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Saúde

Minsitro da Saúde Genenral Pazulello nega ter pedido pra sair

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Em meio à pressão para a sua substituição, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, disse neste domingo (14), por meio de sua assessoria de imprensa, que segue à frente da pasta e que o presidente da República, Jair Bolsonaro, não pediu que entregue o cargo.

O ministro também negou que esteja doente. Segundo informações do jornal “O Globo”, Pazuello teria pedido para deixar o comando do ministério alegando problemas de saúde. Ele foi diagnosticado com Covid-19 no ano passado e ficou internado em razão da doença. Mesmo após se recuperar e retomar o trabalho, chegou a relatar a auxiliares próximos sentir fadiga e dores.

“Não estou doente, o presidente não pediu o meu cargo, mas o entregarei assim que o presidente pedir. Sigo como ministro da saúde no combate ao coronavírus e salvando mais vidas”, afirmou Pazuello, segundo mensagem publicada por sua assessoria em uma rede social.

A informação sobre a permanência de Pazuello e o seu estado de saúde foi reiterada em uma nota enviada à imprensa pelo Ministério da Saúde.

No comunicado, a pasta acrescenta “que Pazuello se encontra em perfeito estado de saúde e não há nenhum pedido de demissão do ministro ao presidente da República”.

O ministério confirmou ainda que o ministro participa de uma entrevista coletiva à imprensa nesta segunda-feira (15). Ele deve anunciar a conclusão do processo de compra das vacinas da Pfizer e da Janssen.

 

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Saúde

Estudos realizados nos EUA, apontam que Covid é menos grave com Ômicron do que com Delta

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A variante Ômicron parece resultar em Covid-19 menos grave do que observado em períodos anteriores de alta transmissão do coronavírus, incluindo a onda Delta, com internações hospitalares mais curtas, menos necessidade de terapia intensiva e menos mortes, de acordo com um novo estudo dos Estados Unidos.

No entanto, a variante Ômicron, de rápida disseminação, levou a um número recorde de infecções e hospitalizações, sobrecarregando o sistema de saúde dos EUA.

Apesar da disparada nos casos de Covid, a porcentagem de pacientes hospitalizados em unidades de terapia intensiva (UTI) durante a atual onda da Ômicron foi cerca de 29% menor do que durante o surto do inverno passado (no hemisfério norte) e cerca de 26% menor do que durante a onda Delta, mostrou estudo publicado nesta terça-feira no Relatório Semanal de Morbidade e Mortalidade do Centro para Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA.

A menor gravidade da Covid-19 durante o período da Ômicron provavelmente está relacionada à maior cobertura vacinal, dose de reforço entre aqueles elegíveis para as vacinas extras, bem como infecções anteriores que fornecem alguma proteção imunológica, segundo o estudo.

As mortes no período de 19 de dezembro a 15 de janeiro, quando as infecções por Ômicron estavam no pico, tiveram uma média de 9 por 1.000 casos de Covid, em comparação com 16 por 1.000 no pico do inverno anterior e 13 durante a onda Delta, mostrou o estudo.

As conclusões foram consistentes com análises de dados anteriores da África do Sul, Inglaterra e Escócia, onde as infecções da Ômicron atingiram o pico mais cedo do que nos Estados Unidos, disse o CDC.

Hospitalizações relativamente altas entre crianças durante o período da Ômicron podem estar relacionadas a taxas de vacinação mais baixas em comparação com adultos, afirmou a agência.

O estudo envolveu a análise de dados de um grande banco de dados de saúde e de três sistemas de vigilância para avaliar as características da Covid-19 nos EUA de 1º de dezembro de 2020 a 15 de janeiro de 2022. Fonte: Yahoo

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Saúde

Saúde recua e exclui citação de maior eficácia da cloroquina sobre as vacinas

A pasta afirma que o documento será republicado na edição de amanhã, 26, do Diário Oficial da União (DOU).

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O Ministério da Saúde afirmou nesta terça-feira, 25, que serão feitas alterações na nota técnica assinada pelo secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos, Hélio Angotti, com diretrizes de tratamento contra a covid-19 que indicam a eficácia da hidroxicloroquina e a falta de efetividade das vacinas, argumentos que contrariam estudos e orientações sanitárias das revistas especializadas e entidades mais respeitadas no mundo.

Em nota, a pasta afirma que o documento será republicado na edição de amanhã, 26, do Diário Oficial da União (DOU), porém, não se manifesta especificamente sobre a tabela onde constam as informações anticientíficas sobre a hidroxicloroquina e os imunizantes contra o novo coronavírus. Embora o Ministério não tenha se posicionado, Angotti já anunciou que a tabela será removida para “evitar possível mau uso”.

“A tabela embora não esteja errada no contexto em que ela se encontra, vamos optar por tirá-la. Não vai mudar nada o parecer, não vai mudar nada o argumento, mas optamos por tirá-la para fomentar a clareza, promover clareza nos instrumentos administrativos e evitar possível mau uso”, disse o secretário em entrevista ao programa Os Pingos nos Is, da Jovem Pan, nesta segunda-feira (24).

O documento original assinado por Angotti bloqueia as diretrizes que contraindicam o “kit covid” no tratamento ambulatorial e hospitalar da doença, além de outras duas normas vigentes, impondo entraves que deixam o País sem uma recomendação oficial de como tratar pacientes de covid com quase dois anos de pandemia.

A tabela foi alvo de contestação de acadêmicos e especialistas em saúde pública porque apresenta em uma de suas colunas o questionamento sobre a efetividade dos tratamentos disponíveis no País em estudos controlados e randomizados para a covid-19. No campo das respostas, consta “sim” para a efetividade da hidroxicloroquina e “não” para as vacinas.

“O Ministério da Saúde informa que a Secretaria de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos (SCTIE) republicará a Nota Técnica que fundamenta a decisão acerca das diretrizes terapêuticas para o tratamento farmacológico da Covid-19, para, segundo a secretaria, promover maior clareza no conteúdo e evitar interpretações equivocadas, como a de que a decisão critica o uso das vacinas covid-19. A alteração será publicada em portaria no Diário oficial da União (DOU) e não modifica a deliberação já divulgada”, diz a nota do Ministério da Saúde.

Apesar da reação de setores da ciência e da política, como o partido Rede Sustentabilidade, que apresentou ação contra a nota técnica no Supremo Tribunal Federal (STF), Angotti segue argumentando que a tabela não apresenta informações incorretas sobre os tratamentos contra a covid-19.

Em contraposição ao seu secretário, o ministro Marcelo Queiroga afirmou em visita a Manaus no sábado, 22, que o “ministério tem acompanhado não só a eficiência das vacinas, mas também a efetividade”. Angotti participou do evento com o ministro na Região Norte. A despeito da nota técnica, Queiroga citou um estudo patrocinado pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos e publicado na revista Lancet comprovando a efetividade das vacinas.

Por Estadão Conteúdo

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Saúde

Pfizer e BioNTech começam testes clínicos de vacina contra Ômicron

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Pfizer e BioNTech iniciaram o recrutamento para os testes clínicos sobre a segurança e a resposta imune de sua vacina anticovid específica para a variante ômicron em adultos de até 55 anos, informa um comunicado divulgado nesta terça-feira.
Albert Bourla, CEO de Pfizer, já havia declarado que o grupo farmacêutico poderia estar preparado para solicitar a aprovação regulatória da vacina em março.
A diretora de pesquisa de vacinas da Pfizer, Kathrin Jansen, afirmou que embora os dados atuais mostrem que os reforços da vacina original protegem contra formas graves de ômicron, o laboratório prefere atuar com cautela.
“Reconhecemos a necessidade de estar preparados caso a proteção diminua com o tempo ajudar potencialmente a abordar a ômicron e novas variantes no futuro”, disse.
Ugur Sahin, diretor executivo do laboratório alemão BioNTech, afirmou que a proteção da vacina original contra a covid leve e moderada pareceu diminuir de maneira mais rápida no caso da ômicron.
“O estudo é parte de nossa abordagem científica para desenvolver uma vacina baseada em variantes que alcance um nível similar de proteção contra a ômicron como o registrado contra as variantes anteriores, mas com uma duração maior da proteção”.
O teste terá a participação 1.420 pessoas com idades entre 18 e 55 anos.
Os voluntários são divididos em três grupos.
O primeiro envolve pessoas que receberam duas doses da vacina Pfizer-BioNTech entre 90 e 180 dias antes da inscrição e que receberão uma ou duas doses da vacina contra a ômicron.
O segundo inclui pessoas que receberam três doses da vacina atual entre 90 e 180 dias antes do estudo e receberão outra dose da vacina original ou uma vacina específica contra a ômicron.
O último grupo inclui pessoas que nunca foram vacinadas contra a covid e que receberão três doses da vacina específica contra a ômicron.
A vacina anticovid da Pfizer-BioNTech foi a primeira autorizada nos países ocidentais, em dezembro de 2020.
Pos ser baseada na tecnologia de RNA mensageiro é relativamente fácil de atualizar para refletir o código genético das novas variantes.
Vários países começaram a sair da última onda de contágio provocada pela ômicron, a cepa mais transmissível registrada até o momento, embora os casos globais continuem em alta.
O coronavírus provocou 5,6 milhões de mortes no mundo desde que a detecção da covid-19 em dezembro de 2019 na China.
Por:Diario de Pernambuco

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