (29), Geraldo Alckmin (de saída do PSDB) fez uma leitura do contexto político da Alemanha que soou aos presentes como referência positiva à possibilidade de ser vice em chapa presidencial encabeçada por Lula (PT) em 2022.

O ex-governador disse que o Brasil precisa de acordos e coligações, e citou o acerto a partir do qual Olaf Scholz, do SPD, foi escolhido como sucessor da primeira-ministra Angela Merkel, CDU. Os partidos são rivais.

Em outro momento, Alckmin falou das diferenças nas trajetórias do Brasil e do restante da América do Sul, que se dividiu em países menores. O Brasil teria, então, muita diversidade interna.

A combinação de análises dos contextos internacional e federal, ignorando SP, deixou líderes sindicais com a impressão de que ele tentava se mostrar gabaritado para ocupar um cargo nacional.

Os representantes de UGT, Força Sindical, UGT, CTB e Nova Central disseram ter visto empolgação em Alckmin, que recebeu o convite na sexta à tarde e na segunda já participou do encontro.

Em conversa posterior com os dirigentes, Alckmin traçou um mapa sobre as eleições com Lula, Jair Bolsonaro (sem partido), Sergio Moro (Podemos) e João Doria (PSDB).

Alckmin teria dito que o tucano acabará isolado em 2022, sem apoio de partidos. Nesse desenho, Lula ficaria com os partidos de esquerda e centro-esquerda e Bolsonaro, com o centrão, disputando o apoio da direita e da centro-direita com seu ex-ministro da Justiça.

Por:Brasil ao Minuto

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