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Política

Ministério de Minas e Energia não comenta fala de Bolsonaro sobre bandeira

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O Ministério de Minas e Energia afirmou nesta sexta-feira (15) que não vai manifestar-se sobre a fala do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), na qual ele fala em “determinar” que o ministro Bento Albuquerque mude “a bandeira vermelha” para uma “bandeira normal”.

Desde setembro, a bandeira em vigor é a da escassez hídrica, não a vermelha, como mencionou Bolsonaro, que corresponde a um valor de R$ 14,20 cobrado na conta de luz a cada 100 kWh consumidos.

O presidente deu a declaração na quinta-feira (14) durante um evento evangélico. “Dói à gente autorizar o ministro Bento das Minas e Energia decretar a bandeira vermelha. Sabemos da dificuldade da energia elétrica. Vou pedir para ele, pedir não, determinar que ele volte a bandeira normal a partir do mês que vem”, disse Bolsonaro.

A decisão de mudar o valor da tarifa ou mesmo de extingui-la não é do presidente da República. Desde junho, cabe à Câmara de Regras Excepcionais para a Gestão Hidroenergética (CREG) decidir sobre a bandeira tarifária, além de outras medidas relacionadas ao combate à escassez hídrica, principal causa da atual crise energética. A CREG é presidida por Bento Albuquerque e composta por representantes de vários ministérios, como Economia, Infraestrutura e Agricultura.

A fala de Bolsonaro não bate com o cenário descrito pela secretária-executiva do MME, Marisete Pereira, em evento virtual na quarta-feira (13), de que, segundo o setor elétrico, o valor da bandeira escassez hídrica é insuficiente para cobrir os custos com geração de energia para o país este ano.

De acordo com Marisete, as queixas das companhias aumentaram diante do agravamento da crise não só no Brasil, mas em todo o mundo. “As distribuidoras têm trazido muito essa questão do deficit financeiro, em relação ao valor estipulado em setembro pra bandeira escassez hídrica. Não é suficiente para a cobertura dos custos dos recursos que temos utilizado para manter a segurança energética. Com esse problema no mundo, de enfrentamento dessa situação de falta de energia, o combustível, o gás, tem subido muito. E isso tem refletido nos valores de carregamento das distribuidoras”, disse.

Segundo a secretária, o valor atual da tarifa está definido até abril. Em maio, quando o valor da tarifa for reavaliado, deve haver alteração, mas ainda não é possível dizer se será para cima ou para baixo. Marisete afirmou que o MME tem buscado uma solução que “acomode, dê sustentabilidade financeira para as distribuidoras” e que haverá uma reunião na próxima segunda-feira (18) entre o ministério, técnicos e o setor elétrico para discutir o assunto.

“Na reunião de segunda-feira, vamos fazer uma discussão de que tipo de medida ou medidas a gente pode encaminhar que seja suficiente para a distribuidora, mas que também preserve o consumidor regulado. Não podemos adotar uma medida olhando só a questão financeira das distribuidoras”, disse Marisete.

(Fonte PE Notícias)

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Política

Bolsonaro se filia ao PL e retoma ‘casamento’ com o centrão

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O presidente Jair Bolsonaro se filiou ao PL na manhã desta terça-feira (30), em um evento em Brasília.

Com clima religioso e conservador, a cerimônia reuniu políticos e autoridades e teve um discurso do presidente cheio de críticas à esquerda e ao PT e com diversos acenos ao Congresso, para marcar oficialmente a retomada do casamento do seu governo com o centrão.

Sem partido desde 2019, quando deixou o PSL, pelo qual foi eleito, Bolsonaro já passou por oito partidos desde que iniciou sua vida política, em 1989. Ele deixou o PSL em meio a uma série de brigas internas e tentou fundar uma legenda própria, o Aliança Brasil. Mas fracassou, sem conseguir nem um terço das assinaturas exigidas pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para sair do papel.

O PL, por sua vez, é comandado pelo ex-deputado Valdemar da Costa Neto desde a década de 1990 e já compôs o governo Lula (PT), entre 2003 a 2010, com José de Alencar como vice.

“Confesso, prezado Valdemar, a decisão não foi fácil. Até mesmo o Marcos Pereira [presidente nacional do Republicanos], conversei muito com ele, bem como outros parlamentares também. E uma filiação é como um casamento. Agora, não seremos marido e mulher: seremos uma família”, disse o presidente Jair Bolsonaro, durante a filiação. Leia a íntegra da reportagem de Lucas Borges Teixeira e Luma Poletti no UOL.

Fonte: Blog do Nill Júnior

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Política

“É um passo muito importante”, diz Flávio sobre filiação de Bolsonaro ao PL

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O filho do presidente Jair Bolsonaro e senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ) comemorou, nesta terça-feira (30/11), a filiação do pai ao Partido Liberal (PL). A filiação ocorre após o presidente passar dois anos sem partido. “Um passo importante que já queríamos ter dado há mais tempo, mas no tempo do presidente ele faz a opção que achou correta”, disse Flávio na entrada do evento que ocorre no Complexo Brasil 21, em Brasília.
Flávio, que também irá se filiar a legenda, destacou que o PL é um partido grande. Hoje, a sigla é a terceira maior bancada da Câmara, com 43 deputados. “Na minha percepção foi um passo importante ir para um grande partido como o PL. Sem dúvida nenhuma dá uma musculatura muito maior do que ele já tem”, afirmou. Além de Bolsonaro e Flávio, também irão migrar para a legenda o  ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, e o ministro do Trabalho e Previdência, Onyx Lorenzoni.
A ida do presidente para o PL ocorre após intensas negociações. A cerimônia que formalizaria a filiação estava marcada para 22 de outubro, mas foi cancelada por conta de discordâncias entre Bolsonaro e o presidente da sigla, Valdemar Costa Neto.
Por;Diario de Pernambuco

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Política

Alckmin elogia acordo de partidos rivais na Alemanha, e presentes veem aceno a Lula

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Em reunião com lideranças sindicais nesta segunda-feira (29), Geraldo Alckmin (de saída do PSDB) fez uma leitura do contexto político da Alemanha que soou aos presentes como referência positiva à possibilidade de ser vice em chapa presidencial encabeçada por Lula (PT) em 2022.

O ex-governador disse que o Brasil precisa de acordos e coligações, e citou o acerto a partir do qual Olaf Scholz, do SPD, foi escolhido como sucessor da primeira-ministra Angela Merkel, CDU. Os partidos são rivais.

Em outro momento, Alckmin falou das diferenças nas trajetórias do Brasil e do restante da América do Sul, que se dividiu em países menores. O Brasil teria, então, muita diversidade interna.

A combinação de análises dos contextos internacional e federal, ignorando SP, deixou líderes sindicais com a impressão de que ele tentava se mostrar gabaritado para ocupar um cargo nacional.

Os representantes de UGT, Força Sindical, UGT, CTB e Nova Central disseram ter visto empolgação em Alckmin, que recebeu o convite na sexta à tarde e na segunda já participou do encontro.

Em conversa posterior com os dirigentes, Alckmin traçou um mapa sobre as eleições com Lula, Jair Bolsonaro (sem partido), Sergio Moro (Podemos) e João Doria (PSDB).

Alckmin teria dito que o tucano acabará isolado em 2022, sem apoio de partidos. Nesse desenho, Lula ficaria com os partidos de esquerda e centro-esquerda e Bolsonaro, com o centrão, disputando o apoio da direita e da centro-direita com seu ex-ministro da Justiça.

Por:Brasil ao Minuto

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