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Esporte

Messi confessa receio de contrair a covid-19 durante a Copa América no Brasil

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Argentina estreia na Copa América nesta segunda-feira contra o Chile, no estádio do Engenhão, no Rio de Janeiro, pelo Grupo A, mas a preocupação do craque do time, Lionel Messi, é outra. O jogador do Barcelona confessou que teme contrair a covid-19, em meio a uma série de infecções em seleções rivais. Atletas ou dirigentes de Bolívia, Colômbia e Venezuela foram diagnosticados com o novo coronavírus mesmo antes de o torneio começar.

Messi disse que o medo de contrair o vírus é generalizado no elenco argentino. “Isto nos preocupa porque é um risco para todos pegar a covid”, afirmou o craque argentino. “Tentamos ser cuidadosos, mas não é fácil. Estas coisas acontecem. Tentaremos fazer tudo que pudermos para que ninguém a pegue, mas às vezes não depende somente de nós mesmos”, acrescentou Messi.

A Argentina deveria ter sido uma das sedes da Copa América deste ano, mas desistiu na última hora devido a uma disparada de casos de covid-19 no país. O torneio foi transferido ao Brasil, apesar de o número de mortos do País ser o segundo maior do maior do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos.

Sobre a competição, Messi falou sobre a vontade de conquistar o seu primeiro título com a seleção argentina. “As partidas com a seleção sempre são especiais. Nunca imaginei poder jogar tantas partidas com essa camisa. Sempre vivo o dia a dia e tento dar o máximo. Sempre estou disponível para a seleção. Meu maior sonho é conseguir um título com essa camisa. Estive muito perto várias vezes. Não aconteceu, mas seguirei tentando. Sempre vou lutar por esse sonho”, disse.

O craque argentino ainda comentou sobre o momento em que a seleção chega para disputar a Copa América. “Creio que chegamos em um bom momento. Fazia muito tempo que não nos juntávamos. Fizemos duas boas partidas, ainda que não tenhamos conseguido uma vitória (nas Eliminatórias)”. E completou: “Sempre tentamos fazer um grupo forte, armar um time competitivo. Temos trabalhado faz tempo com a mesma ideia. Acho que seguimos em formação, mas por um bom caminho”.

Por:Esporte ao Minuto

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Esporte

Após medalha de Rayssa,deputado quer crianças de 13 anos trabalhando

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Depois da vitória da skatista Rayssa Leal, de 13 anos, nas Olimpíadas de Tóquio, o deputado federal Sóstenes Cavalcante (DEM-RJ) usou as redes sociais, nesta segunda-feira (26/7), para apoiar o trabalho infantil. “As crianças brasileiras de 13 anos não podem trabalhar, mas a skatista Rayssa Leal ganhou a medalha de prata nas Olimpíadas… Ué! É pra pensar… Parabéns à nossa medalhista olímpica! E revisão do Estatuto da Criança e Adolescente já!”, escreveu. No Brasil, são consideradas trabalho infantil e, portanto, proibidas: atividades econômicas e de sobrevivência, remuneradas ou não, praticadas por crianças ou adolescentes com menos de 16 anos, com exceção da condição de aprendiz, a partir dos 14 anos. Dados do IBGE, apontam que cerca de 2,5 milhões de crianças e adolescentes entre 5 e 17 anos trabalham no país. As atividades mais comuns são o trabalho doméstico, agricultura, construção civil, lixões e tráfico de drogas. “Art. 60. É proibido qualquer trabalho a menores de 14 anos de idade. Eu defendo a revisão desse artigo no Estatuto da Criança e Adolescente. Se atentem para a palavra QUALQUER no texto da lei”, finalizou o deputado.

Foto: Will Shutter/Câmara dos Deputados e Jeff Pachoud/AFP

Por Diário de Pernambuco

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Esporte

Brasil sofre mas bate Argentina no vôlei masculino

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Na manhã desta segunda-feira (26), o Brasil enfrentou a Argentina no vôlei masculino e acabou superando os adversários após jogo bastante intenso.

Os hermanos lideraram os dois primeiros sets, mas no terceiro e quarto set o Brasil virou o jogo e liderou a partida. O set da vitória foi bastante apertado (16/14) marcando a vitória da seleção brasileira.

Durante a partida, a pequena participação de Douglas causou alvoroço nas redes sociais, já que o atleta entrou em quadra, marcou ponto e foi homenageado com a música de Pabllo Vittar ‘Zap Zum’ na quadra em Tóquio. A canção da Drag Queen é uma das mais tocadas das Olimpíadas. (Por Esporte ao minuto)

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Esporte

Skatista Rayssa Leal faz história e conquista prata nas Olimpíadas aos 13 anos

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A skatista Rayssa Leal, 13, gravou seu nome na história do esporte e dos Jogos Olímpicos nesta segunda-feira (26), com a medalha de prata na categoria street das Olimpíadas de Tóquio-2020.

Essa é a primeira vez que o skate é disputado nos Jogos, e o Brasil já havia saído com uma medalha no primeiro dia do street, a prata de Kelvin Hoefler neste domingo (25). As provas da categoria park serão realizadas em 4 e 5 de agosto.

Se antes havia a expectativa de um pódio duplo ou até triplo, já que o Brasil tinha algumas das principais participantes da prova, coube a Rayssa a responsabilidade de buscar a medalha sozinha, após as surpreendentes eliminações de Pâmela Rosa e Leticia Bufoni nas eliminatórias.

Rayssa Leal, fenômeno do esporte aos 13 anos, é a participante mais nova do Brasil na história dos Jogos e agora também a mais nova medalhista do país.

Natural de Imperatriz (MA), ela ganhou projeção nas redes sociais aos 6, com um vídeo em que aparecia acertando manobras vestida com uma fantasia da personagem Sininho. Isso lhe rendeu o apelido de Fadinha, que a acompanha até hoje.

Nos últimos anos, a atleta de 1,47 m de altura e 35 kg se tornou um dos principais nomes do street no mundo. Foi vice-campeã mundial em 2019 e chegou bem cotada para as Olimpíadas.

O surgimento dela e de outras adolescentes com destaque no skate alimentou o debate sobre a criação de um limite mínimo de idade para participar dos Jogos, algo que já ocorre em outros esportes, como a ginástica artística. O tema deve ser discutido para a próxima edição, em Paris-2024.

No Japão, Rayssa está acompanhada da mãe, Lilian, que tem acesso à Vila Olímpica. Nos últimos dias, ela viralizou ao chamar a lenda Tony Hawk de “tio”, interagir com famosos nas redes sociais e ser adotada com carinho pela torcida brasileira.

Ela, que costuma definir sua relação com o esporte como uma “brincadeira com responsabilidade”, de fato conseguiu encarar a pressão da estreia olímpica de maneira leve e concluiu da forma como está acostumada: sorrindo e com uma medalha no pescoço.

Por:esporte ao minuto

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