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Brasil

Motoristas e cobradores do Rio param amanhã por ajuste de 10%

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“Nosso objetivo é ir parando gradualmente até chegar aos 70% parados”, disse o presidente do Sintraturb Rio

Motoristas e cobradores de ônibus do município do Rio de Janeiro param segunda-feira (11) para reivindicar aumento salarial de 10%, após dois anos sem ajustes, pagamento de salários atrasados em algumas empresas, além de planos de saúde e auxílio-alimentação mais alto.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Motoristas e Cobradores de Ônibus do Rio de Janeiro (Sintraturb Rio), Sebastião José da Silva, será decidido ainda neste domingo com os trabalhadores a ordem da entrada em greve de cada empresa a partir da meia noite deste domingo.

“Nosso objetivo é ir parando gradualmente até chegar aos 70% parados”, disse Silva à reportagem, lembrando que a lei obriga manter 30% dos 30 mil trabalhadores do setor em serviço.

Silva reclama do tratamento desumano dado à categoria, com turnos de até 16 horas de trabalho. “Infelizmente são os usuários que pagarão o preço da irresponsabilidade dos empresários. A categoria vive hoje um verdadeiro estado de escravidão, onde muitos profissionais trabalham mais de 16 horas por dia, tendo em muitos casos de almoçar dentro do coletivo”, afirmou.

Além do ajuste salarial, a greve tem ainda por objetivo a conquista de plano de saúde, retorno da data base para 1º de março, vale alimentação de R$ 409,50, vale refeição de 480, fim da dupla função e suspensão das multas e da pontuação com maior prazo para recursos.

Por Estadão Conteúdo. 

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Brasil

Sete capitais e DF vão receber mais de 230 pacientes do Amazonas

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Os 235 pacientes de Manaus que deverão ser transferidos para hospitais de outros estados começaram a ser levados em voos da Força Aérea Brasileira (FAB) desde a manhã desta sexta-feira (15). O Ministério da Defesa informou que há voos programados ainda hoje para Maranhão, Piauí, Rio Grande do Norte e Paraíba. Hospitais de Goiás, Pernambuco, Ceará e Distrito Federal também deverão receber pacientes.

As transferências ocorrem em meio ao colapso do sistema de saúde amazonense, após recorde das internações por Covid-19 e com uma nova variante do coronavírus circulando no estado.

Hospitais do estado ficaram sem oxigênios para pacientes. O G1 registrou nesta quinta-feira (14) cenas de médicos transportando cilindros nos próprios carros para levar ao hospital e familiares tentando comprar o insumo. Cemitérios estão lotados e instalaram câmaras frigoríficas.

De acordo com o Ministério da Saúde, as transferências dos pacientes do Manaus ocorrerão por via aérea, com duas aeronaves da FAB, e já estão garantidos de imediato 149 leitos. São 40 em São Luís (MA), 30 em Teresina (PI), 15 em João Pessoa (PB), 10 em Natal (RN), 20 em Goiânia (GO), 4 em Fortaleza (CE), 10 em Recife (PE) e 20 no Distrito Federal.

Logo no início da manhã desta sexta-feira, nove pacientes embarcaram no primeiro voo da FAB, que partiu da Base Aérea de Manaus para Teresina, como informou o Comandante da Ala 8 da Base Aérea de Manaus, Brigadeiro do Ar Luiz Guilherme da Silva Magarão. Inicialmente, 13 passageiros seriam transferidos, mas quatro estavam instáveis e não puderam viajar.

“A operação aqui com os passageiros envolveu a preparação da aeronave, que é um C-99, para que ela ficasse com oxigênio disponibilizado, e isso limitou a capacidade da aeronave para até 15 pacientes. A operação é delicada, por isso demorou quase uma hora para que a gente conseguisse fazer o embarque dos pacientes nessa missão”, disse Magarão.

Segundo a Secretaria Estadual de Saúde do Amazonas, os primeiros pacientes saíram dos Hospitais e Prontos-Socorros (HPS) 28 de Agosto e Platão Araújo para receber atendimento no Hospital Universitário da Universidade Federal do Piauí (UFPI), em Teresina. Um segundo grupo de 15 pacientes deve ser encaminhado para São Luís, no Maranhão, também nesta sexta-feira. (Do G1)

 

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Brasil

Bolsonaro tenta eximir governo de culpa por situação ‘terrível’ em Manaus

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presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta manhã ser “terrível” o problema em Manaus, porém ressaltou ter feito “a sua parte”. Em encontro com apoiadores na saída do Palácio da Alvorada nesta sexta-feira (15), Bolsonaro afirmou: “Agora, nós fizemos a nossa parte de recursos e meios”.

“Hoje as Forças Armadas deslocaram para lá um hospital de campanha. O ministro da Saúde Eduardo Pazuello esteve lá na segunda-feira e providenciou oxigênio. Começou o tratamento precoce que alguns criticam – quem critica, não tome”, disse o presidente que defendeu o uso de remédios sem comprovação.

Nesta semana, Manaus voltou a viver o colapso do sistema de saúde. O estoque de oxigênio envasado chegou ao fim em alguns hospitais da capital amazonense nesta quinta-feira (14), e dezenas de pacientes graves morreram por asfixia.

‘Gripezinha’

Bolsonaro também tratou de relativizar declarações anteriores sobre a gravidade da covid-19. Em março do último ano, Bolsonaro, em pronunciamento em rede nacional de televisão, havia afirmado: “90% de nós não terá qualquer manifestação caso se contamine”.

“No meu caso particular, pelo meu histórico de atleta, caso fosse contaminado pelo vírus não precisaria me preocupar. Nada sentiria, ou seria, quando muito, acometido de uma gripezinha ou resfriadinho, como bem disse aquele conhecido médico daquela conhecida televisão”. Hoje, voltou a repetir: “Quem falou gripezinha não fui eu, foi o médico Dráuzio Varella. Eu já tive e estou imunizado aqui. O que eu falei e desafiei a imprensa depois a me desmentir: era gripezinha para mim”.

Vacina

Sem dizer a qual imunizante se referia, Bolsonaro disse que não faz “campanha contra vacina”. Entretanto, o presidente ressaltou se tratar, segundo ele, de algo “experimental” e disse que tornar a vacinação obrigatória seria “uma irresponsabilidade”. “Queriam aplicar em crianças”, afirmou.

Ao comentar com apoiadores sobre a situação de outros países, Bolsonaro ressaltou que “a média está abaixo de 2%” de vacinados em nações que já iniciaram a imunização. Ontem, em meio à nova alta de casos e a situação de sobrecarga da rede de saúde de Manaus, o presidente voltou a negar atraso do País para iniciar sua campanha de vacinação e pediu “calma” à população.

(Por Notícias ao Minuto)

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Brasil

Caminhoneiros estão divididos e greve de 1º de fevereiro deve ser pontual

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Às vésperas da mobilização anunciada por caminhoneiros contra os preços dos combustíveis e o descumprimento da tabela de frete, há uma categoria dividida.

Roberto Stringasi, da Associação Nacional do Transporte Autônomos do Brasil (ANTB), diz que o ato marcado para 1º de fevereiro será maior que a greve de 2018.

Segundo o presidente do CNTRC, Plínio Dias, a paralisação vem sendo discutida desde dezembro.

Há pressões de todos os lados, com reclamações sobre a relação da categoria com o Ministério da Infraestrutura.

Eis a íntegra das reivindicações.

Para alguns segmentos, o grupo está na “UTI” e a insatisfação com o governo Bolsonaro vem crescendo a cada semana. A crise econômica decorrente da pandemia, que fez governadores restringirem o acesso aos Estados, piorou tudo.

Uma das queixas é a aprovação da BR do Mar, que estabelece a cabotagem no ramo de transportes e, da forma como está, pode impulsionar a migração dos caminhoneiros de longa distância para a curta, o que deve saturar ainda mais o mercado.

Outra parte dos motoristas avalia que muitos avanços ocorreram nos últimos anos, como a mudança na política de preços das Petrobras. Se a categoria não se unir nos próximos dias, há tendência de haver paralisações pontuais.

Tanto em 2019 como em 2020 houve tentativas de mobilização para tentar replicar o ato de 2018, mas acabaram não se concretizando.

O Ministério da Infraestrutura afirma que está em contato permanente com as principais entidades da categoria por meio do Fórum do Transporte Rodoviário de Cargas. Para o órgão, a ANTB não é representativa para falar em nome do setor do como um todo. A associação reúne 4,5 mil caminhoneiros. No Brasil, há 1 milhão de motoristas com registro de Transportador Autônomo de Cargas, segundo Agência Nacional de Transportes Terrestre (ANTT).

“Nenhuma associação isolada pode reivindicar para si falar em nome do transportador rodoviário de cargas autônomo, e incorrer neste tipo de conclusão compromete qualquer divulgação fidedigna dos fatos referentes à categoria”, diz o ministério. (Por PE Notícias)

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