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Brasil

Mega da Virada: apostas custam de R$ 4,50 a R$ 22.522,50

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Sorteio será no dia 31 de dezembro, às 20h. Jogos podem ser feitos até as 17h do dia 31.

O concurso 2.440 da Mega da Virada pode pagar R$ 350 milhões para quem acertar as seis dezenas. Será o maior prêmio já pago na história do sorteio.

O valor da aposta simples, com 6 números, é de R$ 4,50; a probabilidade de acerto é de uma em 50 milhões. Já a aposta máxima, de 15 números, custa R$ 22.522,50; neste caso, a probabilidade é de 1 chance em 10.003 tentativas, segundo a Caixa.

Como faço para jogar?

Os jogos podem ser feitos em lotéricas de todo o país, pelo aplicativo Loterias Caixa ou pela internet. Clientes com acesso ao Internet Banking CAIXA podem fazer suas apostas pelo computador pessoal, tablet ou smartphone.

Para jogar, é só marcar de 6 a 15 números dentre os 60 disponíveis no volante. O apostador ainda pode deixar que o sistema escolha os números por meio da Surpresinha.

Para aumentar as chances de ganhar, existe a opção de adquirir os bolões comercializados apenas nas lotéricas. Na Mega-Sena, os bolões têm preço mínimo de R$ 10.

Mega da Virada

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Brasil

Varíola dos macacos: Anvisa esclarece que não recomendou isolamento

Segundo a Anvisa, foram apenas reforçadas a adoção das medidas que já estão em vigência em aeroportos e em aeronaves e que são destinadas a proteger “o indivíduo e a coletividade não apenas contra a covid-19, mas também contra outras doenças.”

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou uma nota nesta terça-feira (24) esclarecendo as recomendações feitas pela agência para retardar a entrada do vírus da varíola dos macacos no Brasil. Segundo a Anvisa, foram apenas reforçadas a adoção das medidas que já estão em vigência em aeroportos e em aeronaves e que são destinadas a proteger “o indivíduo e a coletividade não apenas contra a covid-19, mas também contra outras doenças.”

Na nota, a Anvisa esclarece que não recomendou o “isolamento” como uma medida para o enfrentamento à varíola dos macacos.

“De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a varíola do macaco pode ser transmitida aos seres humanos através do contato próximo com uma pessoa ou animal infectado, ou com material contaminado com o vírus. O vírus pode ser transmitido de uma pessoa para outra por contato próximo com lesões, fluidos corporais, gotículas respiratórias e materiais contaminados, como roupas de cama”, diz a nota.

A Anvisa informou que atua consoante com as ações das agências internacionais e de organismos mundias de saúde e que permanece monitorando a evolução dos casos da varíola dos macacos, mantendo um contato constante com o Ministério da Saúde. “Tão logo se justifique, serão propostas as medidas sanitárias, quando cabíveis, em aditamento às regras existentes e vigentes no Brasil.”

A varíola de macaco é uma doença pouco conhecida porque a incidência é maior na África. Até o momento, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) há 131 casos confirmados de varíola dos macacos, registrados fora do continente africano e 106 outros casos suspeitos, desde que o primeiro caso foi relatado em 7 de maio.

Diante do quadro, o Ministério da Saúde criou uma sala de situação para monitorar o cenário da varíola dos macacos no Brasil. A medida, anunciada pela pasta na noite desta segunda-feira (23), tem como objetivo elaborar um plano de ação para o rastreamento de casos suspeitos e na definição do diagnóstico clínico e laboratorial para a doença.

“Até o momento, não há notificação de casos suspeitos da doença no país”, informou o Ministério da Saúde, em nota. A pasta afirma que encaminhou aos estados um comunicado de risco sobre a patologia, com orientações aos profissionais de saúde e informações disponíveis até o momento sobre a doença.

Por Noticias ao minuto

 

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Brasil

Covid-19: Brasil registra 32,8 mil novos casos e 239 mortes em 24h

O número total de casos confirmados da doença, desde o início da pandemia, é de 30.836.815, e o de óbitos chegou a 665.905.

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O Brasil registrou, nas últimas 24 horas, um total de 32.820 novos casos de covid-19. No mesmo período, foram confirmadas 239 mortes em decorrência do vírus, segundo o boletim epidemiológico divulgado hoje (24) pelo Ministério da Saúde, com base em dados enviados pelas secretarias estaduais e municipais de saúde. 

O número total de casos confirmados da doença, desde o início da pandemia, é de 30.836.815, e o de óbitos chegou a 665.905.

Ainda segundo o boletim, 29.885.580 pessoas se recuperaram da doença e 285.330 casos estão em acompanhamento.

Aos sábados, domingos e segundas-feiras, o número registrado diário tende a ser menor pela dificuldade de alimentação dos bancos de dados pelas secretarias municipais e estaduais de Saúde. Às terças-feiras, o quantitativo, em geral, é maior pela atualização dos casos acumulados nos fins de semana.

O boletim ainda informa que há 3.276 óbitos por síndrome respiratória aguda grave (SRAG) em investigação.

Estados

O estado de São Paulo lidera o número de mortes por covid-19, com 169.012, seguindo por Rio de Janeiro (73.789), Minas Gerais (61.478) e Paraná (43.282). O menor número de mortes é registrado no Acre (2.002), Amapá (2.152), Roraima (2.152) e Tocantins (4.156). 

Vacinação

Até o momento já foram aplicadas 432 milhões de doses de vacinas contra a covid-19, sendo 176,8 milhões com a primeira dose e 158,5 milhões com a segunda dose. A dose única da vacina da Janssen foi aplicada em 4,8 milhões de pessoas. Outras 84,5 milhões já receberam pelo menos uma dose de reforço e outras 3,5 milhões já receberam o segundo reforço.

Por Agência Brasil

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Brasil

Anvisa pede uso de máscara para adiar chegada da varíola dos macacos

A varíola de macaco é uma doença pouco conhecida porque a incidência é maior na África.

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Diante do aumento no número de casos da varíola de macaco, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) emitiu nota reforçando a necessidade de adoção de medidas “não farmacológicas”, como distanciamento físico, uso de máscaras de proteção e higienização frequente das mãos, em aeroportos e aeronaves, para retardar a entrada do vírus no Brasil.

A varíola de macaco é uma doença pouco conhecida porque a incidência é maior na África. Até o momento, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) há 131 casos confirmados de varíola dos macacos, registrados fora do continente africano e 106 outros casos suspeitos, desde que o primeiro foi relatado em 7 de maio.

“A Anvisa mantém-se alerta e vigilante quanto ao cenário epidemiológico nacional e internacional, acompanhando os dados disponíveis e a evolução da doença, a fim de que possa ajustar as medidas sanitárias oportunamente, caso seja necessário à proteção da saúde da população”, diz a nota divulgada ontem (23).

Ainda, de acordo com a agência, essas recomendações protegem não só contra a varíola e a covid-19, mas também contra muitas doenças infectocontagiosas.

“Tais medidas não farmacológicas, como o distanciamento físico sempre que possível, o uso de máscaras de proteção e a higienização frequente das mãos, têm o condão de proteger o indivíduo e a coletividade não apenas contra a covid-19, mas também contra outras doenças”, reitera a Anvisa.

Diante do quadro, o Ministério da Saúde criou uma sala de situação para monitorar o cenário da varíola dos macacos no Brasil. A medida, anunciada pela pasta na noite desta segunda-feira (23), tem como objetivo elaborar um plano de ação para o rastreamento de casos suspeitos e na definição do diagnóstico clínico e laboratorial para a doença.

“Até o momento, não há notificação de casos suspeitos da doença no país”, informou o Ministério da Saúde, em nota. A pasta afirma que encaminhou aos estados um comunicado de risco sobre a patologia, com orientações aos profissionais de saúde e informações disponíveis até o momento sobre a doença.

Por Agência Brasil

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