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Brasil

Movimentos sociais fazem carreata contra Bolsonaro no Recife

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Centrais sindicais, movimentos sociais e populares, além de partidos de esquerda, realizam, amanhã, a segunda carreata contra o presidente Jair Bolsonaro no Recife. A ação, batizada de #ForaBolsonaro, tem como pautas “a vacinação para todos, a volta do auxílio emergencial, impeachment, contra o desemprego e a fome”. A concentração ocorre a partir das 9h, na antiga fábrica da Macaxeira, na Avenida Norte, com destino à Zona Sul da cidade. Movimentação semelhante está programada para Petrolina, no Sertão pernambucano, e Garanhuns, Agreste do Estado.

De acordo com o presidente da CUT-PE, Paulo Rocha, a carreata faz parte de uma agenda nacional pelo impeachment de Jair Bolsonaro. “Desde o ano passado, temos denunciado Bolsonaro, em nossas mobilizações e atos, como um empecilho para o país sair da crise sanitária, política e econômica. Esta mobilização tem por objetivo dar continuidade a outras lutas e mobilizações para pressionar o Congresso Nacional a iniciar um processo de impeachment contra Bolsonaro. Estamos unidos em defesa do emprego, distribuição de renda, saúde, democracia e da vida digna para toda a população. Queremos construir um Brasil diferente, fraterno e igualitário”, afirma.

Na primeira carreta, realizada no último dia 23 de janeiro, os participantes cobraram a vacinação de toda a população brasileira contra a Covid-19, além da volta do auxílio emergencial e o impeachment do presidente. Segundo os organizadores, foram mobilizados mais de 1,5 mil carros, além de motos e 400 bicicletas. A movimentação ocorreu nas ruas e avenidas de Boa Viagem. O ato foi encerrado por volta das 13h40, após os manifestantes fincarem cruzes na praia do Pina e fazerem um minuto de silêncio em memória dos mortos pelo novo coronavírus.

Os organizadores explicam que o formato de protesto em carreatas foi escolhido para reduzir o risco de contágio da covid-19. “As mobilizações visam a chamar atenção da sociedade para o ritmo lento até agora das vacinações e para a necessidade de lutar em defesa da vida e da democracia e pelo afastamento imediato do presidente negacionista Bolsonaro. Vale frisar que todos os participantes usarão máscaras e respeitarão o distanciamento social, de acordo com as recomendações sanitárias da Organização Mundial de Saúde (OMS)”, acrescenta o presidente da CUT-PE.

 

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Prefeitura de SP abre drive-thru no Clube Hebraica

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Os outros quatro dos cinco drives-thrus já instalados continuarão funcionando neste domingo entre 8h e 19h

Por causa da alta demanda de vacinação de idosos de 80 a 84 anos ocorrida neste sábado (27), a SMS (Secretaria Municipal da Saúde), gestão Bruno Covas (PSDB), instalou mais um drive-thru para este domingo (28). Ele está funcionando no Clube Hebraica, esquina da rua Angelina Maffei Vita com a rua Ibiapinópolis (zona oeste da capital paulista), das 10h às 19h.

Os outros quatro dos cinco drives-thrus já instalados continuarão funcionando neste domingo entre 8h e 19h.

São eles: Estádio do Pacaembu (zona oeste), Centro de Exposições do Anhembi (zona norte), Igreja Boas Novas, na Vila Prudente (zona leste) e do Autódromo de Interlagos (zona sul).

Já o drive-thru instalado no Neo-Química Arena (também na zona leste) atenderá até às 17h, afirma a secretaria municipal.

Todos os pontos estarão atendendo, exclusivamente, para aplicação da 1ª dose da vacina contra a Covid-19 nos idosos com idades acima de 80 anos. A prefeitura da capital paulista estima vacinar 140 mil idosos nessa faixa etária.

A partir desta segunda-feira (1º), os idosos acima de 80 anos também podem procurar uma das 468 UBSs (Unidades Básicas de Saúde) mais próxima de suas casas e nos três centros-escolas para a imunização.

Dados da Coordenadoria da Vigilância Sanitária municipal apontam que até este sábado (27), às 16h, 687.575 pessoas foram imunizadas na capital. Destas, 522.913 receberam a primeira dose da vacina contra a Covid-19. Já 164.662 receberam a segunda aplicação.

A SMS recomenda que os idosos busquem a vacina de maneira gradual, evitando aglomerações nos postos da capital e orienta para o preenchimento do pré-cadastro no site Vacina Já (www.vacinaja.sp.gov.br). A ação economiza 90% no tempo de atendimento para imunização.

Por Folhapress

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Brasil

Prefeituras se unem para em consócio adquirirem vacinas contra a Covid-19

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Depois do aval do Supremo Tribunal Federal (STF), cerca de 100 prefeituras formalizarão nessa segunda-feira (1º de março) a criação de um consórcio para a compra de vacinas contra a Covid-19. A decisão foi tomada neste sábado (27).

O grupo inclui capitais como Curitiba (PR), Salvador (BA), Porto Alegre (RS), Cuiabá (MT), Porto Velho (RO), Manaus (AM), Campo Grande (MS) e Aracaju (SE), além de cidades como Campinas (SP), Ribeirão Preto (SP) e Petrolina (PE).

Segundo Jonas Donizetti (PSB), presidente da Frente Nacional de Prefeitos (FNP), cerca de 100 municípios confirmaram interesse. “Nossa primeira opção é que as compras de vacinas sejam feitas pelo governo federal. Mas não podemos ficar de braços cruzados”, afirmou à CNN.

A primeira medida do consórcio será preparar uma minuta – a exemplo do que já foi aprovado na Câmara Municipal de São Paulo – para liberar os municípios para fazer as compras. No Brasil, a compra de imunizantes cabe ao governo federal.

Também na próxima semana alguns representantes dos prefeitos devem visitar a fábrica da União Química, representante no país da vacina Sputnik V, desenvolvida na Rússia. A vacina russa teve seu pedido de uso emergencial recusado pelas autoridades sanitárias brasileiras por falta de documentos.

A iniciativa das prefeituras ocorre em meio à falta de doses para incrementar as campanhas de vacinação e ao avanço da pandemia, que está saturando os sistemas de saúde. A ocupação de leitos de UTI já supera 80% em vários municípios.

Além do consórcio, as cidades de São Paulo e Salvador negociam diretamente com a Pfizer, cuja vacina foi aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e vem sendo aplicada em cerca de 70 países.

Na sexta-feira (27), o secretário de Saúde da capital paulista, Edson Aparecido, disse ao âncora William Waack, do Jornal da CNN, que vai se reunir no início da próxima semana com os representantes da farmacêutica americana. Ele também entrou em contato com a Janssen.

Pfizer e Janssen vem negociando com o governo federal desde o ano passado, mas o Ministério da Saúde tem restrições a aceitar as condições das empresas americanas, que exigem que os governos se responsabilizem por eventuais processos por efeitos colaterais.

O tema vem sendo discutido no Congresso. Numa tentativa de resolver o impasse, o Senado aprovou na semana passada um projeto de lei que permite aos compradores assumirem a responsabilidade civil pela imunização. Agora o projeto será avaliado pela Câmara dos Deputados. Fonte: CNN

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Brasil

Covid-19: “gripezinha de Bolsonaro” já matou mais de 254 mil brasileiros

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No início da pandemia o presidente Jair Bolsonaro comparou a pandemia do novo coronavírus com uma “gripezinha”, essa mesma “gripizinha” segundo Bolsonaro, já matou mais de 254 mil brasileiros em um ano.

O país contabilizou 10.508.634 casos e 254.263 óbitos por Covid-19 desde o início da pandemia, segundo balanço do consórcio de veículos de imprensa. Média móvel diária de mortes bateu recorde de 1.180 no país, sem contar os dados de Roraima.

O país registrou 1.275 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, chegando ao total de 254.263 óbitos desde o começo da pandemia, no dia em que se completa um ano do 1º caso no Brasil. Com isso, a média móvel de mortes no Brasil nos últimos 7 dias bateu recorde de 1.180, o maior número registrado desde o início da pandemia. A variação foi de +7% em comparação à média de 14 dias atrás, indicando tendência de estabilidade nos óbitos pela doença.

Em casos confirmados, desde o começo da pandemia 10.508.634 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 50.840 desses confirmados no último dia. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 52.910 novos diagnósticos por dia. Isso representa uma variação de 19% em relação aos casos registrados em duas semanas, o que indica tendência de alta nos diagnósticos. A alta nos casos vem após 35 dias com essa tendência indicando estabilidade.

Os números não incluem os dados de Roraima, que não foram divulgados até às 20h.

Onze estados e o Distrito Federal estão com alta nas mortes: BA, PB, RS, AC, MA, PA, CE, RN, PR, SC, DF, PI

Brasil, 27 de fevereiro

  • Total de mortes: 254.263
  • Registro de mortes em 24 horas: 1.275
  • Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 1.180 (variação em 14 dias: +7%)
  • Total de casos confirmados: 10.508.634
  • Registro de casos confirmados em 24 horas: 50.840

  • Média de novos casos nos últimos 7 dias: 52.910 por dia (variação em 14 dias: +19%)

Estados

  • Subindo (11 estados mais o Distrito Federal): BA, PB, RS, AC, MA, PA, CE, SC, RN, PR, DF, PI
  • Em estabilidade (11 estados): AL, GO, MG, MS, SP, MT, SE, TO, ES, RJ, RO
  • Em queda (3 estados): PE, AP, AM
  • Não divulgou: RR

Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo G1 para analisar as tendências da pandemia).

Vale ressaltar que há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Os dados de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados.

(Com informações do G1)

 

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