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Brasil

Mega-Sena: Concurso 2.342 acumula e próximo sorteio deve pagar 12 milhões de reais

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Nenhuma aposta acertou as seis dezenas do concurso 2.432 da Mega-Sena. O sorteio foi realizado na noite deste sábado(27) no Espaço Loterias Caixa, localizado no Terminal Rodoviário Tietê, na cidade de São Paulo.

De acordo com a estimativa da Caixa, o prêmio acumulado para o próximo sorteio, na quarta-feira(01Nov21), é de R$ 12 milhões. As dezenas sorteadas foram: 07 – 29 – 38- 40 – 44 – 52.

A quina registrou 21 apostas ganhadoras. Cada uma vai pagar R$ 100.863,31. A quadra teve 2.572  apostas vencedoras. Cada apostador receberá R$ 1.176,47.

As apostas para o concurso 2.433 podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio, nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo país ou pela internet. O volante, com seis dezenas marcadas, custa R$ 4,50.

 

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Brasil

Em SP, Haddad tem 34%; Tarcísio e Garcia, 14% cada, aponta Genial-Quaest

Haddad, ex-prefeito de São Paulo, oscilou um ponto porcentual para baixo – na última sondagem, em julho, estava com 35%. Tarcísio, ex-ministro da Infraestrutura, manteve os 14% da pesquisa anterior, e Garcia subiu dois pontos porcentuais, de 12% para 14%.

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O candidato a governador de São Paulo Fernando Haddad (PT) continua na liderança na disputa pelo Palácio dos Bandeirantes, com 34% das intenções de voto, aponta pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quinta-feira (11). De acordo com o levantamento estimulado, os candidatos Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Rodrigo Garcia (PSDB), atual governador, estão empatados com 14% cada.

Haddad, ex-prefeito de São Paulo, oscilou um ponto porcentual para baixo – na última sondagem, em julho, estava com 35%. Tarcísio, ex-ministro da Infraestrutura, manteve os 14% da pesquisa anterior, e Garcia subiu dois pontos porcentuais, de 12% para 14%. A margem de erro é de 2,4 pontos.

O candidato Elvis Cézar (PDT) aparece com 2%. Vinícius Poit (Novo), Gabriel Colombo (PCB), Altino Júnior (PSTU) e Edson Dorta (PCO) têm 1% das intenções cada um. Votos em branco e nulos e eleitores que afirmaram que não pretendem votar somam 19%, contra 24% do último levantamento. Os indecisos são 13% (12% na sondagem anterior).

Segundo turno

No cenário de segundo turno, entre Haddad e Tarcísio, o ex-prefeito manteve os 44% da pesquisa anterior, enquanto que o ex-ministro subiu três pontos porcentuais, de 28% para 31%. Votos em branco e nulos e eleitores que disseram não pretender votar somam 17% e indecisos, 9%

Numa eventual disputa de segundo turno com Garcia, o petista tem 41% (ante 42% no último levantamento) e o atual governador de São Paulo subiu de 27% para 32%. Votos em branco e nulos e eleitores que não pretendem votar somam 19% e indecisos, 9%

Já se o confronto for entre Garcia e Tarcísio, o tucano fica com 29% ante 28% da sondagem anterior e o ex-ministro aparece com 26% (ante 25% do último levantamento). Neste cenário, votos em branco e nulos e eleitores que disseram não pretender votar somam 28% e indecisos, 17%.

Rejeição

Segundo a pesquisa, a rejeição a Haddad manteve-se em 49%. A de Garcia foi de 18% para 16% e a de Tarcísio, de 15% para 14%.

Avaliação de governo

De acordo com o levantamento, a avaliação positiva do governo de Garcia subiu de 19% para 21%. A avaliação regular foi de 36% para 41%, e a negativa, de 20% para 17%.

As entrevistas foram realizadas entre sexta-feira (5) e segunda-feira (8). Foram consultados 2 mil eleitores com mais de 16 anos. O nível de confiabilidade é de 95%. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral com o número SP-02135/2022.

 

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Brasil

França é maior empregador estrangeiro no Brasil, mas ‘irrelevante’ para Guedes

Na terça-feira, Guedes criticou a França e chegou a usar um palavrão ao referir-se ao país.

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Apesar de o ministro da Economia, Paulo Guedes, ter dito que a França está ficando “irrelevante” para o Brasil – além de outras declarações de mais baixo calão – o país europeu é o maior empregador estrangeiro e o terceiro que mais investe em território brasileiro. Além disso, as exportações para a França vêm crescendo 18% neste ano.

Na terça-feira, Guedes criticou a França e chegou a usar um palavrão ao referir-se ao país. “Vocês [França] estão ficando irrelevantes para nós. É melhor vocês nos tratarem bem porque senão vamos ligar o ‘f…-se’ para vocês”, disse o ministro. Procurada, a embaixada não quis comentar as declarações de Guedes.

De acordo com dados da embaixada da França em Brasília, o número de empresas francesas no Brasil chegou a 1.042 em 2019, último dado disponível, empregando 471.784 funcionários e um volume de negócios de 66,1 bilhões de euros.

Dados do Banco Central mostram ainda que, em 2020, o investimento francês no Brasil somou US$ 32,255 bilhões, 6% do total investido no setor produtivo por outros países. Os franceses ficaram atrás apenas dos Estados Unidos, com investimento de US$ 123, 853 bilhões (24%) e Espanha, com US$ 58,215 bilhões (11%).

Comércio

O comércio com o país europeu também vem crescendo neste ano. De acordo com dados do próprio Ministério da Economia, as exportações para os franceses cresceram 18,3% neste ano e somam R$ 1,796 bilhão até julho. O país ocupa o 26º no ranking de maiores compradores do Brasil, à frente de nações como Rússia, Uruguai e África do Sul.

Se para o ministro a França é “irrelevante” para o Brasil, a posição que os brasileiros ocupam no ranking de clientes dos franceses é ainda pior: os brasileiros são os 29º maiores clientes de itens da França. Já na importação, enquanto a França é o 11º maior vendedor do Brasil, o Brasil é apenas o 36º maior fornecedor de produtos para a França.

Em 2011, as exportações para os franceses chegaram ao patamar de US$ 4,3 bilhões, quando entraram em trajetória de queda até 2017, quando iniciaram uma recuperação até a pandemia. Em 2021, as vendas para a França fecharam o ano com alta de 25,9% . O desempenho superou o encolhimento registrado com a pandemia de 2020, quando as vendas ao exterior caíram 24%.

Entre os principais produtos vendidos de 2022 estão farelo de soja (24%), minério de ferro e concentrados (13%), celulose (6,8%) e café (6%).

De janeiro a julho deste ano, as importações de produtos franceses pelo Brasil subiram 5,7%, alcançando US$ 2,834 bilhões. Com isso, o saldo neste ano é desfavorável aos conterrâneos do ministro: negativo em US$ 1,038 bilhão.

Da França, o Brasil compra principalmente itens que são utilizados na produção brasileira, como motores e máquinas (15%) e compostos organo-inorgânicos (8,4%), além de medicamentos e produtos farmacêuticos (5,2%) e partes e acessórios de produtos automotivos (4,8%).

Diplomacia

Não foi a primeira vez que Guedes se envolveu em uma “saia justa” com os franceses. Em 2019, ele chegou a pedir desculpas depois de dizer que a primeira dama da França, Brigitte Macron, era “feia mesmo”, concordando com afirmação anterior de Jair Bolsonaro.

Por Estadão Conteúdo

 

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Brasil

Quase metade dos brasileiros precisou de atividade extra para complementar renda no último ano

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Dos bicos com faxinas e manutenção à venda de alimentos e cosméticos em casa, quase metade (45%) dos brasileiros precisou realizar alguma atividade extra para complementar a renda no último ano, revelou pesquisa do Instituto Cidades Sustentáveis publicada nesta quarta-feira (10).

A atividade de serviços gerais, como faxina e marido de aluguel, foi a mais citada, por 13% dos respondentes, seguida pelas vendas de alimentos (8%) e de roupas e outros artigos usados (6%).

A crise econômica após a pandemia de Covid-19, a falta do auxílio emergencial e a inflação são apontados pelos especialistas ouvidos pelo R7 como os motivos de maior influência para que tantos brasileiros – 76 milhões, segundo a estimativa do estudo – procurassem uma renda extra.

Para sobreviverem e se alimentarem, comenta Jorge Abrahão, coordenador-geral do Instituto Cidades Sustentáveis, “as pessoas complementam a renda e realizam atividades extras que não são suas especialidades, pois não conseguem mais ter itens básicos à sobrevivência”.

A procura por atividades extras está diretamente relacionada à piora das condições de vida da população, avalia Marcelo Gomes Ribeiro, professor do Ippur (Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional), da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro).

“Pelo fato de, de modo geral, ter havido uma redução do rendimento médio das pessoas e nos domicílios. Isso se deu principalmente entre as pessoas mais pobres”, diz o pesquisador.

Gomes lembra que, com os aumentos inflacionários e a desvalorização do salário mínimo, a população perdeu significativamente seu poder de aquisição de bens e serviços.

Isso faz com que as pessoas, sobretudo as mais pobres, tenham de buscar alternativas de obtenção de renda para superar esse processo de desvalorização. “É uma situação que está em pleno compasso com aquilo que nós observamos na economia brasileira e no seu mercado de trabalho”, prossegue.

Fonte: R7

 

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