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Mourão diz que EUA são ‘farol’ ao comentar posse de Biden

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O presidente Jair Bolsonaro (sem partido), por sua vez, ainda não se pronunciou.

O vice presidente Hamilton Mourão afirmou nesta quarta-feira (20) que não espera mudanças nas relações entre o Brasil e Estados Unidos com o início do mandato do americano Joe Biden, que tomou posse nesta tarde como presidente. Mourão disse que modelo democrático americano é “farol” para mundo ocidental.

Os presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado, respectivamente Rodrigo Maia (DEM-RJ) e Davi Alcolumbre (DEM-AP), também parabenizaram Biden e a vice Kamala Harris. Maia disse que espera uma união para conter o radicalismo.

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido), por sua vez, ainda não se pronunciou. Bolsonaro demorou a reconhecer a vitória do candidato democrata nas eleições e por diversas vezes questionou a lisura do processo.

O presidente participou de cerimônia militar na Base Aérea de Brasília, mas não comentou a possa do novo presidente americano.

Biden e a vice, Kamala Harris, tomam posse nesta tarde (horário de Brasília) em uma cerimônia mais modesta e de menor proporção, por conta da pandemia do novo coronavírus.

O evento também ocorre sob forte esquema de segurança, após a invasão do Capitólio por militantes que foram instados pelo ex-presidente Donald Trump, nos primeiros dias do mês.

Ao chegar na sede da vice-presidência, Mourão ressaltou as relações históricas entre Brasil e Estados Unidos e ressaltou que os americanos seguirão como um modelo democrático que é “farol” para o mundo ocidental.

“A relação Brasil-EUA é uma relação que vem desde a nossa independência, é uma relação de Estado para Estado e, desta maneira, ela vai continuar. É um parceiro comercial importante, é um parceiro tecnológico importante. E sempre colocando que os Estados Unidos, o modelo democrático americano, é um farol para o mundo ocidental e, desta forma, ela vai prosseguir”, afirmou o vice-presidente.

O presidente da Câmara do Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ) parabenizou nesta quarta-feira (20) o americano Joe Biden pela posse como presidente dos Estados Unidos e pediu união para combater o radicalismo.

“Em nome da Câmara dos Deputados, cumprimento o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, e a vice-presidente, Kamala Harris, por sua posse hoje”, escreveu Maia em suas redes sociais.
“Que as duas nações atuem em conjunto em favor do fortalecimento da democracia, do combate ao radicalismo e da proteção ao meio ambiente”.

As questões ambientais foram alvo de divergência entre o então candidato democrata Joe Biden e o presidente brasileiro, Jair Bolsonaro (sem partido).

Biden criticou a política ambiental do atual governo. Além disso, nomeou Juan Gonzalez como diretor sênior para o Hemisfério Ocidental no Conselho de Segurança Nacional – o que significa que ele será responsável por assuntos ligados à América Latina.
Gonzalez é crítico da agenda ambiental do governo de Jair Bolsonaro (sem partido), e declarações anteriores do indicado mostram que o tema pode trazer conflitos à relação entre EUA e Brasil.

Além de Maia, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), também usou suas redes sociais para parabenizar o presidente americano e também disse esperar que os dois países possam manter um diálogo aberto.

“Em nome do parlamento brasileiro, cumprimento e desejo êxito ao presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, e à vice-presidente Kamala Harris. Que nossos países possam manter abertos os canais de diálogo e do entendimento, sempre buscando o equilíbrio”, escreveu Alcolumbre.

Por Folhapress

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Mundo

Imprensa internacional repercute decisão sobre Lula

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A anulação de todas as condenações do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pela Justiça Federal no Paraná relacionadas às investigações da Operação Lava Jato, hoje, está sendo noticiada com destaque em órgãos de imprensa no exterior. Em geral, as notas destacam que a decisão permite a Lula voltar a se candidatar, uma vez que ele recupera seus direitos políticos após a decisão do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal. Veja abaixo alguns dos veículos que noticiaram a anulação em outros países.

“The New York Times” – EUA

O site do americano “The New York Times” diz que Lula poderá voltar a tentar as eleições com a anulação das condenações pela Corte. “A decisão de um juiz do Supremo Tribunal Federal prepara o terreno para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva concorrer contra o presidente Jair Bolsonaro na disputa presidencial do próximo ano”, diz a publicação.

“Le Monde” – França

O site do jornal francês anuncia: “No Brasil, um juiz da Corte Suprema anula as condenações de Lula” e diz que a decisão tem o “efeito de uma bomba” no país. A matéria afirma ainda que Lula poderá concorrer contra Bolsonaro nas eleições presidenciais de 2022.

“El País” – Espanha

Uma tarja com o anúncio de “urgente” informa: “Um juiz do Supremo do Brasil anula as condenações contra Lula da Silva. A decisão permitirá ao ex-presidente ser candidato nas eleições”.

A matéria explica que Fachin analisou um recurso de Lula e anulou quatro casos contra ele, incluindo o que o excluiu das eleições de 2018.

“Público” – Portugal

“Condenações de Lula na Lava-Jato anuladas por juiz do Supremo”, indica o site de notícias, que informa ainda que tribunais do Distrito Federal vão decidir o que acontece às investigações contra Lula.

“Corriere della Sera” – Itália

O site do jornal italiano “Corriere della Sera” noticiou a anulação da condenação de Lula e disse que o ex-presidente “agora pode se candidatar novamente”.

O artigo ressalta que a decisão não precisa ser ratificada em plenário, mas que provavelmente o Ministério Público entrará com recurso.

“Clarín” – Argentina

O site do principal jornal argentino destaca: “Anulan todas as condenações contra Lula da Silva e poderá voltar a ser candidato”. A matéria explica que o juiz Edson Fachin, do STF, ordenou que a investigação fosse reiniciada em outras jurisdições, devido à suposta parcialidade do Ministério Público e do ex-juiz e ex-ministro Sergio Moro.

“La Razón” – Bolívia

O site do jornal deu bastante destaque ao assunto, com o título “Juiz da Corte Suprema do Brasil anula todas as condenações de Lula” em sua manchete. O site explica que a decisão foi tomada por se considerar incompetente o tribunal que as ditou, no âmbito da operação Lava Jato.

“La Tercera” – Chile

“Juiz da Corte Suprema do Brasil anula condenações de Lula e (ele) fica habilitado a concorrer em eleições”, anuncia o site.

“Isso significa uma vitória do Partido dos Trabalhadores (PT), já que o ex-presidente mais uma vez tem direitos políticos e pode ser o candidato presidencial em 2022”, ressalta a matéria.

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Começa o julgamento de policial acusado da morte de George Floyd nos EUA

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Nove meses depois da morte do afro-americano George Floyd, que provocou enormes manifestações contra o racismo nos Estados Unidos, começa nesta segunda-feira (08/03) o julgamento contra o policial branco acusado pelo assassinato.
A seleção do júri terá início nesta segunda-feira em Minneapolis no caso contra Derek Chauvin, um ex-oficial do Departamento de Polícia de Minnesota (MPD) que foi filmando pressionando o pescoço de Floyd durante quase nove minutos enquanto o detido, que estava algemado, lutava para respirar.
Milhares de pessoas protestaram no domingo nesta cidade do norte do país atrás de um caixão coberto de rosas brancas para exigir “justiça”.
A multidão, muito diversa, manteve silêncio na maior parte do tempo, quebrado apenas para repetir “Se não há justiça, não há paz”. Um cartaz destacava as últimas palavras de Floyd: “Não consigo respirar”.
As imagens chocantes da morte de Floyd, de 46 anos, em 25 de maio, geraram a onda de protestos “Black Lives Matter” (Vidas Negras Importam) contra a brutalidade policial e a injustiça racial nos Estados Unidos e em capitais ao redor do mundo.
O caso de Chauvin promete ser inédito em muitos aspectos: contará com advogados famosos, será realizado sob forte segurança e será transmitido ao vivo.
O escritório do Procurador-Geral do Estado de Minnesota convocou Neal Katyal, um ex-procurador-geral interino que já argumentou na Suprema Corte, para ajudar com a acusação.
Katyal descreveu o julgamento de Chauvin como um “caso criminal histórico, um dos mais importantes da história” dos Estados Unidos.
Ashley Heiberger, ex-policial que agora trabalha como consultora sobre as práticas policiais, afirmou que “o fato de um policial ter sido acusado criminalmente de uso abusivo da força é, em si mesmo, uma exceção”.
“É ainda mais raro que eles sejam condenados”, acrescentou. “Há uma tendência do júri querer dar ao policial o benefício da dúvida”, ressalta.
Porém, as circunstâncias do caso Chauvin, de 44 anos, são tão preocupantes que “nenhuma policial ou organização policial saiu para defender seu ato”, explica.
Três outros oficiais envolvidos na prisão de Floyd, Alexander Kueng, Thomas Lane e Tou Thao, enfrentam acusações menores e serão julgados de forma separada.
Os quatro envolvidos no caso foram demitidos pelo Departamento de Polícia de Minneapolis.
– “Exatamente para o que foi treinado a fazer –
Chauvin, que atuava há 19 anos na polícia, foi libertado sob fiança no outono (hemisfério norte, primavera no Brasil) e deve se declarar inocente das acusações de homicídio e homicídio culposo.
“Ele agiu de acordo com a política do MPD, seu treinamento e seus deveres como oficial licenciado do estado de Minnesota”, afirmou seu advogado, Eric Nelson.
“Ele fez exatamente o que foi treinado a fazer”, acrescentou.
De acordo com Nelson, Floyd morreu de overdose de fentanil. Uma necropsia encontrou vestígios da droga no corpo de Floyd, mas especificou que a causa da morte foi “compressão do pescoço”.
Ben Crump, advogado que representa a família Floyd, declarou no sábado que espera que a equipe de defesa questione o caráter do afro-americano.
“Eles vão tentar fazer as pessoas esquecerem o que viram no vídeo”, afirmou.
Será necessária uma decisão unânime de todos os 12 jurados para colocar Chauvin atrás das grades.
Se o policial não for condenado é provável que aconteça uma nova onda de manifestações contra o racismo.
As autoridades mobilizaram milhares de policiais e membros da Guarda Nacional para auxiliar na segurança durante o julgamento.
O tribunal do condado de Hennepin, onde ocorrerá o julgamento, já parece um campo armado, cercado por barreiras de concreto e cercas de arame farpado.
O julgamento terá início nesta segunda-feira às 8h locais (11h de Brasília) com a seleção do júri, um processo delicado considerando a ampla publicidade em torno do caso.
Os jurados em potencial receberam um questionário de 15 páginas.
“Quão favorável ou desfavorável você é sobre o ‘Black Lives Matter’?”, é uma das perguntas.
“Você já viu um vídeo da morte de George Floyd? Se sim, quantas vezes?” ou “Você, ou alguém próximo a você, participou de alguma das manifestações ou passeatas contra a brutalidade policial?”, também aparecem no questionário.
Os promotores devem apresentar o depoimento de uma mulher negra que afirma que Chauvin usou força excessiva contra ela em 2017. O adolescente que filmou a morte de Floyd também deve ser chamado a depor.
Não se espera um veredicto antes do final de abril.(Diario de Pernambuco)

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Com 16% da população vacinada, média móvel de casos de Covid-19 nos EUA cai 75% em relação a janeiro

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Internações de pacientes com coronavírus diminuíram 67% entre o começo do ano e março. Estatísticas são do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), órgão de saúde americano.

Nos Estados Unidos, a média móvel de novos casos de Covid-19 diminuiu 74,9% no início de março, em comparação ao maior pico registrado no mês de janeiro deste ano.

Segundo o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), o índice de 249.360 contaminações (11 de janeiro) caiu para 62.555 (3 de março).

O órgão de saúde americano afirma também que a média semanal de internações de pacientes com coronavírus teve queda de 67%: de 16.540 (9 de janeiro) para 5.490 (2 de março).

A melhora nos índices acompanha o avanço da campanha de vacinação no país. Até 4 de março, 16,1% dos cidadãos americanos já haviam recebido ao menos a primeira dose da vacina contra a doença.

Apesar do declínio no número de transmissões e de hospitalizações, os Estados Unidos ainda registram números mais preocupantes do que em abril de 2020. No dia 6 daquele mês, houve cerca de 42,5 mil novos casos da doença. Em 3 de março de 2021, foram 65,4 mil.

Todos vacinados até maio, diz Biden

O programa da vacinação americano começou em 14 de dezembro de 2020. Desde então, foram 82,6 milhões de doses aplicadas. O país tem conseguido imunizar, por dia, cerca de 2 milhões de pessoas.

De acordo com o presidente americano, Joe Biden, todos os adultos estarão vacinados até maio no país — dois meses antes do previsto. (Do G1)

 

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