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Mais de 6 milhões de pessoas já fugiram da Guerra da Ucrânia, diz ONU

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Mais de 6 milhões de pessoas já fugiram da Ucrânia desde o início da invasão russa no país, aponta levantamento das Nações Unidas. Outros 8 milhões de ucranianos se deslocaram dentro do país.

Antes da guerra, a população ucraniana era estimada em 44 milhões de pessoas -isso significa que quase 32% dos habitantes tiveram que se deslocar por causa do conflito. A grande maioria dos refugiados é formada por mulheres e crianças, já que homens de 18 a 60 anos estão proibidos de deixar o país.

Até agora, a Polônia foi a nação que mais recebeu refugiados; mais de 3,2 milhões. O governo polonês, porém, estima que a metade deles pode permanecer no país por mais tempo, o que traz novos desafios para o mercado imobiliário, escolas e sistema de saúde do país.

A Polônia é seguida pela Romênia (895 mil), pela própria Rússia (785 mil) e pela Hungria (583 mil) como principais destinos.

Em meio aos deslocamentos para fora do país, cidades como Kiev já registram também a volta de moradores que haviam fugido do conflito -nesta semana, o prefeito da capital, Vitali Klitschko, disse que dois terços das pessoas que haviam fugido da cidade já retornaram.

Por Folhapress

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Brasileiro que identificou Ômicron entra na lista dos 100 mais influentes da Time

Tulio de Oliveira foi indicado ao lado do virologista do Zimbabwe Sikhulile Moyo, diretor do laboratório de Referência de HIV de Botswana-Harvard.

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O cientista brasileiro Tulio de Oliveira foi indicado como uma das pessoas mais influentes do mundo em 2022 pela revista norte-americana Time por sequenciar a variante Ômicron do coronavírus na África do Sul. Ele é diretor do Centro para Resposta a Epidemias e Inovação da África do Sul (Ceri) e também identificou a variante a Beta, outra versão do Sars-CoV-2 achada no país africano.

Oliveira foi indicado ao lado do virologista do Zimbabwe Sikhulile Moyo, diretor do laboratório de Referência de HIV de Botswana-Harvard, também responsável pela identificação da variante Ômicron.

“Cada geração tem pessoas que inspiram as gerações seguintes. Sikhulile e Tulio têm esse potencial para pessoas que trabalharão em saúde pública e genômica. Não vimos o fim de suas contribuições”, diz o texto da revista sobre os cientistas.

O pesquisador brasileiro iniciou a graduação em Ciências Biológicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), e está na África do Sul desde 1997. Ele trabalha com vigilância genômica há quase 20 anos, tem centenas de publicações em revistas de renome como as revistas Nature, Science, Lancet e NEJM. Além da pesquisador, atuou por dez anos no The Wellcome Trust, um centro de caridade global independente dedicado a melhorar a saúde.

A equipe de Oliveira também esteve por trás do sequenciamento de outros vírus conhecidos dos brasileiros, como o zika, que levou a OMS a decretar emergência internacional em 2016, febre amarela, dengue e chikungunya.

Sônia Guajajara também está na lista

A ativista indígena Sônia Guajajara também representa o Brasil na lista das 100 pessoas mais influentes da Time. Assim como Oliveira, Sônia foi selecionada na categoria de ‘Pioneiros’. Ela foi a primeira mulher indígena a concorrer a uma chapa presidencial no Brasil e atua como coordenadora executiva da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil, na linha de frente da luta em defesa das terras indígenas brasileiras e pela preservação da floresta amazônica.

Sônia participou da COP26, criando um fundo de US$ 1,7 bilhão para povos indígenas e comunidades locais, e liderou protestos indígenas contra o projeto de lei 490/2007, que altera o Estatuto do Índio, permitindo demarcação de terras destinadas às populações originárias e atividade extrativa dentro das reservas indígenas.

“Os pais de Sônia Guajajara não sabiam ler e ela teve que sair de casa aos 10 anos para trabalhar. Apesar disso, ela desafiou as estatísticas e conseguiu se formar na universidade. Desde tenra idade, ela lutou contra forças que tentam exterminar as raízes de sua comunidade há mais de 500 anos. Sônia resistiu e continua resistindo até hoje: contra o machismo, como mulher e feminista; contra o massacre de povos indígenas, como ativista; e contra o neoliberalismo, como socialista”, diz o texto da Time, assinado por Guilherme Boulos, que foi candidato à Presidência em 2018 ao lado de Sônia, candidata a vice de sua chapa.

“Hoje, Sônia é uma inspiração, não só para mim, mas para milhões de brasileiros que sonham com um país que salda suas dívidas com o passado e finalmente acolhe o futuro”, completa.

Por Estadão Conteúdo

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Starbucks anuncia saída da Rússia com fechamento de 130 lojas

A decisão põe fim à sua presença de 15 anos no mercado.

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A Starbucks afirmou nesta segunda-feira, 23, que vai fechar seus negócios na Rússia, em resposta à guerra na Ucrânia. A decisão põe fim à sua presença de 15 anos no mercado.

A empresa do ramo de cafeterias havia suspendido temporariamente seus negócios no país, em 8 de março, e nesta segunda anunciou que encerrará permanentemente as operações em suas 130 lojas.

Os quase 2 mil funcionários na Rússia continuarão sendo pagos por seis meses e receberão ajuda para encontrar novos empregos fora da rede, segundo a Starbucks.

A empresa se recusou a comentar sobre o impacto financeiro do fechamento de seu mercado russo, que responde por uma parcela relativamente pequena de suas vendas.

A decisão acompanha o movimento de outras empresas, como o McDonald’s, que encerrou mais de três décadas de negócios na Rússia.

A montadora francesa Renault também decidiu ceder sua participação de 68% na maior montadora da Rússia, AvtoVAZ, para uma entidade estatal.

A petrolífera Shell PLC também está entre os negócios que encerrarão suas atividades no país.

Por Estadão Conteúdo

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Putin sobreviveu a tentativa de assassinato, diz Ucrânia

Putin sobreviveu a tentativa de assassinato, diz Ucrânia.

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O chefe da inteligência militar da Ucrânia, Kirilo Budanov, disse ao jornal Ukrainska Pravda que o presidente russo, Vladimir Putin, sofreu uma tentativa de assassinato depois da invasão do território ucraniano, em 24 de fevereiro.

“Ele inclusive foi atacado, dizem, por representantes do Cáucaso. Foi absolutamente malsucedida, mas aconteceu há cerca de dois meses”, afirmou, negando qualquer ligação de Kiev com o caso.

É mais um boato acerca da segurança de Putin a circular: há meses há relatos de que ele pode sofrer um golpe e que estaria com a saúde fragilizada. O Kremlin não comentou.

Por Folhapress

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