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Morre mulher baleada dentro do Capitólio durante protestos

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A vítima mortal foi baleada pelas autoridades durante a invasão do Capitólio por parte de manifestantes pró-Trump.

Morreu a mulher que tinha ficado em estado grave depois de ter sido baleada pela polícia durante a invasão ao Capitólio. A informação foi dada pela NBC News que cita vários elementos das autoridades.

A vítima mortal não foi identificada, mas uma mulher coberta de sangue foi vista num vídeo que circula nas redes sociais, recebendo tratamento médico, enquanto os paramédicos a levavam numa maca para fora do edifício.

A polícia já tinha confirmado anteriormente que uma pessoa tinha sido baleada por agentes dentro do prédio do Capitólio, mas não revelaram mais detalhes sobre as circunstâncias do tiroteio.

Várias outras pessoas, incluindo um agente, ficaram feridas e foram transportadas para o hospital.

Segundo o chefe da Polícia de Washington DC pelo menos 13 pessoas foram detidas por ligação ao motim no Capitólio.

Recorde-se que a sessão de ratificação dos votos das eleições presidenciais dos EUA teve de ser interrompida na tarde de hoje, devido aos distúrbios provocados pelos manifestantes pró-Trump no Capitólio.

Milhares de manifestantes se reuniram em Washington, protestando e contestando a vitória do democrata Joe Biden. Com o aumento das tensões, alguns dos manifestantes agiram de forma violenta e chegaram a invadir o edifício do Capitólio.

Por Notícias ao Minuto

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Governo britânico lança ‘caçada’ para achar portador de variante brasileira

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  O governo britânico vai fazer testes em massa para tentar encontrar um viajante que chegou do Brasil com a variante de Sars-Cov-2 “brasileira”, a chamada P.1, que é mais contagiosa que o vírus original.

A P.1 foi detectada pela primeira vez no país, em três pessoas na Inglaterra e outras três que voaram do Brasil para a Escócia. Um deles, porém, é desconhecido, porque não preencheu o cartão de identificação que acompanha o teste.

A Public Health England (PHE) diz que os testes em que a variante foi encontrada foram feitos antes das atuais medidas de quarentena obrigatória em hotéis -iniciada em 15 de fevereiro. O governo, porém, ainda não sabe se o infectado anônimo chegou do Brasil ou foi contaminado no Reino Unido.

Para tentar encontrá-lo, o governo vai rastrear centenas de passageiros de uma série de voos que tenham feito conexão com outros partindo do Brasil nas primeiras semanas de fevereiro e usar dados do serviço postal.

A P.1 preocupa o governo britânico porque suas mutações, além de torná-la mais contagiosa, podem tornar o vírus menos suscetível às vacinas que estão sendo usadas no momento no país.

Em entrevista a uma emissora de TV na manhã desta segunda (1º), o ministro responsável por vacinação, Nadhim Zahawi, disse que a pessoa que procuram pode ter recebido um kit de teste doméstico ou retirado um kit num dos postos públicos. “Parte do motivo pelo qual queremos localizá-lo rapidamente é entender mais sobre ele e seus movimentos”, disse.

Os outros dois casos da variante detectados na Inglaterra são de uma mesma família, na qual um dos membros voltou do Brasil cinco dias antes da quarentena vigiada entrar em vigor. Ele saiu de São Paulo, fez conexão em Zurique e chegou a Londres em 10 de fevereiro, pelo voo LX318 da Swiss Air Lines.

O ministro disse que ele fez um teste antes da partida e preencheu o formulário de localização. Durante a quarentena, desenvolveu sintomas, e seus contatos foram identificados e isolados. A chance de transmissão é mínima, de acordo com Zahawi, porque o paciente cumpriu o isolamento

Ainda assim, o governo está acompanhando todos os passageiros que chegaram no mesmo voo e fará testes em áreas da região em que ele mora –South Gloucestershire, no sudoeste inglês–, para reduzir a possibilidade de transmissão não identificada.

A PHE também lançou um apelo para que todos os que fizeram teste de Sars-Cov-2 nos dias 12 ou 13 de fevereiro e não receberam o resultado ou não preencheram o cartão de identificação que procurem as autoridades de saúde.

Três pessoas que vivem no norte da Escócia também testaram positivo para a variante P.1 depois de voltar do Brasil com conexões em Paris e Londres. Os três tiveram o mutante identificado durante a quarentena de dez dias, no qual estavam em isolamento, e os outros passageiros do voo estão sendo contatados.(Mundo ao Minuto)

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Brexit enlutece ‘geração Erasmus’ e frustra os sub-20 europeus

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O brexit provoca fraturas menos expostas, diz uma geração de europeus que tem hoje de 25 a 50 anos e se autointitula “geração Erasmus”

Filas de caminhões, uísque escocês mais caro e queijo francês mais raro são alguns efeitos visíveis da saída do Reino Unido da União Europeia, mas o brexit provoca fraturas menos expostas, diz uma geração de europeus que tem hoje de 25 a 50 anos e se autointitula “geração Erasmus”.

Suas carreiras, famílias, habilidades e afinidades se devem à possibilidade que tiveram de viver e conviver livremente através do canal da Mancha. Para muitos, o trânsito foi incentivado pelo programa Erasmus (que deu o apelido ao grupo), intercâmbio estudantil, acadêmico, cultural e profissional que beneficiou milhões de pessoas nos últimos 30 anos.

Só em 2019 (dados mais recentes), foram 938.568 alunos, professores e aprendizes transitando entre 82.231 instituições, nos 28 países da União Europeia pré-divórcio e outros parceiros. “Da Bélgica, da Suécia, da Finlândia, da Holanda, da França, da Polônia, da Espanha e de Portugal”, relata Maya Szaniecki, 20, sobre seus colegas no curso de francês da Universidade de Oxford.

Britânica e filha de brasileiros, desde os 16 Maya espera pela chance de viver um ano na França. A realização virá em 2022, mas dará mais trabalho –visto será obrigatório– e ficará mais cara, o que pode ser impeditivo para os que contavam com o financiamento do Erasmus. A estudante lamenta as fronteiras impostas à sua geração, “uma perda triste para as pessoas e uma perda enorme para o país”.

É uma perda também para a geração sub-20, afirmam a economista Sonia Delindro, o professor Paul James Cardwell, a publicitária Cristina Sarraile, a eurodeputada Terry Reintke e a jornalista Luísa, que estudaram e trabalharam fora e se definem mais como europeus que pela própria nacionalidade.

“Não estaria no Parlamento hoje sem o Erasmus”, diz a alemã Terry, 33, que estudou em Edimburgo e lidera um grupo de parlamentares na tentativa de readmitir a Escócia e o País de Gales no intercâmbio.

O governo britânico anunciou um financiamento estudantil alternativo, mas, segundo Terry, o Erasmus tem especificidades cruciais para seu sucesso: “É um programa muito inclusivo, no qual não é necessário ter as melhores notas, administrativamente muito leve, com estrutura de apoio que faz a diferença”.

As dificuldades de intercâmbio também cresceram porque, após o brexit, a mensalidade das faculdades britânicas passa a ser pelo menos o dobro para os estudantes europeus. “Já foi difícil para meus pais bancarem meus estudos. Agora, seria impossível”, diz a portuguesa Luísa, 27.

Foi em Londres, aonde chegou aos 18 anos, que Luísa conheceu seu atual companheiro, um aluno francês então em intercâmbio.

Multinacionalidades é marca também na vida da franco-romena Cristina, 40, e da portuguesa Sonia, 43. Ambas estudaram na Inglaterra, onde conheceram europeus de outros países (um francês e um italiano, respectivamente), casaram-se e tiveram filhos britânicos. Voltaram ao continente após o brexit, lamentando o estreitamento de perspectivas.

Foi um choque o que sentiu Sonia na manhã seguinte à do referendo que aprovou o brexit, em 2016. “Minha vida profissional é aqui, pago impostos, comprei uma casa, e agora querem que eu parta”, conta ela. A saída do Reino Unido da União Europeia multiplicou ainda por oito o imposto de seu imóvel, que ela agora terá que vender.

Sentindo-se também traída, Cristina começou a procurar oportunidades fora do Reino Unido. Partiu para Paris em 2019.

“Foi como se arrancassem uma árvore; senti-me desenraizada”, diz ela, que deixou para trás uma vida comunitária ativa. “Tive colegas gregos, alemães, espanhóis, uma riqueza de culturas. Isso vai esmorecer.”

O impacto ficará por um tempo obscurecido pela pandemia, diz Paul James Cardwell, professor de direito da Universidade de Strathclyde (Escócia) e ex-coordenador do Erasmus na universidade. Quando as restrições forem relaxadas, problemas práticos ficarão evidentes também para os pesquisadores, embora os mais prejudicados sejam os alunos, diz.

Cardwell, inglês que passou um ano na França quando estudava, afirma que “os sub-20 não viverão essa experiência que permite olhar o futuro com outros olhos, com horizontes mais amplos.”

Pesquisa realizada por ele e publicada em 2019 indicou até mesmo um efeito colateral benéfico do intercâmbio nas notas.

“A confiança e a maturidade adicionais contribuem para o melhor desempenho”, analisa.

Por Folhapress

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Após crítica de Bolsonaro, OMS insiste sobre uso de máscara e isolamento

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) voltou a defender o uso de máscaras e a adoção de medidas de isolamento social, como forma de frear a pandemia da covid-19. Nesta sexta-feira, a entidade deixou claro que tais medidas funcionam.

Na quinta-feira, enquanto o Brasil registrava um recorde de mortes, com 1.582 casos, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) optou por questionar o uso de máscaras e o isolamento social.

Questionado pela coluna sobre qual seria a posição da OMS sobre o uso de tais medidas, o porta-voz da entidade, Tarik Jašarević, confirmou que máscaras e isolamento “ajudam”.

“Temos dito de forma consistente que, por si só, usar máscaras não é suficiente. Precisa ser parte de uma série de medidas tomadas”, afirmou. “Distanciamento ajuda, reduz os riscos de ser infectado. Máscaras ajudam, especialmente quando o distanciamento não é possível”, declarou.

“Cada um de nós pode reduzir os riscos de exposição. Isso não quer dizer que autoridades não devem colocam em práticas suas ações, o que inclui monitorar a transmissão do vírus e quebrar cadeias de transmissão, por meio de rastreabilidade, isolar e testar pessoas”, completou.

Para o escritório da OMS para a Europa, foram as medidas de isolamento e o uso de máscaras que permitiram que o número de novos casos no continente fosse reduzido pela metade entre dezembro e fevereiro.

Citando um suposto estudo feito na Alemanha, Bolsonaro afirmou que as máscaras são “prejudiciais” às crianças, causando irritabilidade, dor de cabeça e dificuldade de concentração.

“Começam a aparecer os efeitos colaterais das máscaras”, disse, depois de listar uma série de problemas supostamente causados pelas máscaras. “Eu tenho minha opinião sobre as máscaras, cada um tem a sua, mas a gente aguarda um estudo sobre isso feito por pessoas competentes”, afirmou.

O presidente também criticou o isolamento social. “Quem quer auxílio emergencial e a cidade está fechada… Vão cobrar do prefeito, vão cobrar do governador, já que ele quer que você fique em casa eternamente e quer mandar a conta para nós [governo federal] pagarmos. Eu teria o maior prazer de pagar eternamente um salário para todo mundo viver numa boa, sem trabalhar, mas isso não existe”, declarou. Fonte: UOL

 

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