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Educação

Ministério Público Federal reúne 250 queixas sobre nota do Enem

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250 representações de cidadãos pedem apurações sobre o erro na correção de provas do Exame Nacional do Ensino Médio.

Ministério Público Federal (MPF) recebeu, até esta quarta-feira, 22, 250 representações de cidadãos que pedem apurações sobre o erro na correção de provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Por causa da falha, a Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão recomendou ao governo suspender o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que reúne vagas do ensino superior público. Nessa plataforma online, os candidatos podem tentar ingresso nas universidades com a nota da prova.

O Ministério da Educação (MEC) tem dito que nenhum estudante foi prejudicado e que vai dar, em breve, todos os esclarecimentos ao MPF. Segundo a pasta, houve erro em 5.974 provas, de 3,9 milhões participantes da última edição da prova.

As falhas, alega o governo federal, ficaram concentradas em cidades do interior de Minas e da Bahia. O MEC atribuiu a inconsistência nas notas a um problema técnico da impressão das provas e diz que as notas já foram corrigidas.

As inscrições no Sisu começaram na terça-feira, 21, e vão até domingo, dia 26 – dois dias a mais em relação ao cronograma inicial, por causa dos problemas. Em ofício enviado na quarta ao ministro da Educação, Abraham Weintraub, o MPF pediu que o Sisu fosse suspenso até que todos os gabaritos sejam revisados.

A procuradoria afirma que a prorrogação do Sisu por mais dois dias não é suficiente para resolver a divergência entre as notas dos candidatos. Isso porque a mudança das pontuações cria alterações na nota de corte e na classificação parcial da seleção, prejudicando o planejamento de milhões de alunos.

“Processos seletivos públicos exigem a mais ampla e irrestrita transparência e publicidade, bem como mecanismos fidedignos de correção das provas, já que destes dependem a legitimidade, solidez, eficácia e credibilidade do sistema”, aponta o órgão federal.

Após a nova publicação do resultado, o MPF solicita ainda que o MEC comunique oficialmente a abertura de prazo para os estudantes solicitarem a verificação de possíveis inconsistências. A procuradoria estipulou prazo de 24 horas para que o ministério acate a recomendação.

Processo seletivo

Neste semestre, são 237.128 vagas em 128 instituições públicas de todo o País. De acordo com balanço do MEC na noite de quarta-feira, mais de 2,5 milhões de inscrições já haviam sido realizadas no Sisu. Estudantes reclamaram de instabilidade na plataforma, mas o ministério disse que as oscilações são naturais. As inscrições são gratuitas e feitas na página virtual do Sisu. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Educação

“Estudantes não deveriam pagar mensalidades com aulas suspensas, é injusto”, diz Eduardo da Fonte

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O deputado federal Eduardo da Fonte (PP) defendeu que alunos de instituições de ensino particulares não tenham que pagar por mensalidades durante o período que estiverem sem aulas por causa da pandemia do novo coronavírus. O parlamentar enviou ao ministro da Educação, Abraham Weintraub, uma solicitação com uma série de medidas para proteger os estudantes.
No documento, Eduardo da Fonte propõe que o governo federal adote medidas para suspensão da cobrança da mensalidade enquanto os alunos estiverem sem aula. O deputado ainda pede que não haja reajuste no preço das mensalidades até que se encerre a crise econômica. Outras soluções apontadas foram a renegociação de dívidas e o aumento de ofertas de bolsas de estudos. As propostas sugeridas devem incluir instituições de ensino superior, médio, fundamental, infantil e creches particulares.
“Muitas pessoas não conseguem pagar a mensalidade se não estiverem trabalhando. São pequenos comerciantes, autônomos e prestadores de serviço, por exemplo, que não conseguem trabalhar e não vão receber durante a pandemia. A hora é de proteger o polo mais fraco desse cenário. É hora de proteger as famílias para que não tenham que escolher entre comer e pagar as contas”, afirmou Eduardo da Fonte. (Do Silvinho)

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Educação

Com aulas suspensas, estudantes contam como se preparam para o Enem

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O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) publicou nessa terça-feira (31) o edital do Exame Nacional do Ensino Médio. As datas de aplicação do exame impresso, nos dias 1º e 8 de novembro, e do digital, nos dias 11 e 18 de outubro, anunciadas no ano passado, foram mantidas pela autarquia. 

Em todo o país, com as aulas presenciais suspensas para combater a pandemia do novo coronavírus (covid-19), estudantes buscam se preparar com as ferramentas que têm à disposição. 

Desde o dia 18 de março, a estudante do 3º ano do ensino médio do colégio Mopi, no Rio de Janeiro, Júlia Lima tem aulas online diariamente. “Para mim, que estudo em escola particular e tenho todos os recurso para estudar, tenho acesso ao computador, não altera muita coisa [no preparo para o Enem]. Mas, para aqueles que não têm acesso à internet, vai mudar muito”. 

O horário das aulas presenciais foi mantido na modalidade a distância. Segundo Júlia, há um esforço de toda a equipe escolar para oferecer o melhor conteúdo possível. “Eu acho que [aula online] é um pouco mais complicada porque não tem a interação real da sala de aula, mas é bem similar. A escola está fazendo um esforço de mobilizar os professores e estamos tendo aulas ao vivo, realmente”, conta a estudante que quer cursar psicologia em alguma das universidades públicas no Rio. 

As aulas a distância de Sabrina Lopes, estudante do 3º ano do Colégio Estadual Vicente Jannuzzi, localizado na Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio de Janeiro, começaram nesta semana. 

“Astá sendo muito difícil porque é um ano complicado,mas que era muito esperado para mim. Eu sempre quis saber como era o 3º ano e agora está sendo uma experiência horrível. Sempre gostei de estudar, de aprender coisas novas. Agora, a gente não pode ir para a escola, está sem a convivência com os amigos, sem a convivência com os professores, que são ótimos”, diz. 

Sabrina tem, desde segunda-feira (30), conteúdos disponibilizados na plataforma Google Classroom, graças a um convênio firmado pela Secretaria estadual de Educação do Rio de Janeiro. Mas, ela conta que aprender online é um desafio. “Eu acho que a gente não aprende de verdade. têm que olhar várias e várias vezes até entender”. A estudante pretende cursar educação física na Universidade Federal do Rio de Janeiro. 

No Distrito Federal, o estudante Axel Mark de Matos, do 3º ano do Centro de Ensino Médio 304 de Samambaia, está com as aulas suspensas. Ele busca, por conta própria, manter os estudos em dia. “Eu tento revisar o que foi dado este ano, faço pesquisas de matérias que podem cair e peço ajuda a um dos professores, que mora aqui no meu prédio”, diz. 

Mesmo sendo vizinho de um dos professores, Matos diz que, na maior parte do tempo, estuda por conta própria, sem auxílio. “Eu acho que o que mais dificulta é não ter acesso a esse ambiente que a escola gera. Na escola, os professores ajudam muito a gente”, diz o estudante que pretende seguir, no ensino superior, a área de Tecnologia da Informação (TI), em que está finalizando um curso técnico. 

Estudos pela internet 

A manutenção do calendário, de acordo com o professor de redação do ProEnem, plataforma online de preparação para o exame, Romulo Bolivar, causou apreensão entre aqueles que estão se preparando para o Enem. “Os alunos ficaram muito apreensivos porque não há uma naturalidade no curso, na formação do ensino médio este ano. Os alunos ainda estão muito inseguros, as escolas ainda estão se mobilizando. Não sabem se vão conseguir dar conta do conteúdo que estava previsto até a data do Enem”.

Além das aulas no ProEnem,o professor envia podcasts a pré-vestibulares e cursinhos comunitários, onde, segundo ele, há pessoas que têm dificuldade de conexão para acessar vídeos. “As escolas particulares se mobilizaram para colocar videoaula, enviar material. Nas públicas, apesar do esforço dos governos, muitas vezes não há nem celular para receber esse material online, há alunos que não estão nem a par se as aulas irão ou não continuar [no formato a distância]”. 

Nesse cenário, o professor recomenda que, na medida do possível, os estudantes estejam informados das decisões do Inep, que acompanhem as medidas tomadas e que sigam o calendário estipulado. Para os estudos, ele recomenda àqueles que não podem pagar, que pesquisem conteúdos online, que acessem videoaulas, que façam exercícios e reservem um horário no dia para os estudos. O ProEnem é uma das plataformas que oferece aulas gratuitas, pela manhã. 

“É importante tentar, se inscrever no Enem, não desistir. A gente não sabe o que vem pela frente. Não sabe dos rumos da pandemia. Os alunos devem buscar informações. Devem ficar tranquilos e continuar na disputa”, aconselha.

No Brasil, em todos os estados há suspensão de aulas para conter o avanço da pandemia do novo coronavírus. A medida não é exclusiva do país. No mundo, de acordo com os últimos dados da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), que monitora os impactos da pandemia na educação, 188 países determinaram o fechamento de escolas e universidades. A decisão afeta 1,5 bilhão de crianças e jovens, o que corresponde a 89,5% de todos os estudantes no mundo.  (Por Agencia Brasil)

 

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Educação

Inscrições para o Enem abrem 11 de maio e governo mantém datas

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O governo Jair Bolsonaro confirmou a realização do Enem 2020 nas mesmas datas previstas desde o ano passado. Neste ano, além da prova tradicional em papel, haverá a aplicação de uma primeira edição digital, para 100 mil participantes, conforme já anunciado.

O exame é a principal porta de entrada para o ensino superior público. As inscrições estarão abertas entre os dias 11 e 22 de maio, de acordo com edital publicado nesta terça-feira (31).

Havia a expectativa sobre a manutenção das provas nas datas previstas por causa da pandemia de coronavírus, que provocou o fechamento de escolas e, consequentemente, a interrupção de aulas. O MEC (Ministério da Educação), no entanto, tem insistido com as datas.

As provas tradicionais, em papel, vão ocorrer nos dias 1º e 8 de novembro. Já a aplicação digital, feita em computador, vai ocorrer antes: nos dias 11 e 18 de outubro.Serão abertas 100 mil vagas para o Enem digital, que ocorrerá em 60 municípios selecionados pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais), órgão ligado ao MEC responsável pela prova.

O estado de São Paulo é o que concentra o maior número de cidades com provas digitais. Serão 14 municípios com a prova no computador: Barueri, Bauru, Bebedouro, Campinas, Franca, Indaiatuba, Jaguariúna, Osasco, Ribeirão Preto, Rio Claro, São Caetano do Sul, São José do Rio Preto, São José dos Campos e São Paulo.

Há um planejamento no governo federal para que até 2026 o Enem possa ser feito totalmente digital. Os maiores desafios para essa transição são a infraestrutura de computadores para aplicação em todo país e a produção de questões para a prova em volume suficiente.O Enem digital seria oferecido inicialmente a 50 mil candidatos, mas em janeiro deste ano o MEC ampliou para os 100 mil previstos no edital. As vagas, limitadas por município, serão ocupadas por ordem de inscrição.

A estrutura da prova digital, assim como prazos de realização, serão os mesmos do formato digital.No primeiro dia, os candidatos farão as provas de e Linguagens, ciências humanas e redação, e terão 5h30 para finalizar o exame. No segundo dia é a vez das provas de ciências da natureza e matemática, com o prazo de 5h para responder.

De 6 a 17 de abril, o Inep abre o prazo para quem precisa solicitar isenção da taxa de inscrição. Aqueles que tiveram isenção no ano passado e faltaram às provas terão o mesmo prazo para justificar a ausência caso queiram solicitar nova liberação de pagamento –sem a justificativa, haverá necessidade de pagamento.

Alunos de escolas pública concluintes do ensino médio e estudantes pobres podem ter acesso à isenção. A taxa de inscrição será a mesma do último ano, de R$ 85.

Confira o calendário:

6 a 17 de abril:

Solicitação de isenção da taxa de inscrição e justificativa de ausência no Enem 2019

11 a 22 de maio:

Inscrições

11 a 28 de maio:Pagamento da taxa de inscrição

11 a 22 de maio:Solicitação de atendimento especializado (não há essa previsão no Enem digital)

25 a 29 de maio:Solicitação de tratamento pelo nome social

11 e 18 de outubro:

Aplicação do Enem digital

l1º e 8 de novembro:Aplicação do Enem impresso. (POR FOLHAPRESS)

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